PORVENTURA VERSOS
28. Aberta a história Espreitam-se os sonhos da humanidade Ou do seu aniquilamento Aberta a história Não se descortina sequer a sua cronologia Pensa-se então no fazer de novo Como se na anterior história que espreitámos Não tivesse havido um antes Posto que não ouvimos nem lemos Uma linguagem que o exprimisse […]