A Vanguarda e a Nova Vanguarda
O processo de negação do passado traz as formas novas, as formas do futuro e traz a vanguarda. A vanguarda cultiva o espírito novo, conquistando uma nova forma de linguagem acessível (por ser abstracta e racional), inteligível e passível de ser utilizada por todos, no presente e no futuro. Assiste-se à subalternização de qualquer influência das formas tradicionais.
O uso de um código fundamentado, não no passado, mas na mudança dinamiza o recurso a valores volumétricos, em permanente evolução. A investigação formal está associada, muitas vezes à metáfora da máquina, da velocidade e do movimento da urbe. Este novo código traz consigo novas técnicas e novos materiais.
O artista da vanguarda é um farol, traz sempre um ideal, a novidade e a verdade. O artista da vanguarda tem uma missão universal a cumprir e por isso tem necessariamente um estatuto elevado e visionário. É um símbolo heróico da eterna resistência a tudo o que é passado, tradicional, opressivo e corrompido na civilização burguesa, sendo mesmo considerado um salvador. Pretende construir o novo, a partir do espírito do tempo presente, para o futuro. Constrói a partir de uma forma elementar e racional que resulta da função, da técnica e da geometria e que não é usada como símbolo, mas antes como elemento facilmente reconhecível, à medida do Homem. A arte de vanguarda torna-se objecto privilegiado, moralmente inatacável e abstrai todos os sinónimos de beleza, erudição, técnica e virtuosismo.
O final dos anos sessenta aparece como um momento múltiplo e diverso. A procura pela liberdade é importante, mas o interesse pela ideia de progresso e do constantemente novo desvaneceu-se. Cada artista passa a seguir a sua orientação pessoal em que já não faz sentido nenhuma espécie de ortodoxia revolucionária. Esta é uma época que se abre não só no sentido do futuro (vanguarda) mas também no sentido do momento, do agora e do passado (nova vanguarda). A procura dadaísta em muito contribuiu para a construção desta nova expressão. E o progresso constrói-se deste modo com passos no presente, no passado e no futuro.
O artista da nova vanguarda denuncia as fragilidades do artista herói. O artista da neo-vanguarda consagra o banal. O sujeito criador agora não se descreve segundo dogmatismos ou certezas irrefutáveis mas sim perante um universo aberto de possibilidades que não implicam um estado ideal de criação. A ideia de desconstrução associada ao artista da nova vanguarda pode sugerir destruição, mas na verdade trata-se do oposto, procura-se antes encorajar a pluralidade de discursos – não existe uma única verdade ou interpretação.
Susan Sontag, em 1966 no ensaio ‘Against Interpretation’ fala da necessidade do novo artista conceber com verdade e transparência para diminuir a importância do conteúdo, para que o todo se torne a preocupação central (‘To avoid interpretation, art may become parody. Or it may become abstract. Or it may become (‘merely’) decorative. Or it may become non-art.’). A propósito da eliminação entre a diferença entre forma e conteúdo, Sontag escreve: ‘What is important now is to recover our senses. We must learn to see more, to hear more, to feel more.’ (Sontag: 2008). Para Sontag, as obras de arte devem ser reais para o intérprete – evocando analogias e experiências: ‘to show how it is what it is, even that it is what it is, rather than to show what it means.’(Sontag: 2008)
Fazer arte ou arquitectura implica antes um conhecimento facilmente entendível por todos e que qualquer um possa fazer. Por isso estabelece-se um tempo multidisciplinar – todos os assuntos interessam e podem cruzar-se, incluem-se todas as contradições e todas as vontades do mundo. A arte pode assim coincidir com a vida e acompanhar as suas rotinas, trazer memórias e cultivar interesses individuais. O ego difunde-se. O artista pode ser um coleccionador de memórias, um utilizador de ideias em segunda mão. Luta por uma arte anti-elitista, anti-autoritária. A arte torna-se participada, comum, opcional, gratuita, anárquica, irónica, absurda e paródica. Apesar do niilismo e da desvalorização da arte sentida no final de sessenta, desmascaram-se verdades, e questionam-se critérios absolutos e universais. Coloca-se o sujeito perante a sua liberdade e responsabilidade, agora não mais controlado, nem sufocado.
Ana Ruepp

O processo de negação do passado traz as formas novas, as formas do futuro e traz a vanguarda. A vanguarda cultiva o espírito novo, conquistando uma nova forma de linguagem acessível (por ser abstracta e racional), inteligível e passível de ser utilizada por todos, no presente e no futuro. Assiste-se à subalternização de qualquer influência das formas tradicionais.
O Meu Ato Criador, serviu para mostrar toda a verdade do nosso passado, o processo de negação do passado, levou me a procurar toda a verdade.
Descobrir tudo, os meus antepassados, da Realeza Portuguesa, Espanhola, Austríaca, Bélgica, Germania, até com o meu sobrenome. Descobrir que a Igreja da Monarquia pertence à casa de David desde o seu princípio, como o primeiro Rei em Portugal pertencente à casa de David.
Descobrir que outros usurparam valores da fé do Judaísmo, outros usurparam posição aristocrata e mentiram a vários povos nesta Europa.
Descobrir que as Lojas da Maçonaria existiram em Portugal, desde o tempo de D. João I Rei de Portugal, pela casa de Lancastre.
O meu ato da criação, vai ser a mudança de Regime da Republica para a Monarquia Tradicional com Liberdade e Democracia. Sem a necessidade da existência de golpes de Estado, como a Republica e a Católica o fizeram.
