
A amizade também significa uma comunhão de diálogos e de experiências de vida, um tocar, um alcançar, um deter e um comover.
Partilhei a docência de Finanças Públicas na Universidade Lusíada com a Eduarda, durante largos anos. Fomos testemunha uma da outra num processo de evolução no ensino superior privado.
Em visitas regulares à casa de cada uma, no período que acima refiro, fui acompanhando o empenho profissional da Eduarda, por uma atividade laboral, na qual o seu cuidado e disciplina expunham vigor inequívoco.
Desafiou a coragem na luta contra a realidade que a capturava nos últimos tempos.
O meu desejo
Que sempre o humano e o natural se confrontem no plano dos sentimentos.
Que baste a perceção do afeto da amizade e que nos fique como surpresa e memória.
Teresa Bracinha Vieira