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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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CADA ROCA COM SEU FUSO…

 

UMA DATA PARA LEMBRAR…


Quando há alguns anos houve alguém, decerto por menos conhecimento (é o menos que pode dizer-se), acabou com o feriado do Primeiro de Dezembro, houve um justo coro de vozes a recordar que se tratava de tentar esquecer uma primeira data da nossa identidade histórica e por isso primeiro feriado civil da República. De facto, logo no ano de 1910, a primeira comemoração profana foi a da libertação da Pátria de 1640. E esse momento foi tão importante que, por exemplo, do alto de uma guarita no Largo do Carmo, Francisco de Sousa Tavares afirmou que a libertação de 25 de abril de 1974 era a data mais importante depois do Primeiro de Dezembro de 1640. A 1 de dezembro de 1910, simbolicamente, também nasceu o que viria a ser a origem da “Renascença Portuguesa”, através da revista “A Águia” de Álvaro Pinto, na continuidade da qual Raul Proença e Teixeira de Pascoais protagonizariam o debate essencial sobre o patriotismo – para um, prospetivo e futurante, para o outro, saudoso e poético, mas para ambos crucial para a definição da cultura portuguesa: lírica ou trágica, mas igualmente picaresca… Se a Revolução de 1820 invocou a Regeneração, que em 1851 daria lugar a um compromisso de acalmação política para quase sessenta anos, a República de 1910 arvoraria a ideia de Renascença, que viria (depois do interregno ditatorial) a tornar-se raiz da democracia do último quartel do século XX. Eis por que faz sentido a lembrança da Restauração da Independência invocada neste Primeiro de Dezembro! Sim, sobretudo quando a fragmentação das autonomias ibéricas do Reino de Espanha demonstra o bem fundado da decisão da independência do ocidente peninsular. Senão vejamos sete pontos sacramentais: 1) O caráter marítimo do ocidente ibérico (“terras de Espanha, areias de Portugal”) e a vontade dos portugueses, para usar a explicação de Herculano, dão a Portugal uma identidade própria que se projeta universalmente; 2) Filipe I, nas Cortes de Tomar, teve consciência disso mesmo ao reconhecer expressamente a independência e o estatuto de Portugal, que se perderia com Olivares; 3) Na guerra dos trinta anos (1618-1648), a casa de Habsburgo que governava a Espanha, levou-nos para um conflito europeu e global que contrariou claramente o interesse estratégico de Portugal; 4) O apoio da França de Richelieu a Portugal no conflito seiscentista permitiu romper com um caminho inexorável de agravamento da decadência através de uma Corte tornada de Aldeia; 5) Perante a ameaça global da Holanda, havia que romper com a tentação de Conde-Duque de Olivares de unificação peninsular num só reino, sem as prerrogativas da independência antiga de Portugal; 6) Os conjurados de 1640 recusaram assim a tal “Corte na Aldeia” e ao dar o golpe sabiam que iriam iniciar uma longa luta de sobrevivência nacional, que começou na tentativa de mobilizar recursos para fazer uma política colbertiana – ouvindo Luís Mendes de Vasconcelos, Conde da Ericeira, Severim de Faria, Ribeiro de Macedo, e seguindo as diligências diplomáticas na Holanda junto dos Cristãos-novos do Padre António Vieira) e terminou na exploração do ouro e dos diamantes do Brasil, sem o investimento na fixação, o que muito nos atrasou… ; 7) O certo é que Portugal seguiu um curso de independência, de acordo com a sua “maritimidade” e o desenvolvimento de uma língua, que se tornaria elemento congregador de várias culturas e alfobre de várias nações… Ao lermos alguns dos nomes dos quarenta conjurados, compreendemos que havia uma resistência, que se tinha solidificado perante a lógica autoritária de Madrid e a insensibilidade de Filipe III. Do mesmo modo, havia uma tomada de consciência de que o império iria desfazer-se, não só o do Índico (já fortemente enfraquecido), mas sobretudo o do Atlântico Sul e do Brasil. Eis os nomes: Antão Vaz de Almada, António Luís de Meneses (Marquês de Marialva), Francisco de Noronha, Francisco de Sousa (Marquês das Minas), D. Jerónimo de Ataíde (filho de D. Filipa de Vilhena e por ela armado cavaleiro com seu irmão Francisco Coutinho), Dr. João Pinto Ribeiro, João Sanches de Baena, Luís de Almada, Martim Afonso de Melo, Pedro Afonso Furtado, D. Rodrigo da Cunha (Arcebispo de Lisboa), Tomás de Noronha (Conde dos Arcos), Tomé de Sousa, Tristão da Cunha de Ataíde… Os nomes envolviam o clero, a nobreza e o povo – e reconstituíam a resistência que tinha levado ao trono o Mestre de Avis em 1385. Eis por que não se trata de uma celebração isolada, mas da afirmação perene de uma vontade de emancipação. E lembremos o que disse António Sérgio no pós Alcácer Quibir:  «Perante a vaga do trono português, sucedeu-lhe Filipe II de Espanha, que nas cortes de Tomar jurou as condições em que reinaria: a sua ideia não foi a absorção de Portugal, mas uma monarquia dualista, em que tínhamos perfeita autonomia, no mesmo pé do que Castela. Cumpriu religiosamente o que prometera; e foi seu neto Filipe IV, ou melhor o conde-duque de Olivares, quem, iludindo-as, provocou mais tarde a revolta dos Portugueses». Regressa à lembrança o sonho do Príncipe Perfeito, de um Império de base ibérica, com um rei português e Lisboa como centro de gravidade dessa realidade universal. Como salientou Vítor Sá:  «A restauração da independência de Portugal trouxe ao primeiro rei da nova dinastia, João IV, inimigos poderosíssimos, dificuldades diplomáticas e militares, que acabaram por ser vencidas nas linhas de Elvas, com o exército português já instituído por bons mestres (Schomberg). «Mostrou-se o povo, mais uma vez, como boa matéria-prima quando enquadrado por boa élite» — concede António Sérgio. Na conjuntura restauracionista teve lugar a primeira tentativa para se «assentar em bases firmes a economia da metrópole», com a política do conde da Ericeira. Mas essa tentativa resultou frustrada pela «sorte grande» que foi a descoberta das minas do Brasil».
 

