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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraLEMBRO-ME Lembro-me tanto de quando a poesia me explodiu na adolescência. Depois de rezar o terço com a senhora mais velha da casa, depois dela adormecer esquecida da telefonia ligada, às vezes, as cartas de Goeth: uma a uma as palavras. Lembro-me tanto o quanto as não entendia e o quanto me apaixonava logo […]