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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL


29. JOSÉ MATTOSO (I)


“Se o critério é o da objetividade, teremos de excluir, desde logo, as teorias messiânicas, tão insistentes e tão carregadas de emotividade, acerca do destino universal do povo português, do seu insondável ”mistério” e da sua irredutível originalidade” (José Mattoso, “A Identidade Nacional”).   

A inventariação dos carateres específicos da gente portuguesa é um processo ilusório:   

“Nem o sebastianismo, nem a saudade, postas em relevo por António Sardinha, nem o universalismo internacionalista, propalado por vários autores, nem o lirismo sonhador aliado ao fáustico germânico e ao fatalismo oriental, apontados por Jorge Dias, nem a plasticidade do homem português, intuída por Natália Correia, nem o culto do Espírito Santo, que fascinou António Quadros, nem a capacidade para criar uma “filosofia portuguesa”, patrocinada por Sampaio Bruno, Álvaro Ribeiro e José Marinho, nem mesmo a “brandura dos costumes”, feita lugar comum, se podem considerar como caraterísticas mais do que imaginárias do povo português” (José Mattoso, idem).

Mattoso reconhece que tais interpretações não têm todas o mesmo grau de arbitrariedade ou de subjetividade, sendo premente distinguir aquelas que partem da observação empírica de carateres comportamentais que podem corresponder factualmente a hábitos mentais, daquelas que se fundamentam em especulações de tipo idealista ou de feição mística, merecendo as primeiras, segundo diz, maior atenção, competindo a sua análise e espírito crítico a especialistas da área da sociologia geral, que ele não é, tomando a História como ponto de referência para algumas interrogações sobre elas, do ponto de vista do historiador, como se reclama. 

Após afirmar ter sido necessária a democratização de Portugal e a perda das colónias, para que o passado deixasse de ser visto como tempo glorioso, uma “idade de ouro”, e de defender que o teor subjetivo dos seus critérios e o método impressionista de tais teorias são sempre impossíveis de demonstrar reconhece, de seguida, não podermos também “deixar de registar a formação de uma espécie de consenso a respeito de alguns deles”.      

Exemplifica-o com os estudos do antropólogo Jorge Dias sobre o caráter nacional português, para quem a personalidade básica do português é “um misto de sonhador e de homem de ação,…, um sonhador ativo a que falta certo fundo prático e realista”, com “enorme capacidade de adaptação a todas as coisas, ideias e seres sem que isso implique perda de caráter”, “…tem vivo um sentido da Natureza e um fundo poético e contemplativo…”, “No momento em que o português é chamado a desempenhar qualquer papel importante, põe em jogo todas as suas qualidades de ação, abnegação, sacrifício e coragem e cumpre como poucos”, “Para o português, o coração é a medida de todas as coisas”, “é um povo paradoxal e difícil de governar. Os seus defeitos podem ser as suas virtudes e as suas virtudes os seus defeitos, conforme a égide do momento”.

Entende, JM, que o perfil de português de Jorge Dias aponta para a permanência de estruturas de longa duração relacionadas com tendências mentais aparentemente comuns, não sendo carateres intrínsecos ao povo português, mas tendências correntes que podem modificar-se se as condições estruturais de ordem económica e social se modificarem. Interroga-se, com outros: quanto à saudade-lirismo, não se relacionará com a constatação de tantos portugueses terem de emigrar, desde sempre, para sobreviver?

 

29.10.21
Joaquim Miguel de Morgado Patrício

3 comentários sobre “MEDITANDO E PENSANDO PORTUGAL

  1. José Mattoso nasceu em 1933. Historiador especializado na história das ordens religiosas e da aristocracia nos séculos X a XIII. Autor da obra Identificação de um país (1985), e de várias coletâneas de estudos medievais, entre as quais A nobreza medieval portuguesa (1982), O reino dos mortos na Idade Média (1996), Naquele tempo (2009) e ainda D. Afonso Henriques (2006). Estes e outros estudos foram reunidos nas suas Obras Completas, editadas pelo Círculo de Leitores em 2001-2002. Dirigiu várias obras coletivas (História de Portugal, 1993-1994; História da vida privada em Portugal, 2010-2011; Património de origem portuguesa no mundo, 2010). Recebeu o Prémio Alfredo Pimenta em 1985 e o Prémio Pessoa em 1987. Foi diretor da Torre do Tombo entre 1996 e 1998. Entre 2000 e 2005 colaborou com o Arquivo Mário Soares na recuperação dos arquivos de Timor-Leste, o que lhe permitiu escrever o livro A Dignidade. Konis Santana e a resistência timorense (2005). Em 2012, publicou Levantar o Céu – Os Labirintos da Sabedoria. Foi distinguido com o Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes em 2019.