Agostinho de Morais

24 comentários sobre “CADA ROCA COM SEU FUSO…

  1. E se eu afirmar que não existiu a restauração do nosso Reino, acredita ?

    Mas acredita numa mentira fabricada na Republica e acredita nela, porque alguém disse, não é ?

    Pense nisto, porquê é que, o João Felgar, vem com esta afirmação, para mostrar a verdade da vossa mentira ainda tenho que provar a minha verdade e a vossa mentira em celebrar algo que não existiu, vocês não tem forma de provar, mas tente arranjar textos antigos em latim e mostrar que eu estou errado, faça me isso.

    Então o Joãozinho IV era Infante Espanhol, filho de Teothónio III de Bragança, casado com Anna Velasco e era neto de Philippe II de Espanha casado com Catharina de Bragança e esta filha de Eduardo de Vimaranes.

    O Joãozinho IV eu falo assim, porque é meu antepassado, e então este era Rei da Inglaterra, de França e da Bélgica isto desde 1621 a 1640 em 1656 recebe de seu tio o Philippe III de Espanha o Felgarum o titulo de rei de Portugal, não teve que lutar com ninguém, recebeu e nesta data existiu a tal armada de Espanha contra a Inglaterra.

    Então o Joaozinho ia contra os seus pais, irmãos Francisco de Simoens de Lorvão, Francisco de Felgarum da Insua, ia contra os seus avôs, acha mesmo ? vocês são todos pessoas inteligentes acha que o meu sangue ia contra os seus pais ?

    Portanto a história da carochinha é para crianças que ainda não entendem, quando o philippe v de bourbon usurpou a coroa espanhola a Carlos II porque tinha falecido em 1700, os herdeiros naturais seriam o Philippe IV e Petrus II de Portugal pela casa da Austria e Habsburgo. Mas a Igreja Católica no seu melhor deu avalo para a coroa de Espanha ou Marranos a philippe v de bourbon, então surge a guerra de Portugal, Bélgica, Austria contra Espanha e França em 1700 a 1718, nesta altura os bourbons tinham formado uma grande liga (apoios da Turquia, Inglaterra) contra Louis XVI e ficaram com Espanha

    Portanto as guerras das lojas da maçonaria de bourbon e orleans contra França com ajuda da Inglaterra e Escócia desde 1690 a 1775, em Espanha com a morte de Carlos II em 1700 com ajuda da Igreja os turcos ascendem a Espanha em 1718.

    E os Franceses com os bourbons e orleans e napoleao, começaram a invadir a Europa e chegaram a Portugal, os aliados dos Franceses aquando da queda da bastilha, os Ingleses foram ajudar Portugal e julgavam os franceses que tendo apoio dos Ingleses que seria muito mais fácil a conquista dos reinos, estes bourbons e orleans, julgam que enganam toda a gente, com as histórias da carochinha.

    Aos iluminados portugueses, não sei o que vós faça, em 1834 os reis da altura, perdoaram a apoiantes de miguel de boubon o turco, perdoaram os crimes de sangue, muitas ditas famílias do antigo continuam com a mesma ideia, depois veio o regicídio, perdoaram quando não deviam, erro crasso, o REI, é outro pode não haver perdão.

    João Felgar

    1. Muito agradecemos todos os comentários. Não poderemos, no entanto, publicar textos muito extensos. Teremos o maior gosto, no entanto, em registar tudo, que leremos e arquivaremos com todo o cuidado. Os comentários não deverão exceder 500 caracteres. Os comentários maiores deverão ser remetidos para info@cnc.pt (ao cuidado de Raiz e Utopia) e os comentários mais extensos serão resumidos. Bem haja!

      1. Eu estou em casa alheia, terei que cumprir com os vossos requisitos e concordo com a sua opinião.

        Relativo ao Joannem IV de Bragantiam, vamos às provas do tempo de 1 de Dezembro de 1640 e eu não entendo latim, não, mas outros senhores catedráticos entendem e dizem que existiu guerras, muito bem.

        Registo 1 – aqui mostra que o Joaozinho é rei de Galli (França), Belgio (Bélgica) e Angli (Inglaterra) e que o Philippe IV e não o III como eu tinha dito, o IV este era rei de Portugal dos Lusitanos isto em 1640, esta lá.

        PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 164o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ

        Registo 2 – em 1656 o tio Philippe IV deu o reinado a seu sobrinho Joaozinho IV e isto tudo, vem no livro da casa de Habsburgo, não preciso de inventar nada.

        filius Ludovici XIII. & Anna d´ Auftriacae qui obih die I. Septembris anno 1715- In Hifpania poft Philippum III. vita funclumanno 1621, regnarunt Philippus IV. ejus filius ufque ad annum 1665. deinde Carolus II. qui abíijue liberis deceífit Cal. Novembris anno 1700. conftituto tabulis Teftamentariis herede Philippe Borborito duce Andçgavenfi – ; Is eft Philippus V, qui ab anno 1700. Hiípaniarum Monarchiam gubernavit ufque ad annum 1724. quo filio Ludovico I. renunciavit regnum, quod tarnen eodem anno, Ludovico extinfto, rurfus fuisepit ad/ miniftrandum. In Lufitania vero ab anno 1621. ufque ad annum 1640. regnavit prarlaudatus Philippus IV. rex Hifpaniaruin: at anno 1640. Luiitani proprium regem elegerunt Joannem IV. ducem Bragantiae, qui regnavit ufque ad annum 1656. Huic fucçellit Alphonfus VI. mortuus anno 1683. atque Alphonfo Petrus II. qui e vivis migra, vit anno 1706,

        Portugal esteve ligado a Espanha até 1717 porque, o Pedrinho II como têm sangue de Habsburgo Rb1 U152 como o meu, igual aos Simoens como irmãos em 1614, irmãos com Baptista e Lopes em 1604 a 1745 na zona de Coimbra.

