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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraDIGO, PORQUE SEI A aldeia descansava do corpo sangrado e abria-se aos sinos de domingo que, de algum modo, pediam coragem e fé. O cansaço que lhe cabia ao domingo suportar, devotava-o à missa, e o sentido simples de que a vida começaria de novo lá onde se encomendavam as orações mais perto de […]