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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Acerca de ‘Useful Work v. Useless Toil’ de William Morris ‘Wealth is what Nature gives us and what a reasonable man can make out of the gifts of Nature for his reasonable use. The sunlight, the fresh air , the unspoiled face of the earth, food, raiment and housing necessary and decent; the storing […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  António Costa Pinheiro e a pintura memorável. ‘Uma ambição que acredito ter: desconfiar permanentemente de todas as formas de criação que possam levar a uma espécie de ‘sujeição mental’’, Costa Pinheiro Vindo de Lisboa, António Costa Pinheiro (1932-2015) instalou-se pela primeira vez em Munique, em 1957. Logo após a exposição ‘Vier Maler aus Portugal’, […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Ben Nicholson e os relevos brancos. ‘I think for a painting to be alive one must feel that one cannot touch it. It is thought not paint.’, Ben Nicholson, 1959 Ben Nicholson (1894-1982) é um dos artistas mais importantes do movimento moderno britânico. A sua obra oscila entre a figuração de linhas leves, finas e […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

O Centro de Arte Britânica de Yale e o Kimbell Art Museum na obra de Louis I. Kahn. Em 1951, logo após regressar de Roma, Louis Isadore Kahn (1902-1974) inicia um novo período fértil, só terminado no ano da sua morte, em1974. Kahn revê o moderno para expressar vontades institucionais e comunitárias. Reclama o olhar […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Arquitetura Moderna em Portugal e o I Congresso Nacional de Arquitetura.   ‘Não concebo o ato de criação como um dinamismo cego ou como um facto gratuito. Só se consegue valor numa obra se nela confluírem tudo o que represente uma conquista da realidade para a sociedade que a recebe e que essa conquista […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Fragmentação, Continuidade e Novo Humanismona Arquitetura Moderna   ‘We are informed now that our fate in the presente remains more wholly humam than we had recently been led to belive and that the world as we can know i tis made up not only of nature, nor of machines, nor only of na engulfing female […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

Acerca de ‘Urbanismo, Espaço e Ambiente’ de Giulio Carlo Argan.   ‘A cidade não é feita de pedras, mas de homens’, Marsilio Ficino   Em ‘Urbanismo, Espaço e Ambiente’, Giulio Carlo Argan (1969) escreve que a cidade não se funda vai-se formando. O valor de uma cidade é atribuído por todos os que habitam nessa […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Barbara Hepworth e a união entre matéria, forma e conteúdo.   ‘There is an inside and an outside to every form.’, Barbara Hepworth   Barbara Hepworth (1903-1975) é uma das principais figuras do modernismo britânico. A experiência de Hepworth ao visitar o atelier de Jean Arp, libertou-a de muitas inibições relacionadas com o seu modo […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Acerca do expressionismo em Portugal.   ‘Ser como esta gente! Ser ainda menos gente! Ser mais toda-a-gente Que toda esta gente!’ José Régio, ‘Novos Poemas de Deus e do Diabo.’   A maioria dos agrupamentos artísticos portugueses, do princípio do século XX, ainda se caracterizavam por um naturalismo que representava paisagens e situações da […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Arquitetura portuguesa no final dos anos sessenta. ‘Modernos ao aplicar e criticar os princípios na realidade concreta, histórica, cultural, política, física, geográfica. Isso é que fez os anos sessenta e setenta. Aconteceu isto em todos os sítios.’ (Manuel Tainha, 2008) No contexto da cultura arquitetónica portuguesa, o período final dos anos sessenta representou um momento […]

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