MEMÓRIAS DE ADRIANO
Começo por ler Marguerite Yourcenar na longa carta do Imperador Adriano (76-138) ao seu filho adotivo Marco Aurélio (121-180). A escolha da personagem deve-se ao período de transição em que Adriano viveu e que podemos encontrar na explicação da própria Yourcenar: «Encontrei (…) num volume da correspondência de Flaubert, muito lido e muito sublinhado […]