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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

    Acerca do Expressionismo Alemão.   A grande afirmação da arte alemã do século XX, coincidiu com o expressionismo. A situação artística da Alemanha, nos finais do século XIX, estava condicionada à pintura naturalista, cujos temas eram históricos. Foi em oposição a esta arte oficial que na década de noventa surgiram distintas Secessões. A […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Charles e Ray Eames e o sonho moderno americano.   Charles (1907-1978) e Ray Eames (1912-1988) foram um casal criativo americano – Charles, arquiteto e Ray, pintora – que determinou o gosto da classe média americana do pós-guerra. Juntos traçaram uma identidade muito própria do movimento moderno americano – através de uma atuação abrangente […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

    Raul Lino e a Casa do Cipreste (1907-14).   ‘Para ninguém deve já ser surpresa que as casas são projetadas a partir do interior. Como moradia, a casa tem de obedecer ao modo de vida e às predileções dos principais moradores; como construção terá de sujeitar-se às condições físicas do sítio (natureza do […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

A magia do cubismo e o espaço construtivista. No texto ‘From Cubism to Construtivism’, Herbert Read sugere que o cubismo surgiu da confluência de duas fontes: das pinturas de Cézanne e da escultura tribal africana. Apesar de não ser claro qual dos dois – Picasso ou Braque – ter sido o primeiro a exercer essa […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Peter Lanyon: lugar, matéria e construção.   ‘I believe that landscape, the outside world of things and events larger than ourselves is the proper place to find our deepest meanings.’, Peter Lanyon   Peter Lanyon (1918-1964) nasceu na Cornualha e sempre a ela se referiu nas suas pinturas. Entre 1946 e 1964, desenvolveu uma obra […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Hayden White e The Fictions of the Factual Representation (1978).   Qual a verdade da história? No séc. XIX, tornou-se imperativo evitar qualquer discurso de interpretação dos factos históricos. Atentava-se dotar a história de um método científico que eliminasse qualquer tipo de preconceito, utopia e sentimento. Os historiadores acreditavam que diferentes interpretações acerca dos mesmos […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Acerca de ‘Useful Work v. Useless Toil’ de William Morris ‘Wealth is what Nature gives us and what a reasonable man can make out of the gifts of Nature for his reasonable use. The sunlight, the fresh air , the unspoiled face of the earth, food, raiment and housing necessary and decent; the storing […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  António Costa Pinheiro e a pintura memorável. ‘Uma ambição que acredito ter: desconfiar permanentemente de todas as formas de criação que possam levar a uma espécie de ‘sujeição mental’’, Costa Pinheiro Vindo de Lisboa, António Costa Pinheiro (1932-2015) instalou-se pela primeira vez em Munique, em 1957. Logo após a exposição ‘Vier Maler aus Portugal’, […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

Ben Nicholson e os relevos brancos. ‘I think for a painting to be alive one must feel that one cannot touch it. It is thought not paint.’, Ben Nicholson, 1959 Ben Nicholson (1894-1982) é um dos artistas mais importantes do movimento moderno britânico. A sua obra oscila entre a figuração de linhas leves, finas e […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

O Centro de Arte Britânica de Yale e o Kimbell Art Museum na obra de Louis I. Kahn. Em 1951, logo após regressar de Roma, Louis Isadore Kahn (1902-1974) inicia um novo período fértil, só terminado no ano da sua morte, em1974. Kahn revê o moderno para expressar vontades institucionais e comunitárias. Reclama o olhar […]

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