O meu ato de Criador é repor toda a Verdade de Portugal, ser Rei não é o importante, não é importante ter a coroa, não é importante ter títulos, não é importante a posição aristocrata, o importante é todos nós Portugueses sejamos capazes de sermos todos felizes e amarmos Portugal como ele é.
Rei
A Casa de David em Portugal. E em Espanha, Austria e Alemanha como protestantes
Reges habent in suis Regnis & Reg. 9. & in David 1. Reg. 16. Imperijs, á populis immediate probat que idem Mend.Sup.9.16. provenire, & ab illis eam imme : potestatem vero per populum diate accepisse;quæ sententia eft dacam effe,vt evincunt verba illa communis noftrorum in l. 1. ff. Deutor. 28. Regem tuum quem con- de const.Princip.& in l. 2. ff.de Airueris super te. Et plura alia quæ orig.jur. & in cap. per venerabiadducit cum Bellarm. Suar.con- lem. qui filij fint legit. vbi Patra Angl.d.lib.3.cap.3.à.n.6.vs- normit. & alij. Alciat. in l. bona que 10. Adhuc tamen admissa civitatis. ff.de vērb.sign.Mench. contraria opinione, quod Saul; illustı.cap.41.n.29. Cabed.2.p. & David potestatem regiam à 9. n. 2. Seraphin.de Iusto-ImDeo immediate accepiffent; vt pe, Lusit. d. cap.6.n. 19. Trade David existimat Soto de lust. duntq; etiam Theologi cum D. lib.4.9.2.art. 1.& de vtroq; Nav. Thom.2.2.9.90.art.3.&q.97.Ca in d.cap. novit. notab. 3. n.33.86 etan.in opulc.de potest.Papæ.p. 147. de Iudic. Mend. in d. lib. i. 2.cap.2.& 10. Victor, in relcct. Reg.cap.8.n.s.in exposit.litteræ de potest.civil.Suar.de leg.lib.3. 9.17.Seraphin. Lusit.de justo Im d.cap.4.n. 2.Et de noftris Regiperio Asiatico Lusitano.cap.6. bus Lusitaniæ in terminis aflen. 19.sentitque Suar.de leg.lib. 3. rit Molin.de justit.tract. 5.difp.3. cap. 4. n. 2. Exempla illa non n. 5. deducitur que optime ex constituunt regulam erga alios primis huius Regni Comitijs Lameci Vt méci congregatis per Regein 36 Et hanc fuiffe legem il Alphonsum Henriquium, relatis tam nuncupatain Regiam cuius à Fratre Antonio Brandonio meninit Vlpianus in l. 1. ff. de Chronographo Regni prima const. Princp: Iustinianus in 9. rio,in Monarch.Lulitan. 3.p.lib. fed & quod Princip. inst. de jur: 10. cap. 13. vbi prima illorum natural.gentium, & civili, per propositio’facta ad totius Regni quam populus omnem suam po populum, ea fuit: Congregavie vos testatein in Imperatores transtu Rex Alphonsus
Prædi ctus igitur Alfonsus Rex Portugaliæ ex eadem Alfonsi filia genuit Dionisium. Hic factus adolela cens cum nobilissimæ Indolis valdè prudens , atque decorus foret. Rcgem ALFONSÝM Avum suum, apud Hispalim visitavit, cui enixe, & pro singulari munificentiæ dono postulavit , quatenus Regnum Portugaliæ dignaretur ab eo tributo liberare, quò Regibus Castellae ; si Legionis tenebatur ; videlicèt ve ad eorum curias Reges vocati accederent, & demum trecentos milites contra Mauros requisici mittere astringerentur. Rex verò ALFONSVS , & fi rem difficilem conspicere , paululum fubliltit: fcquutus tamen cuiusdam militis consilium, vr altec Amon filij David, qui consilio lonadab rem fecié libi , & populo damnolam, vt erat magnificentissimus’, nepoti cum suo , nec minus totius Regni dilcrimine complacere decrevit.
Ferdinandus publico edicto(quod postea rex Emanuel Portugaliæ imitatus est) ocs Judæos, quorú cátionem fi ineas, circiter centum vigintiquatuor mille familiæ fuerunt, q ve valgo ereditur capita efficiunt octies centena inillia fua ditione eiecit.
Rex verò Adefonsus ponit in fidelitatem Nagaram, castellum christianorum, et Or, castellum judaeorum, et Arnedum, castellum christianorum, et Celorigon, castellum judeorum. – Sanctius rex Navarrae ponit Stellam et Castellum judeorum
Sinetiflimo Sacramento o inundo. Icunn. 19. est inibi omnis porestas in cælo, & in rerra. azer o Anjo cita advertencia à S. Iofcpli no E quc a Lgreja canta neste dia, fazia Dios a mef. Hul. 28. ncia a Portugal: jofeph fih David! Recognofce fumet domui David: Mlustres Portuguclis rc., cit: Principe, que nasce en dia tan alegro, a 1.do Rcy.prometido a el Rey D. Alfonso Henriques: primsyro fūd.dor de sua Cafe Real.Vcde ncileco molc dcfcmpenba Dcos de sua palavra, como cumpre sua promeffa for hūa no hcr a Sereulli na Senhorabo. na Catherina:l’ide impletum in ea:Scovedes incftcdi.R cncuberto,veliolicys a seu tempo Rey descuberto,feftis jalohcys mays avāti Rey cöfirma Jo: Recognofce quod promissum cst doinui David
João Felgar