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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

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London Letters

LONDON LETTERS

The electoral uncertainty, 2015 O Conservative Party é o partido dos ricos? E será o líder do Labour o Vladimir Ilytch Ulyanov que o United Kingdom nunca até hoje produziu? Estas são algumas das lancinantes angústias que perpassam o debate eleitoral, quando as sondagens apontam para um empate técnico entre os dois grandes candidatos ao […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

De 2 a 8 de fevereiro de 2015.   A realização do Dia de Ramalho Ortigão, graças à parceria entre o Centro Nacional de Cultura e o Centro Cultural de Belém, constitui uma oportunidade significativa para recordarmos, no ano no centenário da morte do escritor, uma importante referência da cultura do final do século XIX, […]

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SONETOS DE AMOR MORDIDO

Isabel de Portugal por Ticiano INTERVALO Galla Placídia Augusta tem, na história da gente real, uma grandeza tão mítica como a de Dido, rainha de Cartago, que Eneias desprezou para ir fundar Roma… Ou talvez maior, precisamente por ter sido real, no tempo e no modo, o seu sonho, o seu esforço, a sua coragem […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Uma leitura acerca da realidade urbana de Cergy-Pontoise em ‘L’ami de mon amie’(1987) de Eric Rohmer.   ’C’est un peu comme un village ici. Ça m’avait dejá arrivé de tomber sept fois sur la même personne alors que j’avais lui dit bonjour une première fois.’ Fabien em ‘L’ami de mon amie’ de Eric Rohmer […]

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ana ruepp

SONETOS DE AMOR MORDIDO

Carlos V de Habsburgo   5. A CARLOS V, EM YUSTE ABDICADO          Erguendo as mãos, Te levo este embaraço:       na coroa, império, amor, não tive sorte,       e já nem sei qual foi a pior morte,       se a de Isabel, ou só o meu cansaço…         Não desci, nem deixei o trono só:  […]

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PORVENTURA VERSOS

9. Foi quando nesta vida Uma morte me surgiu Desfalecida e peregrina Por um atalho que nunca lhe cedi   Exigi-lhe promessa de segredo Ao que ela queria chamar consolação   Mas meu canto Àquele que só eu subi Esqueceste   Ó morte!   Que só por meus olhos vi O que quiseste levar mentindo […]

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ATORES, ENCENADORES (VIII)

EVOCAÇÕES, DESLOCALIZAÇÕES   Faz-se hoje referência a dois aspetos distintos de uma política, digamos assim, de descentralização e deslocalização teatral: atores, encenadores, que ou fizeram a carreira fora de Lisboa, ou que foram devidamente homenageados fora de Lisboa. E tenha-se presente que esta circunstância não é despicienda, dada a secular centralidade do teatro-espetáculo em Portugal. […]

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London Letters

LONDON LETTERS

A Greek mood, 2015 É um olímpico quadro do romance de Kazantzakis fixo no celuloide. A película data de 1964, tem notas de Theodorakis e é a preto e branco. Alan Bates, o escritor de imaculado fato branco, dirige-se ao desalinhado Anthony Quinn. Will you teach me to dance?, pergunta Basil a Zorba. Em linha, […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

De 26 de janeiro a 1 de fevereiro de 2015. Ulrich Beck (1944-2015) foi professor da Universidade de Munique e da London School of Economics e um dos mais importantes sociólogos contemporâneos, cuja reflexão é fundamental para compreendermos os erros e as saídas para a atual crise. «A Europa Alemã: De Maquiavel a “Merkievel”. Estratégias […]

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SONETOS DE AMOR MORDIDO

4. A JERÓNIMO SAVONAROLA         De teus olhos, Senhor, me afugento,       eu que tanto deles me aproximei,       porque já cego sou daquele alento,       tão duro,de gritar a tua lei!         Bem sei, sei bem que a fúria do tormento,       que me anima e fere o fraco peito,       já não será mais o teu mandamento, […]

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