PABLO NERUDA
A água andava descalça pelas ruas molhadas e ainda acrescento: para lá das folhas volteadas num prego aceso no peito sacudindo tus ojos oceânicos. De tanto em tanto tempo, não sei quanto em intervalo, vejo-me a reler o discurso de Neruda na entrega do Prémio Nobel em 1971. Por aquela leitura estendo a solidão e […]