    uma perspectiva nobiliárquica (1096-1157/1300) Autor(es)
    26/02/2013 — marido D. Henrique de Borgonha, filha e genro do Imperador Afonso VI de … anos de 1970/1980, nomeadamente as propostas por José Mattoso .

    pagina 30

    O texto será construído em torno de dois eixos que se pretendem naturalmente complementares, muito embora distintos na formulação teórica e no âmbito cronológico. Tentarei primeiro sintetizar o processo histórico que conduziu à criação do Reino de Portugal, balizado entre os anos de 1096 e de
    1157, atrevendo-me a sugerir um ou outro caminho de interpretação que creio original; esta primeira parte terá um enfoque necessariamente político – e é na perspectiva política que o nascimento de Portugal deverá ser enquadrado –,através do olhar condal, primeiro, e depois régio, acrescentando-lhe apenas alguns detalhes do foro eclesiástico, fruto de investigações mais recentes sobre
    a arquidiocese de Braga que me parecem profundamente inovadoras. Quanto à cronologia, ela facilmente se explica: o termo a quo, 1096, coincide com a criação do Condado Portucalense e a sua entrega à Infanta Dona Teresa e ao seu marido D. Henrique de Borgonha, filha e genro do Imperador Afonso VI de Leão e Castela; enquanto o termo ad quem, 1157 corresponde à morte do Imperador Afonso VII de Leão e Castela e, como consequência, a uma nova separação entre aqueles dois reinos, que entendo como um dos factores mais decisivos para a sobrevivência e continuidade de Portugal como reino independente.

    Isto é um exemplo do Senhor José Mattoso que erra e nada acontece. Mas existem provas da mentira fabricada no Estado Novo.

    On peut voir différentes opinions sur l’origine de ce prince dans l’Histoire génér. de Portugal , par M. Lequien-Neuville, Paris, 1700, tom. I, p. 70, et mieux encore dans l’ Histoire génér. de Portugal , par M. De La Clede, Paris , 1735, tom. I, p. 157, Volfange, dit-il , ( il devait dire : Wolfgang Lazius) le fait naître à Limbourg. Cette altération de nom n’est pas la seule faute qu’il ait commise. C’est une plus grande méprise encore d’avoir, p. 156, placé le mariage de Henri avec Thérèse sous l’année 1072, cette erreur a déjà été relevée par M. d’Hermilly, traducteur de l’Hist. générale d’Espagne, de Jean de Ferreras, Paris, 1744, tom. III, p. 275, note C – Lazius dans son ouvrage De Gentium aliquot migrationibus a commis de plus graves erreurs encore par rapport au duc Henri, a qui il donne pour frère Adalbert, archevêque de Mayence et pour fils Henri, roi de Portugal et Conrad qu’il dit avoir été le dernier duc de la maison de Limbourg

    HENRICVs primus Comes Limburgicus, post discessum Godofredi, Balduini, & Eustachij, Bulloniensium fratrum & Ducum Lotharingiæ, ab Henrico quarto Imperatore factus est Dux Lotharingiæ,cui postca opem ferens contra Henricum V. filium, ab ipso Henrico filio primùm proscriptus eft,vnà cum eius filio,& deinde reftitutus. Henricvs secundus:Dux Lotharingiæ,& Comes Limburgensis

    O Conde Henrique vem de Limburg e não da Borgonha como o Senhor José Mattoso afirma sem prova alguma, isso é que é grave, mentir é muito feio.

    João Felgar

  2. D. Afonso Henriques – José Mattoso – Google Bookshttps:
    //books.google.com › books › about › D_Afonso_Henriques
    Title, D. Afonso Henriques Reis de Portugal, ISSN 2182-388X. Author, José Mattoso. Contributor, Universidade Católica Portuguesa. Centro de Estudos dos …

    Reis de Portugal – BNP – Bibliografia Nacional Portuguesa
    https://bibliografia.bnportugal.gov.pt › bnp › bnp.exe
    2 – D. Afonso Henriques / José Mattoso ; coord. cient. … de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa da Universidade Católica Portuguesa.

    Os Reis Portugueses, não foram Católicos, não, mas o Senhor José Mattoso, inventou, criou uma fantasia porque “José Mattoso, Colaborador Universidade Católica Portuguesa. Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa”

    Vamos às provas da Verdade histórica e eu não sou Historiador, mas em Portugal na Republica dão muita importância a pessoas que inventam.