        A minha família vem por linha direta de Realeza, os Simoens são segundos filhos de Teothónio de Bragança, mas para mim, são também minha família, são.

        Agora queria dos Iluminados Portugueses, uma prova em latim, da suposta revolução milagreira que ocorreu em 1 de Dezembro de 1640, se faz favor.

        Obrigado.

        1. A raiz da Utopia

          Como surgiu a Suíça, já pensaram nisto Caros Senhores, quem foram os malandros que saíram da casa de Habsburgo e Áustria que passaram a perna aos irmãos ? Vou dar uma sugestão para pesquisarem, existiu mais outra família os Felga ou Duens ou Parroman ou Dudingen ou Thuringen ou Welga ou Velgar ou Englisberg ou Chapelle ou Felgar e tenho tudo isto documentado. Já vimos Thuringia na Casa Real Portuguesa nos registos de 1745, 1737, vem lá, Thuringia.

          La race noble et antique des Felga ou Welga a fourni neuf avoyers sous les noms de Felga, Duens (en allemand Dudingen ou Tudingen). Albert de Duens est témoin dans une charte de 1182; deux frères dicti de Tudingem étaient dans le conseil en 1259; Ruf et Jacques de Tudingen, arbitres en 1295 entre les Bernois et les Fribourgeois ; Guillaume Felga, commandeur de St.-Jean en 1397; Willimus, avoyer en 1353; sa descendance légitime s’éteignit au XVIe siècle

          Toujours inquiétée par les Comtes de Savoye, qui avaient dessein de s’en emparer pour aggrandir leurs Etats dont elle était limitrophe, et mal secourue par des maitres éloignés , Fribourg malgré son isolement, sa faiblesse et ses pertes , leur resta pendant près de deux siècles inviolablement fidèle aux dépends de ses plus chers intérêts: elle voyait la confédération Helvétique se former à ses côtés , de nouveaux Cantons la grossir successivement , et quoique elle dut en secret désirer d’y accéder et qu’elle y aspirat sans doute ce ne fut point Fribourg qui se sépara de l’Autriche , mais ce fut l’Autriche qui l’abandonna: dernière place que les descendans de Rodolph d’Habsbourg possédèrent en Suisse , elle recevait une garnison qu’elle était souvent obligée d’entretenir à ses fraix,- elle y joignait au besoin ses propres milices qui s’aguerrirent bientôt, et quelques fois elle prenait à son service des auxiliaires , comme en 1388

          Il fut accompagné de Berne ici par le châtelain de Grasbourg et par Hanz Zergraben. L’année suivante, il est chargé de quatre missions différentes: auprès de Félix V et du duc de Savoie, pour leur présenter des compliments de condoléance au sujet de la mort du comte de Genève; à Berne, pour annoncer le départ prochain de nos troupes pour la Bresse; à Bâle, pour y conférer avec Guillaume Felga qui s’y trouvait; à Rheinfelden, pour y traiter avec le duc Albert de la paix entre lui et les ligues suisses

          Isto é formidável, casamentos a Savoie, a Rougemont que deu acesso à casa de Atouguia em Portugal, isto é giro. É para ficar a pensar muito seriamente, que é esta gente, de onde vem esta gente que ninguém conhece em Portugal, mas em França somos filhos de Reis e trago em latim filhos de Dauphins de Valois, de Auvergne, Forez, Albon, Montagu, Bourgonha (o Eudes III teve um irmão que era Felgar), etc., em Inglaterra desde Rollo a Eduardo III e Filipa de Lancastre tem o meu sobrenome, estranho não é ?

          honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio, delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v

          Regiæ Philippi IV. ad Marchioncm de Caracena Belgii Hifpanici Gubernatorem;Jus Felgarum circa Buliarum Pontificiarum Receptionem : y el otro : Defenfio Belgarum confra Evocationes , & Peregrina judicia

          Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antvertypis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ

          João Felgar

          1. A família Távora vai passar todo património de bens e títulos para a casa Carneiro, esta ficara com todos os bens patrimoniais dos traidores como o João Lencastre Távora e de toda a sua família na Republica.

            Eu não posso aceitar que um membro de sangue real que eram os Távora, como os Barbosa, e outros que contem o meu sobrenome, tenham feito asneiras grosseiras em apoiar o Sr. Duarte Pio de Bourbons e Orleans do antepassado de Miguel de Bourbon usurpador, de Carlos VI de Espanha que usurpara a coroa de Espanha, Filippe V de bourbon usurpador da coroa de Espanha, filhos de Jacques de Bourbon e por fim do principie de Sultão Solimanus da Turquia com aval do Papa Adrianus VI em Bizantino.

            HISTORIÆ ECCLESIASTICÆLIBER CXXVIII. ADRIANUS VI PAPA., CAROLUS V. OCCIDENTIS IMPERATOR

            S. XV. Solimanus ob finiftrum asaltus fruce cellum in rabiem a&us. Jac Bolius Solimanus ob adversum hujus expedi & feq. tionis fucceffum spe in rabiem versa, Jacques de tam impotenti ira commovebatur, ut Borbon.l.cit. parum abfuerit, quin furore ac indignatione abreptus ipsum Mustapham Sororium fuum hujus belli auctorem neciSæeal.XVI. addixiffet. Referunt Scriptorum non- A.C.1522.

            Isto não tem perdão, o nome da casa Távora ficará afeta a outra família. Quando foi o atentado a meu primo D. José I, as famílias causadora desta desgraça, foram três que atiraram a Pedra e esconderam a mão e os Távora nessa altura foram vitimas como seu primo o Rei D. José I.

