LONDON LETTERS
The artificial selection, 2013 Dias há em que me sinto como Monsieur Michel Montaigne, aquele que Master Shakespeare lê avidamente nos dias elizabetheanos e lhe robustece o fôlego da resistência às injustiças do céu: Graças a Deus há livros! A coincidência das mensagens na janela de tempo soma na uneasyness. Ambas são de uma linearidade […]