TSF
A RADIO TÁTIL
“A radio que mudou a radio.”
A sociedade conhece a importância da radio para a democracia.
A sociedade conhece as reformulações das realidades que alteram a verdade.
A TSF tem sido o exemplo de uma pluralidade incansável.
Impõe-se ao não alheamento defender o mapa-mundi das coordenadas da TSF que nos possibilitaram inúmeras releituras dos dias e dos tempos.
A prosperidade cultural não é uma posse exterior, mas uma realização interior. Não desistir da integridade é libertar-se e libertar os outros das condições que atrofiam a vida: esta também uma das funções da radio.
As possibilidades que oferecem saídas da escuridão, em que o mundo está a ser envolvido, constituem a grande vigília que questiona e questionou a nossa atenção: assim a TSF.
A intervenção cívica deve ter lugar quando um jardim começa a ser deserto e o mar cada vez mais longe e no horizonte, moscas.
Os efeitos sistémicos de perdermos algo de qualidade fundamental tem um enorme alcance para o lado negativo.
Os poderes fáticos mandam, utilizando baralhos de cartas viciadas e, na realidade estes ignorantes epistémicos, utilizam a lixiviação para levar os outros a não aprenderem a pensar, o que avoluma incomensuravelmente as possibilidades de um mundo governado pela banalidade e pelo mal.
Defendermos a dignidade mínima é o princípio da capacidade de luta.
Que a TSF reconquiste o uso do seu tempo e do seu espaço e permaneça tátil, e que
2024 não seja um ano emaranhado, antes apressadamente ANO NOVO, ANO DE MÉRITO PRÓPRIO!
Teresa Bracinha Vieira