            Traição dos Mascarenhas a Portugal e a Fez; Os Hefpanhoes para repararem eta perda recorrerão aos antigos ardis, e tiverão meyo de fazer fufpeito de traição a D. Jorge Mafcarenhas Marquez de Montalvão, Cono Tom. III

            1737 – Logo que o Governador foube de D. Jeronymo Mafcarenhas aquella traiçaõ do Tanadar de Dabul defpachou a D. Pedro de Menezes com alguns navios para hir tomar fatisfaçaõ dete Defaforo, ordenandolhe que efperafe por aquele mar as …

            Falta os tres atentados a membros da familia Real Portuguesa além de D. José I e hoje a informação é o meu poder e vemos o tempo a passar e os mesmos processos de engano, as mesmas artimanhas para enganar outros se repetem, todos tem telhados de vidro.

            Portugal veio de Limburg, o ADN do D. Afonso Henriques é de Limburg e não da Bourgonha

            HENRICVs primus Comes Limburgicus, post discessum Godofredi, Balduini, & Eustachij, Bulloniensium fratrum & Ducum Lotharingiæ, ab Henrico quarto Imperatore factus est Dux Lotharingiæ,cui postca opem ferens contra Henricum V. filium, ab ipso Henrico filio primùm proscriptus eft,vnà cum eius filio,& deinde reftitutus. Henricvs secundus:Dux Lotharingiæ,& Comes Limburgensis

            Isto é para ler devagar, continuem apoiar o Turco dos bourbons e orleans, porque de Bragança não o são, não.

            Bom feriado a todos.

            João Felgar

          2. De acordo com as regras do blog apenas publicamos comentários até 500 caracteres:
            “Queria dos Iluminados Portugueses, uma prova em latim, da suposta revolução milagreira que ocorreu em 1 de Dezembro de 1640, se faz favor”.

          3. Sim, precisava dessa suposta prova, para me justificar a mim João Felgar, que estou errado, se faz favor e como também precisava de documentos probatórios que Bourbon e Orleans que contenha o mesmo ADN que a casa de Bragança, com documentos de genética comprovados cientificamente.

            Se todos nós estamos de boa fé, acreditamos nas pessoas, devemos acreditar existindo documentos probatórios relativo a pessoas que se intitulam de aristocracia e que cheguem à frente e provem qual o Rei que vós deu o título de duque de Bragança, qual o Alvará em que ano, que família Real deu acesso o nome de Bragança a estas pessoas.

            Cada um de nós, somos livres e merecemos a verdade, mais nada

            João Felgar

          4. Caros Senhores

            Estive num site de genealogia inglês que colocam a casa de Cadaval como herdeira de Bragança, e que a linhagem de Jaime de Cadaval, que afirmam que tem ADN de Bragança e de Anjou em França.

            Pois então questionei como é que realizam milagres de genealogia que essa dita família teve essa linhagem, então postei dois registos, um da Casa Real Portuguesa e outro da Igreja Católica, que refere que em 1707 a casa foi extinta, por não ter descendência paterna nem materna (Extinctum Cadavallum)

            Luiz Ambrofio de Mello Cadavallem/ Duci , eo fine liberis vita fuméto , rurfus nupfit jameti de Mello Ludovici fratri ac fucceffori. Micbaele autem &* Aloyfia Cafimira parentibur mati funt Petrus Henricus Brigamtimur, Dux Alafomienfis , idemque Praefe&ius Praetorio, qui ammo M. DCC. LX.

            Duque de Cadaval D. Luiz Ambrofio de Mello; e morto efte fem filhos, fegunda vez com o Duque D. Jaime de Mello irmão do defunto, tambem sem successäo. – –

            Ainda estou à espera da resposta à 6 meses e dei lhes os links dos livros e perderam o pio.

            Eu não sou nada nesta vida, mas alguns são aristocracia e enganam os outros

            João Felgar

  2. Raiz da Utopia

    O meu Joaozinho V de Portugal, chamava de João Vimarae , tinha na Alemanha numa das suas propriedades em Hohenthal e a personagem que detinha a propriedade era mais um Felga, era General, eu não sou militar, trabalho numa industria e já geri pessoas e quando é trabalho, é para fazer, a galhofa é quando terminar os objetivos, e eu era tratado por “Salazar” respeitam as pessoas e isso é muito bom. Quando li os feitos deste General com as suas tropas, acompanhava os na frente da batalha, eu sou assim, quando tenho que defender alguém, faço e precisamos de ser humanos mesmo na guerra.

    Os generais de hoje, estão escondidos, não gosto de gente assim. E o Felga ou Dudingen era de Hohenthal, desta casa e trago em registos originais, não vale pena estar a traduzir, porque as pessoas precisam de entender que a verdade tem que vir ao de cima.

    exfamilia Vimarae,cuius nomcnlitcris proditum nó inueni.Hica Vcremundo Regepropter ecclcra fua vinculis traditus eft.Hæc omnia exhiftoria Compoftellana. 965. Ranimirus morbo corrcptus obiit Legionc, conditufquc cft in monafterio Deftria| nae,cuius iam mentiofa&a eft:dcccffit vero fine libcris. Proinde regni fucceffioad Verenundum Ordoniitertii filiurn lege rediit,qui rcgnauitannis feptemdecim. Interea Al- coraxis Rex Hifpalcnfis Portugalliam

    Hohenthal in iis quac super ex rein comitiis Saxonicis

    General Felga hielt die strengste Mannszucht. Dadurch sorgte er nicht nur für das Beste der Krieger, die unter seinem Kommando standen

