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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Fluxus e a pujança da banalidade.Em Wiesbaden, na Alemanha, o primeiro de uma série de eventos internacionais organizado por George Maciunas, marca a formação do movimento FLUXUS e a fixação deste nome. Esta palavra está associada à palavra latina fluxus (de fluere – fluir) mas também ao processo médico da catarse bem como à […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Pierre Soulages e a luz reflectida  ‘Le geste véhicule généralement des états d’âme‘, Pierre Soulages, 2002  No livro ‘Pierre Soulages. Noir Lumière. Entretiens avec Françoise Jaunin.’ (2002) afirma-se Soulages (1919) como o pintor do negro. Mas o seu material primeiro é a luz – ‘Negra luz’. O negro de Soulages faz nascer o espaço e […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Rothko e o ato de pintar. ‘Je souscris à la réalité concrète du monde et à de la substance des choses.’Rothko, 1945   Mark Rothko em ‘Écrits sur l’art, 1934-1969’ (2007) escreve que a satisfação do impulso criador é uma necessidade biológica de base, essencial para o homem. O homem absorve e naturalmente exprime. Os […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Modrian e a Verdade que Ascende a Natureza.   ‘For every form, even every line, represents a figure, no form is absolutely neutral.’ Piet Mondrian, 1937   Segundo Mondrian, no texto ‘Plastic Art and Pure Plastic Art’ (1937), existem duas inclinações humanas, diametralmente opostas, para produzir arte: uma que é expressão de uma beleza universal […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Robert Venturi e a Força do Pop   ‘Os velhos clichés que envolvem tanto a banalidade quanto a confusão continuarão sendo o contexto de nossa nova arquitetura, e, significativamente, a nossa nova arquitetura será o contexto deles.’ Robert Venturi, 1966   Robert Venturi (1925) é discípulo de Louis Kahn e logo após de estadia […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Cinco factores associados à emergência do Movimento Moderno   O Movimento Moderno, em arquitectura, surge associado à ideia de vanguarda, como resposta formal social ao processo de industrialização e à crença no progresso que pode transformar a finalidade da arte. Emergiu, em certa medida, de acordo com a articulação dos seguintes factores: 1. Definição […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

A Vanguarda e a Nova Vanguarda   O processo de negação do passado traz as formas novas, as formas do futuro e traz a vanguarda. A vanguarda cultiva o espírito novo, conquistando uma nova forma de linguagem acessível (por ser abstracta e racional), inteligível e passível de ser utilizada por todos, no presente e no […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Etty Hillesum (1914-1943)   “Etty Hillesum  e Carl Gustav Jung e a importância do eu desconhecido”   ‘Eu costumava achar que tinha de produzir muitos pensamentos geniais por dia e agora, por vezes, sou como um terreno em pousio, onde nada cresce, mas sobre o qual paira um céu baixo e sereno.’ Etty Hillesum, […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  O sujeito artístico no final dos anos sessenta   No final dos anos sessenta, uma nova vanguarda define-se ao afirmar o artista como homem comum que procura o momento, o agora, o local. É importante criar segundo as circunstâncias do momento. O momento, todo o momento, mais nada senão o momento. Criar implica um […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

    A crítica ao Modernismo – a introdução ao Pós-Modernismo   Será o Pós-Modernismo uma nova face do Modernismo? O final de sessenta apresenta condições revolucionárias paradoxais, ao desejar erradicar a ideia de progresso, surgem fenómenos que voltam a olhar para o passado, para a tradição e até por vezes negando o processo de […]

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