    Ego Alphonfus Portugallia Rex filius illustris Comitis Henrici,nepos fione habita magni Regis Alphonsi,coram vobis bonis viris Episcopo Bracarensi.com Epifcopo Colibrienfi ; &• Teutonio , reliquisque magnatibus, officialibus, vassallis Regni mei in hac Cruce’area, din hoc libro Sanétifsimorum Evangeliorum juro cum ta&tu manuum mearum, Quod ego mifer peccator vide hisce oculis indignis verum Dominum nostrum Jefum Chris stum in Cruce’extensum in hac forma. Stuardas Rex 1392.ex hoc Margarita Franciæ Regina. Jacobus I.Rex Scotiæ 1437. occisus. Jacobus II. Rex occisus 1462. Jacobus IV. Rex oco cisus 15 13. huic Vxor Margarita fupradi&ta Henrici VII. filia, aviaque Ma. riæ, ad quam jure hæreditario Regnum Angliæ succedere debebat Jacobus V.Rex veneno necatus.

    confirmar’ona refurreyçam co grande poder, is. ir com’o Sinetiflimo Sacramento o inundo. Icunn. 19. est inibi omnis porestas in cælo, & in rerra. azer o Anjo cita advertencia à S. Iofcpli no E quc a Lgreja canta neste dia, fazia Dios a mef. Hul. 28. ncia a Portugal: jofeph fih David! Recognofce fumet domui David: Mlustres Portuguclis rc., cit: Principe, que nasce en dia tan alegro, a 1.do Rcy.prometido a el Rey D. Alfonso Henriques: primsyro fūd.dor de sua Cafe Real.Vcde ncileco molc dcfcmpenba Dcos de sua palavra, como cumpre sua promeffa for hūa no hcr a Sereulli na Senhorabo. na Catherina:l’ide impletum in ea:Scovedes incftcdi.R cncuberto,veliolicys a seu tempo Rey descuberto,feftis jalohcys mays avāti Rey cöfirma Jo: Recognofce quod promissum cst doinui David. Pfal.18.n. Melhor o Propheta Rey. Diz, que os dias (cfallam:Dies diei eructai verbum:& nox nofti indicar scientiam

    Nobedientem SAULEM Ifraëlitarum Regem solio exturbat DE. VS; ci DAVIDEM duium Paftorem insigni pictate juvenem substituit, qui fa ceret omnes voluntates eius. Noui Regis in, auguracionem peragit SAMUEL lenticulâ olei, quia difficilis ac diuturna lueta hominem manebat, priusquam Regni plenam pollellionem adipisceretur.

    DAVID ÆTHIOPIÆ REX. Legatio David Aethiopiæ Regis, ad Sanctissimum D. N. Clementem Papā VII. vnà cū.obedientia, eidem sanctiss. D. N. præstita. Eiusdem Dauid Aethiopiæ Regis Legatio, ad Emanuelem Portugalliæ Regem. Item alia legatio eiusdem Dauid Aethiopiæ Regis, ad Joannem Portugalliæ Regem. De Regno Aethiopiæ, ac populo, deq moribus eiusdem populi, nonnulla. Bononiæ apud Jacobum Kemolen Alostensem. Mense Februario. An. M.D.XXXIII. 4to.

    Em todos estes registos em latim que faculto, vem nomes de Reis Portugueses, com a ligação à casa de David, o Cristianismo é Judaismo. E ao falarem de Jacob, Josephus, David, Saulem, existindo mais registos destes Reis Portugueses como Judeus.

    OSANNA IN ALTIS:IMIS , fupple audistur, ut fit quasi ardens populi cxhortatio ad exclamandum magnis vocibus Oranna Regi suo : vel,in , positum est pro , ex , hoc fenfu: Osanna , feu falus ac prosperitas, veniat Rogi nostro divinitus de cælis altislimis. Similis phrasis cft Pfal. 148. v. 1. Laudate Domini’m de colis, lat:detecllm in excelfis, id elt de excelsis : est enim repetitio Hebræis familiaris.

    Falam também da expulsão de 124 mil famílias Judaicas que vem Constantinopla do reino da casa do Vaticano da Católica que expulsou os Judeus e Portugal e Espanha recebemos de braços abertos.

    E aqueles que inventam e mentem, lhes serão riscados os seus nomes da História aquando da Monarquia

    João Felgar

  3. Mais registos de Reis Portugueses y Castela y Aragão e Navarra como Judeus, a verdade ela existe, já chega de mentiras da Igreja Católica Romana e Apostólica