    GuIMARANES, Latein. Vimario nicht weit von Braga, ist ein Herzogth

    Bernardi Ducis Vimarii gefta. Bambergam capit, & fparfos civcs in eam reducit. Bavariam bello quatit. Neoburgenfcs . infeftat. Ratisbonâ potitur. Dux militiae foederatorum declaratur. Praelium Norlingenfe à Vimario infoeliciter commifum, contra Horni & Cratzii militiæ præfe&orú fententiam, quippe qui cuperét adventum expe&tari Othonis Ringravii, qui cum o&o militum millibus accedebat. Caeduntur foederati. Hornus captivus abducitur, feptem poft annis liberandus. Ab Horno geftorum brevis narratió. Vimarius fparfos fuos recomponit. In Burgundiam copias ef. fundit. Savernâ poft quintum impreffum potitur. Ioannem Verthum praefe&um Cæfarianum capit. Rhinfeldia capta. Brifacum obfeffùm , quod Cæfariani liberare ter nituntur, fed irrito molimine.. Brifìcum deditione capitur. Mors Bernardi Vimarii, & Gulielmi Haffiæ Landgravii, inter Germanos Principes à Rege maximè celebratorum. Saxo deficit ad Imperatorem. Vimario fùccedit loannes Bannerus, adverfus quem mittitur Leopoldus Archidux.

    Qual era o Rei Português com o ducado de Guimaranes em 1711 ?

    O mundo é muito pequeno, os iluminados portugueses, vão ter que se esforçar muito para me conseguirem justificar o porquê de apoiarem um Turco à minha coroa. E mais as casa de Coburgo e Gotha, tem o meu sobrenome pela casa de Weimar da Saxoniae.

    In pacto Regem Borussiae inter et Magnum Ducem Vimariae (Weimar) inito Parisiis d. 22 Sept. a. 1815 Magnus Dux Vimario-Saxoniae

    Tanta mentira que os senhores professores catedráticos, colocaram nas histórias que escreveram e que grande mentira. Ainda bem que temos latim, genética para calar todos os oportunistas que querem ir caça da fortuna.

    João Felgar

  3. Raiz da Utopia

    Templarios nom virem aa Ordem de S. Johaõ, ha quaalfe nom podia ajuntar , e encorporar feem grande perjuizo delRey,e do Regno de Portugal

    Os templários que foram Reis desde 1195 a 1725 em Fez, parente a sangue aos meus reis Portugueses, estes vieram de Limburg, como o Jacob o grão mestre dos templários que foi expulso da Igreja Católica Romana e Apostólica, estes tipos da igreja expulsaram muita gente, já foram banidos de Portugal em 1834, e voltam a ser banidos novamente e vou fazer Justiça.

    e avia nome Jacobo, e com elle feffenta nobres Cavalleyros da dicta Ordem, contra hos quaaes ‘por artigos formados (e poz: Que aho tempo de fua profia5 que todos faziaõ fecreta, co/piaõ em Chfio Crucificado, e que indiflintamente, e feem efcuxa, e com efpecialidades feyas, e muy deshonetas, uzavam antre /y do abominavel peccado de contra natura, e que juravam que jufta, einjuftamente fempre a/i ajudariaö, e confervariaö ha dičia Ordem , e que elles Templarios como tredores daTeerra,e Caza Jāčiaforam cauza de fe perder corrutos de dadivas pelos infieis.

    Jacob, premier Roi de la famille des Benimerinis.;Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris

    Beschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672

    1543 — Thesauro de virtudes, copilado por un religioso portugues; sigue el martyrio de fr. Andres de Espoleto en Fez, y una carta de Mexico de 1531. Medina dei Campo 1543.

    1550 — P. de Salazar: Historia en la qual se cuentan muchas guerras succedidas entre christianos y infieles, con las guerras acontecidas en Berberia entre el Xarife y los reys de Marruecos, Fez y Velez.- Medina del Campo 1550, in fol. 2.a edição em 1570 com o mesmo titulo, dizendo-se, porém, entre infieles e con las guerras o seguinte: assi en mar como en tierra, desde 1546 hasta 1565. 3.a edição com o titulo da 1.a, em 1576.

    1568 — Tratado da vida e martyrio dos cinco marlyres de Marrocos. Coimbra 1568.
    1580 — Freigius: Historia de bello Africano in quo Sebastianus rex periit. Nuremberg 1580

    Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l’Espagne contre cet ennemi commun. Les Lecteurs me sçauront, je crois, bon gré de remonter à l’origine des rois de Fez, de Maroc, & à celle des Cherifs

    Dynastiae, titulo Dominii posfesfae (9). Felgarum §. XII. Omnes illi Principatus deinceps fingulis Regiones, parebant Principibus. Sed feculo labente XV. magna ex parte per Pacta, per Nuptias, aliosque Dominii transferendi titulos , post mortem cARoLr Burgundici , a. I477. per filiam unicam MARIAM, MAXIMILIANO Archiduci Auftriaco muptam, transierunt in ius et ditionem Familiae Auad unum ftriacae, atque ita ad unum eun’emque devenerunt Princi: Principem , c A R o L v M V. Imperatorem , quamಸಿನಿ quam fuâ quisque imperii formâ. Qui et ipfe a. 1555 ;(9) H EI NE cc 1 1 Opp. T. II. P. I. Exerc. XXII. -de Ducatus et Ducum Lotharingiae praerogativis p. 757

    D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

    GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia

    Theutonio de Braganza, qui portera le titre d’évêque de Fez.

    1766 – boa, y se consagró con titulo de Obispo de Fez, para egercer de Pontifical en la pilla Real : y como tal Obispo consagró la … que dice no era ya titular de Fez en el año de 1578. en que lo empezó à ser el Ilustrisimo D. Theotonio de Braganza.

    Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuiado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal

    João Felgar

    1. A Joanna Mathilda Ferz ou Fez encontrei a num registo de 1745, na qual esta Senhora fora casa com João Vimarae, adorei logo este nome de casa Vimarae.

