A QUEM IREMOS, SE SÓ TU TENS PALAVRA…
Minha Princesa de mim: Soltaram-se-me do peito, para a memória, nessa hora em que a noite madruga e os monges antigos rezavam matinas, estes decassílabos que, na manhã nascente, te escrevo, em forma de soneto (?) que não mexi, porque apenas quis dizer-to: Há, em nosso sofrimento mais sentido, […]