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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraDizia-se na povoação que os sinos quando andam muito calados é para não acordarem a morte. Sempre em agosto a vida parecia começar de novo num sentido simples de tudo e nada e poderia anunciar até o nada pois que depois do nada era o céu e dele nada se sabia. Não tenhas pressa, […]