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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

ATORES, ENCENADORES – XLIII

A MODERNIDADE DE EMILIA DAS NEVES NA RENOVAÇÃO DO TEATRO PORTUGUÊS Nesta série de evocações, temos sempre presente que o conceito estético de “modernidade” em arte transcende a própria cronologia. “Modernos” são os que renovaram e mantem hoje qualidade. Isto, em termos gerais: mas é evidente que na arte de representar, antes do cinema pelo […]

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ATORES, ENCENADORES – XLII

AGUSTINA BESSA-LUÍS E O TEATRO DE REVISTA Como sabemos, as ligações de Agustina Bessa-Luís ao teatro são vastas e sólidas – e no que se refere à sua própria criação, extremamente qualificadas, numa aplicação do seu enorme talento literária às artes de espetáculo. Lembremos a qualidade e heterogeneidade temática e mesmo estética da sua dramaturgia, […]

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ATORES, ENCENADORES – XLI

O TEATRÓLOGO BOCAGE, DO PRÉ-ROMANTISMO AO PÓS-EXPRESSINISMO Assinalaram-se ontem (15 de Setembro) os exatos 250 anos do nascimento de Bocage: e no próximo dia 21 de Dezembro deste mesmo ano de 2015, poderemos e deveremos evocar os exatos 210 anos da sua morte, prematura mesmo na época, mas sobretudo sofrida, fisicamente e psicologicamente. Vida curta, […]

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ATORES, ENCENADORES (XL)

Francisco Ribeiro em “Um Homem Só” de Costa Ferreira – Teatro Nacional Popular – Teatro da Trindade, 1959Desenho de Frenando Bento, in Dicionário do Teatro Português; dir. Luis Francisco Rebello/ Prelo ed.   OS “COMPANHEIROS DO PATIO DAS COMÉDIAS” Temos aqui feito evocações e análises de um conjunto de iniciativas que, a partir de meados […]

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ATORES, ENCENADORES (XXXIX)

                      NOTA BREVE SOBRE TEATROS UNIVERSITÁRIOS Nesta série de evocações e análises do espetáculo teatral, é justo fazer uma referência, mesmo que breve, às iniciativas ligadas às Universidades. O movimento não é apenas dos nossos dias, muito embora se registe um desenvolvimento do interesse e […]

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ATORES, ENCENADORES – XXXVIII

EVOCAÇÃO HISTÓRICA DE UM CHAMADO “TEATRO NOVO” Fazemos hoje uma evocação histórica. Como seria o teatro-espetáculo, as suas salas, atores e público no século XVIII? Não é descabido, nesta série de referências – que vão desde atores do século XIX até aos que, felizmente, estão hoje em plena atividade – analisar uma peça do século […]

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ATORES, ENCENADORES – XXXVI

“ENCERRAMENTO” DOS PERCURSORES DO EXPERIMENTALISMO Temos recordado, nesta série de artigos, as primícias do chamado experimentalismo teatral, a partir do início do século XX. Há que ter presente, entretanto, a ambiguidade da expressão e a sua relatividade artística. Por um lado, como já vimos, as companhias ou agrupamentos de atores e encenadores que como tal […]

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ATORES, ENCENADORES (XXXV)

Imagem: Eduardo Brazão – ilustração de Columbano Bordalo Pinheiro EVOCAÇÃO DO PRIMEIRO EXPERIMENTALISMO TEATRAL Na última crónica, referi duas iniciativas que marcaram a cultura e a prática do espetáculo em Lisboa no início do seculo XX: o Teatro Livre, de 1904, e o Teatro Moderno, de 1905, ambos por iniciativa do ator Luciano de Castro. […]

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ATORES, ENCENADORES (XXXIV)

Ramada Curto O INÍCIO DO EXPERIMENTALISMO TEATRAL Evocamos hoje dois movimentos que marcaram, no início do século XX, a renovação e atualização, em termos da expressão teatral-experimental, o teatro português, no plano integral –  o único verdadeiramente significativo – do texto, do espetáculo, da cena e da dramaturgia: movimentos “experimentais”, diríamos hoje, na altura efémeros, […]

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