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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

K. «KWY» – LOURDES CASTRO Este folhetim trata de fantasmas. E quem melhor soube representá-los como sombras vivas foi Lourdes Castro e os seus amigos. A revista KWY foi um veículo precioso! Publicou-se em doze números de fabricação artesanal de 1958 a 1964. A denominação tem a ver com as três letras que então estavam […]

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MÁRIO CESARINY DE VASCONCELOS (1923-2006)

Celebram-se os cem anos de um dos principais homens de cultura portugueses do século XX. Mário Cesariny de Vasconcelos nasceu a 9 de agosto de 1923, em Lisboa. Foi poeta, pintor, tradutor e considerado um dos grandes Mestres do Surrealismo Português. Frequentou a Escola António Arroio (1936-1943) onde conheceu António Domingues, Cruzeiro Seixas, Fernando de […]

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ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Ilustração: José Malhoa J. JOANINHA DOS OLHOS VERDES As “Viagens na Minha Terra” de Almeida Garrett (1ª edição, 1846) são constituídas por quarenta e nove capítulos de um folhetim romântico, cuja originalidade está na linguagem comum que usa e na ligação entre o relato de uma viagem e a narrativa de uma história trágica sobre a guerra civil que […]

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Crónica da Cultura

CRÓNICA DA CULTURA

  Havia uma esperança diferente quando as pessoas cuidavam umas das outras num respeito pelos mais idosos, à proeza do seu interpretar e no transmitir dessa interpretação. O medo e a incerteza do viver era atenuado pela rocha que constituía a solidariedade do amor, e por ele, o dever de ajuda. Agora, as pessoas receiam […]

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esperança

ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

I. ÍNDIA (O PLANO DA) Se há verdadeiros fantasmas na história portuguesa, eles estão representados por Nuno Gonçalves nos Painéis de S. Vicente, verdadeira chave do que podemos designar de Planos das Índias. No capítulo sétimo da «Crónica dos Feitos da Guiné», Gomes Eanes de Zurara apresenta cinco motivos para as navegações atlânticas. Antes de […]

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ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

H. HUMANISMO Damião de Góis (1502-1574) é símbolo do humanismo universalista português. É um bom fantasma, que em lugar de se deixar encerrar dentro dos nossos limites, dialogou com os grandes espíritos do seu tempo. Foi hóspede e confidente de Erasmo de Roterdão, foi desenhado por Albrecht Dürer. Foi historiador, epistológrafo, diplomata e viajante. Na […]

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TARDE TE AMEI, Ó BELEZA TÃO ANTIGA E SEMPRE NOVA

Naquela tarde, foi o esplendor do pôr-do-sol! O horizonte em chamas, o Sol que baloiça no horizonte ao mesmo tempo que brinca e se banha no mar e se despede… E se nunca mais voltasse?!… Mas, na manhã seguinte, cá estava outra vez, resplandecente, e novo, novo como na manhã primeira do mundo. Tudo está […]

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ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

G. GIL VICENTE Que fantasma se segue? Um dos mais previsíveis. Um cultor de máscaras e da suprema arte de Thalia, que Talma celebrizou.. O sétimo fantasma respeita, assim, ao teatro. Das três graças da corte de Afrodite – Tália fazia nascer flores, Eufrosina dava sentido à alegria e Aglaia repesentava a claridade. Já François-Joseph […]

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