      1742 – ‎Buhazon König zu Fez war aus dem stamme der Merinis Oaas, Könige dieseslandes und kam durch seine klugheit … Allein weil dieser mit andern geschäfften überjet war, konnte er ihm nicht nach wunsch helffen, so daß Ä mit dem Könige Johanne von Portugal einen traÄ so, welcher ihm … Bukowski eine alte adeliche und nunmehro Freyherrliche familie in Böhmen und Mähren führet von ihrem alten ..

      E a minha 8 avô materna era filha de Buhazon V era rei Judeu como todos os outros que o antecederam, o Gaspar Benemerino que era Rei contra a Católica e faleceu em 1641 era o bisavô da Mathilda, eram Judeus. Possuo registo em latim da Mathilda da Bohémia.

      Neste registo de 1745, foram baptizar o seu netto Josephus Felgar, no qual estavam presentes dois bispos de Braga, D. Leandro de Melo de Carmo e Campos e D. José Caetano de Haro, esteve também padre Filipe, estiveram presentes as casas Lopes, Baptista e a casa dos Felgares de Alvares, no qual D. Luciano dos Felgares casado com Catharina Lopes dos Felgares em 1604, tiveram filhos e destes filhos, vieram a junção dos Lopes e Baptista, o Joao Vimarae fora pai de Jorge Mello foi o pai de Josephus Felgar.

      Eu quero de volta todos os Judeus em Portugal, quero que voltem à sua origem, existem desde 744 de Castella com seu irmão Rei Leam que criaram o reino de Portugal gente valente.

      Adefomfùs Rex, Petri Ducis filius,qui de Recaredi Regù Gothorum ffirpe defcemdit. & Chartâ Odoarii Epifcopi è tabulario Lugcnfi quae fic habct, IDeus &c. Diva memoriae Primcipem Domimum Adefomfùm , im/edem illius dilatavit, quia ipfe erat de firpe Regi, Recaredi & Ermemegildi. licet probare non poffimus, quod hanc ammo 744 (quo Alfonfus anno demum 757 denatus, 7Divae memoria Princeps dici non poterat) datam putas. Lucæ etiam Tudenfi s & Roderico Toletano, * qui Petrum Alfonfi Catholici patrem ex Recaredi Regis progemie fuiffe fcripferunt, confentimus. non tamcn eo nos adiget eorum au&oritas, ut idipfum regnum, quod Recaredus & pofteri ad annum ufque 7t4tenuerant, Pelagio & Alfonfo paruiffe demus: Illi enim, Alanorum & Suevorum regno everfo, per totam Ę , primamque Narbonenfem imperium promoverant ; his nihil in Gallia Narbonenfi, quam Carolus Martellus Mauris cxtorfit ; in Provincia Tarraconcnfi, quæ tota Francis primum, ac cxinde Navarræ & Aragonum Regibus , & Barcinonis Comitibus paruit, nihil in Carthaginenfi & Bætica, Mauros ubique (fi Caftellæ Comitatum excipias) tyrannos paffis ; Nihil in Lufitaniæ & Gallæciæ parte, quae Maurico jugó excuffö, Portugalenfe regnum fundarunt, obvcnit

      Isto é para os Iluminados portugueses lerem com calma, quando eu tiver a minha Coroa de volta, eu fazer Justiça aquando da implementação da monarquia.

      João Felgar

  4. Caros Senhores,

    Em Portugal, usa se o termo de Patrícios e de onde veio esse termo Português ?

    EccIeCae Friburgenfis Helvetiorum, quam ille Conventus Nofterde novo aedificare tune cceperat opere íumptuofo (BcnningM. Sc.) plurimùm ad illius perfeclionem contribuiflè Velgenfes, Perromanos,Töchtermannos Patritios de Düdingen, Reiíf, Engelsberg, de divite Thüringen, teftatur Lang, in Hiít. Theol. Helvet

    Já vós publiquei os Dudingen ou Perroman ou Doöeringen ou Duens ou Felgar ou Fauge ou Englesberg ou Thuringen e todos vem dos Helvéticos e da Alemanha, de onde vem também os Saxe Coburgo Gotha, os Hesse, Saal de Dresden de Magdebourg, os Hohenthal, os Hohenzollern, pois vocês não entendem estas relações entre casas. Algumas casam a Portugal pela Bélgica com Felgarum.

    Le Bailliage de Freybourg ou Fribourg eft fitué près de l’Unstrut, à quelque dittance de l’endroit où cette rivière se décharge dans la Saale.

    La Maifon de SAXE-WEIMAR a encore hérité de celle d’Eifenach la ville de Jène, & d’autres endroits importans fitués fur la Saale.

    Sa Majesté Très Fidèle Dom Pedro V, Roi de Sua Magestade Fidelissima Dom Pedro V,
    Portugal et des Algarves, etc, etc, etc, et Sa Rei de Portugal e dos Algarves, etc, etc, etc,
    Majesté Guillaume 1″, Roi de Prusse, etc, etc, e Sua Magestade Guilherme I, Rei da Prussia,
    etc, en sa qualité de Chef de la Maison de Hohen- etc, etc, etc, na sua qualidade de Chefe da Casa
    zollern, animés du désir de resserrer encore da- de Hohenzollern, animados do desejo de estrei
    vantage, dans 1’intéiêt de leurs Étals respectifs, tar ainda mais, no interesse de seus respecti
    les liens damitié et de parenté qui unissent déjà vos Estados, os laços de amisade e de parentesco
    les deux Augustes Maisons, ont résolu, avcc le consentement paternel donné, d’une pari, par Son A Hesse Charles Antoine Joachim Zephyrin Frédéric Meinrad, Prince de Hohenzollern Sigmaringen, et d’autre part, par Sa Majesté Dom Ferdinand, Roi de Portugal et des Algarves, Duc de Saxe Cobourg Gotha

    Hesse, Buchenie & Thuringen trás consigo a descendência de Hohenzollern e o sobrenome

