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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXV – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (VII)      Se a linguagem falada, é um produto da evolução biológica, e a linguagem escrita exige instrução, sendo um fenómeno cultural, destinado a vencer o tempo e o espaço, através da imprensa e do livro, a que acrescem os meios eletrónicos e digitais atuais, um […]

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BENTO XVI. UMA VIDA. (5)

  1. Em 1981, Ratzinger partiu para Roma, nomeado pelo Papa João Paulo II Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, a antiga Inquisição. “Ninguém o advertiu desta missão impopular?” Resposta: “Eu não precisava de advertência nenhuma. Era para mim claro que me lançava às urtigas. Mas tinha de assumi-la”. Foi como “colaborador da […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Of Other Spaces: Utopias and Heterotopias de Michel Foucault. Michel Foucault escreve, no texto Of Other Spaces: Utopias and Heteropias, que vivemos na época do espaço. Mas também na época da simultaneidade, da justaposição, do longe e do perto, do junto e do disperso. Para Foucault, o espaço parece dominar o horizonte das nossas […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

  De 7 a 13 de setembro de 2020   Quando lemos o romance de Álvaro Guerra, Razões de Coração (1991) (D. Quixote, 2008) passado na vila de Mafra no ano de 1808, em plena guerra peninsular, durante a tentativa de invasão napoleónica, compreendemos como a História e a memória não podem misturar-se e não devem […]

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50 ANOS DA MORTE DE HENRIQUE GALVÃO

  Sem de modo algum pretender misturar esta análise teatral com outras opções, parece-nos adequado assinalar o teatro de Henrique Galvão (1895-1970) precisamente nos 50 anos da sua morte. Independentemente de considerações de ordem histórico-política, importa efetivamente realçar, a propósito, a convergência e confluência de criações no plano teatral, numa abordagem genérica que de facto […]

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A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

  LXIV – VIAGENS, VIAJANTES E O FATOR LÍNGUA (VI)   Uma vez que a expansão marítima europeia foi iniciada pelos portugueses, a sua língua, ou a adaptação dela, tornou-se a língua franca da maioria das regiões costeiras que se abriram ao comércio e aos empreendimentos europeus em todo o globo. Mesmo quando substituídos por […]

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