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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Crónica da Cultura

CRÓNICA DA CULTURA

UMA NOVA ERAA DE UMA EDUCAÇÃO PARA A PAZ   Tornar-se especialista em resolver os conflitos humanos pelo diálogo, eis um trabalho hercúleo, um trabalho de maturidade que pensa a vida. Escutar o que o outro tem para dizer, ampliar as visões, destruir o cimento dos preconceitos, será um adejo com o qual até os […]

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AS TENTAÇÕES DO PODER E A TRAGÉDIA

  Perante os horrores que estamos a viver, escrever o quê? O meu desejo era tão-só pôr como título: Ucrânia: o horror. Depois, pedir para colocarem na página em branco a imagem de uma cruz e, no fundo à direita, duas palavras: Lágrimas e solidariedade. E era tudo. Mas estamos na Quaresma e, no Domingo […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

  De 14 a 20 de março de 2022. Na celebração do centenário da “Seara Nova” cabe recordar o papel desempenhado por Jaime Cortesão, com Raul Proença, na direção da Biblioteca Nacional (1919-1927).   Uma tarefa fundamentalJaime Cortesão foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional a 5 de abril de 1919, no rescaldo da morte de […]

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REGRAS TÉCNICAS. E AS PESSOAS?

  Do que aqui se tem dito, facilmente se poderá entender que a perplexidade de quem pretende encarar e ajudar a resolver a “crise” decorre, por um lado, da crescente verificação de que as receitas “técnicas” que, aparentemente, poderiam trazer uma saída viável não se coadunam, nem com a capacidade das populações para aceitarem os […]

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QUANDO SE CANTAVA ÓPERA NO PALÁCIO DE QUELUZ

  Refere-se novamente a alternância entre teatros históricos, teatros românticos e neo-românticos, cineteatros e teatros contemporâneos, bem como a sequência de crónicas e evocações de edifícios de vocação de espetáculo e edifícios onde também se produziram espetáculos, mesmo que para tal não fossem especificamente concebidos e construídos. E assim, nessa alternância de temas, descrições e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

    96. PACIFISMO E BELICISMO (II) Para os pacifistas, os realistas são seres humanos doentes, sendo premente analisar como pode a humanidade sobreviver a uma doença letal de que são portadores fabricantes do terror absoluto, numa sociedade contemporânea tecnicamente evoluída, em que a ciência perdeu a inspiração humanista, ao invés de uma visão pacifista […]

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