PORVENTURA VERSOS
17. Mancebo o cravo Já não da árvore ou tão pouco flor Exaltou a memória De vitórias De antes, de muito antes, de se ter sentido flor Contou e disse Por gentes estrangeiras Que o regaram Sou mero sábio cego aos tempos de futuro mas do passado e do presente sou mágico […]