auto_stories

Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

news

Subscrever por e-mail

Receberá apenas novas publicações - no máximo, um e-mail por dia.

Lista de artigos

ANTOLOGIA

 Centro Nacional de Cultura, 1960Isabel Ruth, Fernando Amado, Manuela de Freitas e Glória de Matos ATORES, ENCENADORES (XVII)GLÓRIA DE MATOS NO TEATRO E NO CINEMApor Duarte Ivo Cruz Já aqui tivemos oportunidade de recordar a deslocação ao Brasil do Grupo Fernando Pessoa – GPF. As celebrações do centenário do ORPHEU, e designadamente a realização, em […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

 Jacinto Ramos nos “Comediantes do Porto”  ATORES, ENCENADORES (XVI)JACINTO RAMOS E O TEATRO DO NOSSO TEMPO – TNTpor Duarte Ivo Cruz Já aqui fiz referência ao teatro Villaret, iniciativa de Raul Solnado que o dirigiu desde o espetáculo inicial em 1964, até 1968. Solnado realizou, como diretor e como ator, uma ação relevante no ponto […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (XV)O ATOR TASSO – O TEATRO TASSO E A ATIVIDADE TEATRAL DESCENTRALIZADApor Duarte Ivo Cruz Faça-se aqui uma evocação do ator Tasso e do Teatro Tasso da Sertã, no centenário da inauguração da sala (1915) que hoje, reformada e adaptada a cine-teatro em 1953, e que se mantém em atividade, designadamente dando […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

ATORES, ENCENADORES (XIV)MARIA VITÓRIA, NOME DE TEATROpor Duarte Ivo Cruz No texto que dedicamos aos teatros do Parque Mayer referimos como sala “inaugural” desta concentração urbana de edifícios e atividades de cultura e lazer, o Teatro Maria Vitória. Foi efetivamente o primeiro a ser construído, na fase inicial de urbanização do recinto, datada, no que […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

ATORES, ENCENADORES (XIII)OS 60 ANOS DO TEATRO DE ARTE DE LISBOApor Duarte Ivo Cruz O Teatro de Arte de Lisboa (TdAL), foi uma companhia que, em diversas temporadas, com irregularidade desde 1955-56 até ao início dos anos 70, levou ao Teatro da Trindade um repertório inovador e um elenco de primeira qualidade para o nosso meio […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (XII)DESCENTRALIZAÇÃO TEATRAL – O ÚLTIMO ESPETÁCULO DE AMÉLIA REY COLAÇOpor Duarte Ivo Cruz Há uma certa simbologia, perdoe-se o eventual exagero da expressão, na despedida de cena de Amélia Rey Colaço. Pensemos da sua vasta e exemplar carreira, e particularmente, nas dezenas de anos em que dirigiu a companhia do Teatro Nacional […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (XI)HOMENAGENS A UM GRANDE ATOR E A UMA GRANDE ATRIZpor Duarte Ivo Cruz   Nos anos 60, inauguraram-se em Lisboa dois teatros em homenagem a dois grandes nomes do teatro português. O que está longe de ser inédito, mas merece destaque pela quase simultaneidade mas sobretudo pela referenciação dos artistas homenageados. Referimo-nos ao […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (X)EVOCAÇÃO DO CINQUENTENÁRIO DO TEATRO MODERNO DE LISBOApor Duarte Ivo Cruz O Teatro Moderno de Lisboa representou uma inovação da atividade teatral no ponto de vista simultâneo de repertório, de elenco, mas também de organização dos espetáculos, de espaço e de acesso a um público de certo modo específico e menos habitual […]

Ler mais east

ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (VIII)EVOCAÇÕES, DESLOCALIZAÇÕESpor Duarte Ivo Cruz Faz-se hoje referência a dois aspetos distintos de uma política, digamos assim, de descentralização e deslocalização teatral: atores, encenadores, que ou fizeram a carreira fora de Lisboa, ou que foram devidamente homenageados fora de Lisboa. E tenha-se presente que esta circunstância não é despicienda, dada a secular […]

Ler mais east