Antigamente, a escola (II)
por João Bénard da Costa1. A minha última crónica acabou algo abruptamente. A verdade é que não expliquei as razões que me levaram ao reitor do Camões. Prometi, logo a abrir, que o faria “mais adiante”. Mas ia tão lançado que, quando cheguei ao tal “adiante”, já não tinha tempo e, sobretudo, já não tinha espaço. É o mal (ou […]