    E Landtgrauiat de Thuringe,Thuringia,vel Thoringia, en Allemand Doringen, ou Doëringen, est le premier & le plus noble de tous situé entre les riuieres de Sale:& dê veser. Il appartient à la maison de Saxe. Sa capitale est Erfort , ou Erfurt ; Erfordia , grande ville, & comme vn petit abregé de toute la Province,ce· lebre autresfois pour son Vniuersité. Suiuent Vvëimár; Vimaria,ville agreable & le sejour de quelques Princes de la maison de Saxe : Iene, lena, où eft l’exercice des Lettres, comme à Eisenach,Ifenacum,le sejout des Ducs de la branche de Cobourg : Goth ; & la Citadelle de Grimmenstein sont renommées, au subjet des chastimens qui y furent exercez sur les rebelles , par l’Eleateur Auguste, l’an 1567. De plus il y a en cettë Prouince la Duché de Coburg, Coburgium, ville & chasteau qui appartient aux Ducs de la maison de Saxe, qui en portent le fürnom. Coinme ault la Comté dè Svýartıbourg, Suvartzeburgienfis

    Pois o surnom ou sobrenome, aqueles que andam por ai apregoar serem herdeiros de casas reais, terão que provar, qual o surnom ou sobrenome ?

    João Felgar

      1. E a sua obsessão em estar sempre a criticar as opiniões dos outros, traga algo construtivo, se é obsessão e fantasia, traga outro assunto, o Anónimo se descobrisse a sua verdade, qual seria a sua reação, iria eu disser lhe obsessão ! com certeza que não.

        O R tem sobrenome ? o R está sempre a criticar outros, mude.

        Eu trago provas, documentos e se isto é obsessão, para si mentir é uma obsessão, acreditar numa mentira é uma obsessão doentia, quando acredita em algo, não tem curiosidade em saber o porquê das coisas ? Eu tenho, como qualquer pessoa, mas o R continua e continua a chatear, dá lhe gozo, existem pessoas com este comportamento compulsivo obsessivo, isso é mau.

        Mude, traga algo para se discutir, se aquilo que publico, lhe incomoda, traga algo com documentos probatórios para se falar, é assim a liberdade….

  5. Para o Anónimo R, que gosta e dá lhe um gozo em criticar por criticar, vive a sua vida em função disto.

    Então o que dizer dos Professores, Doutores, Mestres da Arte da História, de Investigadores de genealogias, de investigadores de outra ordem de trabalho, de um coreografo da arte, de um editor de livros, autores que escrevem livros, o que dizer de pessoas tão ilustres como temos em Portugal, Médicos, Enfermeiros, Auxiliares de ação médica, de Militares que são investigadores do passado militar das várias ordens militares, o que dizer todas as pessoas que tem trabalho que é sempre a mesma rotina de sempre, é aquele conhecimento, são todos OBSESSIVOS ?

    Com certeza que não, é o gosto e o trabalho de todas estas pessoas, cada um no seu campo de atuação. Todas estas pessoas vivem e apreciam a vida, estudando a sua realidade.

    Se trago registos em latim, a explicar a história e com outros registos outras provas, a si fica irritado, prefere a mentira, que julga ser a sua verdade. E insulta os outros, os portugueses não são o Anónimo.

    Pois eu não postei tudo aqui da minha família, falta muita coisa e eu só trouxe alguns trechos.

    Como tudo na vida, a verdade vem sempre ao de cima e todos os Anónimos deixaram rastos de ligações de informática, deixaram vestígios de macros e tudo tem a sua rastreabilidade, aquando de outros tempos, vou descobri los a todos. Na informática existe historial, macros que tem outros itens de links que se interligam com outros, o Anónimo R, pode ter o seu anonimato, tudo se descobre, tudo.

    Eu quando vou de serviço e encontro me com pessoas de norte a sul de Portugal, e quando abordamos assuntos da nova causa da monarquia, não é do movimento do Integralismo Lusitano, porque estes apoiam os Caucasianos de Origem, a mentira. Falo de pessoas do povo, que abordamos assuntos, as pessoas na conversa dizem, eu li o que você escreveu e fui procurar pela verdade, isto dá me uma satisfação tão grande, de saber que as pessoas, o povo Português que 60% deste não participa nas eleições da República, estes conhecem a realidade.

    Fiquei tão satisfeito da cultura das pessoas que descobriram a verdade. Eu fico satisfeito.

    João Felgar

    1. Viver a minha vida em função disto??
      Que piada…
      Somos todos simples mortais, todos iguais, que acrescenta à minha vida os meus antepassados terem tido brasão, ou terem sido arrumadores.
      Importante é ter carácter ser humano e humilde, isso sim são valores o resto é treta
      Rosário

    2. Criticar?? Não.
      Viver a vida em função disto?? Nunca.
      Que acrescentaria a minha vida saber que os meus antepassados teem brasão?
      Nada.
      Importante sim, é ter carácter ser íntegro e humilde.
      O resto é treta…
      Rosario

  6. Pois, esses valores de humildade, de respeito, de integridade, de palavra, o aperto da mão para firmar um negócio, a Rosário não encontra na vida quotidiana na qual vive, esses valores que prega, são de outro tempo, se diz que todo o resto é treta, talvez seja treta, mas muita boa gente se arma em importante e depois vamos apalpar o terreno e não são rigorosamente nada.

    Sou simples, como qualquer pessoa, a Rosário não tem ideia, mas as pessoas portuguesas tem a mania de ser algo de superior a outros, tentam por todos os meios, terem mais que outros, as invejas fica tão mal, conheci uma Rosário assim, que para essa pessoa a simplicidade passava por querer agradar a gregos e a troianos e fico me por aqui.

