
NADA EM VÃO
Os vestígios de mim
Estão nas mãos das árvores
Os pensamentos inclinam-se
Nas hastes e depois voltam-me
Soltos
Um a um
Menos cansados
A lembrarem-me melhor do que são feitos
E do que sempre quiseram ser
E ao esquivo poente eu digo:
Que vejo
Que vivo
Que me lembro
E o que devo
Te brindo
Por me teres ousado
Nesse modo de luzir
A luz
Teresa Bracinha Vieira
E, aos que não têm hábitos de leitura e nada lêem Senhor ! porque lhes dais tanta dor !? porque padecem assim !?
Por um Portugal mais saudável do que “culto”.
Melhores cumprts. fl