    Registo 1

    בשורת מתי עד היום הזה כמוסרה עם היהודים ונחבא במערותם ועתה באחרונה מתוך חוריהם ומחושך מוצאת לאור שנת הנך הרה ויולדת בן לפק מגאולתנו פה בפאריס האם בצרפת: EVANGELIVM HEBRAI cum Matthæi, recèns è ludæorum penetralibus erutum, cum interpretatione Latina, ad vulgatam quoad fieri potuit, accommodata. P A R Is Its, Apud Martinum Iuuenem.fub infigni D. Chriftus phori,è regione gymnasii Cameracenfium. M. D. I Y. .EPISC 19. TILIUS Briocen. Carolo Lotharingo principi Cardinali ampliß. S. P. D. Nno superiore profectus in Italiam, inter multos ac varios libros, hoc diui Matthæi Euangelium Hebraicum re. peri: quod equidem vt non aufim adfirmarede co quod fua ille lingua diuinitus coscripsit,expressum, ita ex eruditorum hominú & Cifalpinorum & Träsalpinorum testimonio atque prædicationc, possum asserere à Rabbinica dictione pluria

    Registo 2

    Benedictum quod venit regnum patris nofiri David: cujus scilicet restauratio per Melliam futura, & tam diu exspectata , am tandem venit. Vnde quod hic addit Matth. Benedictus qui venit &c. Lucas cxprimit, Benedi&tus qui venit Rex, id cft omni benedictione & prosperitate repleatur Rexiste no• ster Mellias. Q!’I VENIT , non tamquam feipfum ingerens , sed IN NOMINE DOMINI, id est missus à Deo, & perfonam gerens Dei, vifitantispopulum suum. OSANNA IN ALTIS:IMIS , fupple audistur, ut fit quasi ardens populi cxhortatio ad exclamandum magnis vocibus Oranna Regi suo : vel,in , positum est pro , ex , hoc fenfu: Osanna , feu falus ac prosperitas, veniat Rogi nostro divinitus de cælis altislimis. Similis phrasis cft Pfal. 148. v. 1. Laudate Domini’m de colis, lat:detecllm in excelfis, id elt de excelsis : est enim repetitio Hebræis familiaris.

    Registo 3

    JESUS NAZARENUS REX JUDÆORUM Joanc. & v.19. REGI SÆCULORUM IMMORTALI 1. ad Tim. I. v. 17. FILIUS ÆTERNUS PATRI ÆTERNO Factus obediens ufque ad mortem, ad Philipp.2.v.7.

    Registo 4 – Now the reign of Portugal, with Judeus Reale

    D. Joannes gratia Dei Portugaliæ, e Algarbiorum Documento Rex. Notum facimus omnibus qui Num. 28. hanc chartam donationis viderint , quod nos considerantes multa , & ftrenua seruitia quæ recepimus de D. Nuno Alures Per. nostro Condestabre in hac guerra, adjuvando nos ad defendendum, & liberandum hæc Regna à subjectione Regis Castellæ, & ideò volentes ei remunerare sicur bono domino conuenit facere suo bono seruitori, volentes ei facere gratiam, & mercedem , ex noftra potestate absoluta , & noftra certa scientia damus ei, & donamus, & facimus puram donationem inter vivos de jure , & hæreditate , in æternum valituram , de istis Villis , & locis cum suis Castellis quæ fequuntur. Primò Villa Viçosa e Borba, Eftremoz, Euora Monte , Portel, Montemor honouo, Almada , Sacauem, cum suis Reguenguis , Frielas, e Unhos, e Camarate , e Colares cum suis terminis , e Reguenguis, & seruitium Reale Judæorum Civitatis Llisbonæ, & sui termini & comitatum de Ourem cum omnibus terris

    Registo 5

    Ad hoc uterque rex quator castella in fidelitatem ponit. Rex verò Adefonsus ponit in fidelitatem Nagaram, castellum christianorum, et Or, castellum judaeorum, et Arnedum, castellum christianorum, et Celorigon, castellum judeorum. – Sanctius rex Navarrae ponit Stellam et Castellum judeorum, et Funes et Marannon) (Mem. Histor, de Alfonso VIII, Apénd. iv, pág. Lxm

    Registo 6 – a expulsão dos 124 mil judeus de constantinopla pela Igreja Católica.

    Adde q rex Ferdinandus publico edicto(quod postea rex Emanuel Portugaliæ imitatus est) ocs Judæos, quorú cátionem fi ineas, circiter centum vigintiquatuor mille familiæ fuerunt, q ve valgo ereditur capita efficiunt octies centena inillia fua ditione eiecit. Turcicus vero imp.Baiazethes magno erroge regis perpenso folebat dicere, mirari fe regis Ferdinandi acumen & intelligentiam,q earė,quæ imperijs petentiá adderet, tanto nimi: rum populo te priuaret. Clementer itaq; exulib, Iudæis-suscepris certas fixit sedes Rhodum,Sałoficam Cóftantinopolim, S.Maurã alias& plures.

    A religião e o seu futuro em Portugal na Monarquia, é para nunca mais entrar em Portugal

    João Felgar

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