    Ser arrumador, ou senhora da limpeza, magistrado, político, trolha, engenheiro, doutor, somos todos iguais, mas a Rosário não tem a noção do ridículo de muitos, mas muitos doutores, presidentes, professores, mestres em muitas profissões que gostam de beijar a mão a um caucasiano, é triste. Você não tem a noção que aparentemente, dezenas de deputados da assembleia da republica terem comprado títulos de nobreza a pessoas que não tem uma gota de sangue dos Reis Portugueses, isto sim é ridículo.

    Se não fosse os tais valores de respeito, tradição, cristandade, se não fosse isto, hoje erámos todos turcos e mouros, a Rosário não teria a liberdade em estar aqui neste fórum para dizer de sua justiça o que pensa, das suas tretas.

    Não tenho casas em meus nomes, não tenho títulos em meus nomes, não preciso nada disto, não preciso de inventar nada, não preciso de usurpar nada, como afirmei ao senhores Doutores de um site da causa da monarquia portuguesa, isto:

    “”A Nobreza dos homens serão colocados outros nomes de pessoas humildes, pessoas que não tem títulos, nunca tiveram nada, esses vão ser a minha nobreza.

    Os outros não conto com eles, são de outros entendimentos, outras filosofias que não interessam em nada a Portugal. Portugal são as pessoas, não é um movimento como o vosso que querem colocar a monarquia na Republica, que contrassenso””

    Eu estou aqui a mostrar o ridículo de movimentos monárquicos apoiados por gente de partidos republicanos que a Rosário com certeza que coloca o seu voto secreto para alimentar esta festa das subvenções para esta gente.

    Mostro realidades inventadas, nomes de famílias que foram extintas à 160 anos e hoje querem ser duques, marqueses e sei la mais o quê e vem a Rosário acusar, ficar indignada com os meus textos, estou a mostrar que a verdade que a Rosário conhece é a mentira.

    Você não sabe, mas existem Governos fora de Portugal, Magistrados de Supremos Federais que deram para trás as pretensões dos mesmos em Portugal quererem ter património de todos nós, lá fora proíbem desta gente oportunista querem roubar literalmente o que é de todos nós.

    Mas em Portugal, temos memoria curta, por cá andam a vontade e não vejo da sua indignação, contra o Sr. Duarte Pio de Bourbons e Orleans, não vejo a sua indignação em esta personagem receber milhões de euros de uma representatividade de uma fundação D. Manuel II, na preside com dinheiros de todos nós.

    As suas tretas é só para mim, por aquilo que me dá entender !

  7. Existem pessoas que pagam fortunas para lhes realizarem as suas árvores de genealogia, fortunas de dezenas de milhares de euros Senhora Rosário, eu quando trago dados em latim das mesmas genealogias em latim, mostram a verdade, mostram a mentira fabricada para parecer algo que nunca foram. E temos pessoas muito ilustres nesta arte, doutores com muita representatividade, estão todos calados, não sabem responder a mentira fabricada e depois vem a Senhora Rosário indignada e com as afirmações de obsessão, se soubesse quantas famílias em Portugal inventaram de seus nomes, todas para usufruírem património de outros tempos, você não sabe da missa a metade.

    Eu pedi a um determinado oficial superior militar um registo da suposta restauração de 1 de Dezembro de 1640, nunca mais me respondeu, mas outros oficiais acima deste em vários graus, desconheciam a verdade, e vão ter em consideração algumas festas que se realizam em Portugal e que no qual são feriados nacionais. Isto sim, inventarem situações inexistentes para a Republica ter a sua identidade.

    A vida quer se simples, muito simples. Eu tenho dito a muito boa gente que se arma em superior e que não provam nada de nada, que hoje vivemos numa Republica num Estado de Direito, e a verdade vem sempre ao de cima.

    Ainda não se fez Justiça Senhora Rosário, e eu espero um dia puder ter a oportunidade em aplica la.
    Aconteceram muitos acontecimentos durante a vida deste Portugal, que terá que existir justiça mas não será na sua Republica Senhora Rosário, não. Noutro sistema que tivemos desde 744 a 1910.

  8. Falando em Justiça Senhora Rosário, sabia que todos da minha família tivemos casos caricatos ao longo do tempo, sempre com as mesmas famílias, com os mesmos nomes, essas ditas famílias sempre tiveram invejas e criaram problemas inexistentes, é engraçado com a tecnologia que existe hoje, a informática permite nos ir para trás e ler com calma e ver situações de bradar aos céus.

    Quando falo em justiça cara Senhora Rosário, são tretas que certas famílias fazem e julgam que podem saírem impunes, lá porque aparentemente possam conhecer bons advogados, magistrados e julgam que podem fazer o que lhes apetece, e na eventualidade de se mudar de sistema de Republica para a Monarquia, esta funciona dentro dos vossos limites.

    Aquando da Monarquia, eu espero um dia que possa tomar o lugar de um Magistrado e decidir a Justiça dos homens, algo que ainda não foi realizado. A minha esperança é conseguir mostrar a verdade e que o povo decida pela melhor via.

    1. Tu decidires a justiça dos homens??
      Bom, se isso te deixa feliz vai sonhado Senhor João Pedro
      Rosário
      (a mesma que conheceste)

      1. Eu sei e vou sonhando, na tua Republica as coisas funcionaram dentro dos teus moldes, tu não imaginas a quantidade de pessoas que querem mudar, eu vou sonhando mesmo. E por isso mencionei a Justiça, neste fórum, temos muitos magistrados, políticos, militares, muita gente.

        Fica bem.

        1. Sim, como dizia alguém (o sonho comanda a vida) eles são quem prolongam a nossa vontade de viver, nesta viagem que é tão curta.
          Até aí tudo bem, mas há sonhos que acabam por ser somente ilusões.
          Querer mudar algo que nos ultrapassa, que não somos nós tristes mortais que algum dia o conseguiremos, é um sonho irreal.
          Mas sei lá,talvez esta estrada que é a vida possa ir além do que se vê??
          Quem sabe???
          Fica bem
          Z.

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