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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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30 BOAS RAZÕES PARA PORTUGAL

Peregrinacao de Fernao Mendes Pinto.jpg

 

(XXX) PEREGRINAÇÃO

Chegamos ao capítulo XXX deste folhetim. Dileto leitor, ainda haverá um epílogo, uma espécie de “pot pourri” com algumas notas dispersas, já que há muito mais do que trinta boas razões para Portugal.

Como começámos com Garrett e a sua viagem à volta do seu quarto, importa dizer que hesitámos entre dedicar o último capítulo à língua portuguesa ou ao livro da nossa língua que maior projeção mundial tem. E preferimos a última opção, fieis ao nosso querido e saudoso amigo António Alçada Baptista, que tantas vezes me citou de cor passagens inteiras dessa obra-prima. De facto, é uma obra pioneira na literatura mundial. Mais do que um livro de viagens, trata-se de um modo inteiramente novo e original de fazer uma narrativa. Com mil aventuras e mil personagens, estamos diante de uma mudança completa no mundo da literatura.

“Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto (c. 1510-1583) põe-nos diante uma verdadeira personagem romanesca, como antes não existiu, que assume diferentes acontecimentos e até personalidades, e que descreve de um modo notabilíssimo, o que era a vida de um português no Oriente – criado de fidalgo, soldado, escravo, agente de negócios, pirata dos mares da China, mercador, médico ocasional do rei do Bongo, vagabundo e embaixador -, a verdade é que isso simboliza o português do mundo. Os estudiosos sobre esse tempo são os primeiros a considerar que não é possível compreender o que João de Barros ou Diogo do Couto nos relataram sem ler Fernão Mendes Pinto. Se Alonso Quijano, de Cervantes, se rebela contra a personagem de D. Quixote, Fernão Mendes é a personagem completa, que não precisa de convencer ninguém que deixa de ser quem sempre foi. O próprio título com que a obra foi publicada dá-nos a expressão plena da riqueza e complexidade do relato.

“Peregrinaçam de Fernam Mendez Pinto em que da conta de muytas e muyto estranhas cousas que vio & ouvio no reyno da China, no da Tartaria, no de Sornau, que vulgarmente se chama de Sião, no de Calaminhan, no do Pegù, no de Martauão, & em outros muytos reynos & senhorios das partes Orientais, de que nestas nossas do Occidente ha muyto pouca ou nenhua noticia. E também da conta de muytos casos particulares que acontecerão assi a elle como a outras muytas pessoas. E no fim della trata brevemente de alguas cousas, & da morte do Santo Padre Francisco Xavier, unica luz & resplandor daquellas partes do Oriente, & reitor nellas universal da Companhia de Iesus”.

Ao ler a obra, houve entre os contemporâneos quem duvidasse da verdade dos relatos, respeitantes aos vinte e um anos em que andou pela Ásia, tendo sido, na sua própria expressão, “treze vezes cativo e dezassete vendido nas partes da Índia, Etiópia, Arábia Feliz, China, Tartária, Macáçar, Samatra e muitas outras províncias daquele Ocidental arquipélago dos confins da Ásia”. Mas sentimos, a cada passo, a força da verdade. A escrita começou logo uma vez regressado o autor a Portugal, em 1557, com a memória bem fresca, só sendo publicada trinta e um anos depois da sua morte (1614), por Pedro Craesbeek, com tardia autorização do Santo Ofício. Aos que duvidaram da veracidade dos relatos, o autor respondeu significativamente: “a gente que viu pouco mundo, como viu pouco também costuma dar pouco crédito ao muito que os outros viram”.

É memorável, a título de exemplo, o encontro de Fernão Mendes Pinto com António de Faria, o célebre corsário, numa situação, em que quiseram saber novidades de Liampó, “porque se soava então pela terra que era lá ida uma armada de quatrocentos juncos em que iam cem mil homens por mandado de El-Rei da China a prender os nossos que lá iam de assento, a queimar-lhes as naus e as povoações, porque os não queria em sua terra, por ser informado novamente que não eram eles gente tão fiel e pacífica como antes lhes tinham dito”, mas afinal era engano, pois essa armada tinha ido, afinal, socorrer um Sultão nas ilhas de Goto. É inesquecível a perseguição ao corsário mouro Coja Acém, que se dizia “derramador e bebedor do sangue português” e a quem Faria jurara vingança, por lhe ter roubado as fazendas e morto os companheiros na batalha mais violenta da “Peregrinação”. “E arremetendo com este fervor e zelo da fé ao Coja Acém como quem lhe tinha boa vontade, lhe deu, com uma espada que trazia, de ambas as mãos, uma tão grande cutilada pela cabeça que, cortando-lhe um barrete de malha que trazia, o derrubou logo no chão…”. E lembre-se o episódio da vinda do Embaixador do Rei dos Batas. Pero de Faria fê-lo «agasalhar o mais honradamente que então foi possível». E assim «o despediu bem despachado, e satisfeito do que viera buscar, porque lhe deu ainda algumas cousas além das que lhas pedira, como foram cem panelas de pólvora, e rocas, e bombas de fogo, com que se partiu tão contente desta fortaleza, que chorando de prazer, um dia perante todos os que estavam no tabuleiro da igreja, virando-se para a porta principal dela, com as mãos levantadas, como quem falava com Deus, disse publicamente. Prometo em nome de meu Rei a ti Senhor poderoso, que com descanso e grande alegria vives assentado no tesouro das tuas riquezas que são os espíritos formados da tua vontade, que se te praz dar-nos vitória contra este tirano de Achem (…). E assim te prometo e juro com toda a firmeza de bom e leal, que meu Rei não tenha nunca outro Rei se não este grande Português, que agora é senhor de Malaca».

Fernão Mendes construiu, deste modo, no dizer de António José Saraiva, «um Oriente espantosamente humano, que tem o seu estilo próprio. Um Oriente que não é feito só de cidades, templos e esculturas, mas também do estilo falado, de etiquetas humanas, de sentimentos típicos». Hoje sabemos da verosimilhança de tudo quanto nos relatou. Pode até ter acontecido que não fora ele o real protagonista de tudo, mas percebemos que tudo ocorreu de facto. E assim a nossa cultura é inesgotavelmente peregrina!

GOM

 

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25 comentários sobre “30 BOAS RAZÕES PARA PORTUGAL

  1. Este livro conta mentiras e eu provo. Mascarennas ou Mascarenhas não existia como vice rei, nem sequer teve matrimónios a Tavora, Ferreira, Sousa, Noronha, etc.

    pagina 292 – PEREGRINACAM DE FERNAM MENDEZ PINTO. EM QVE DA CONTA DE MVYTAS E MV Yto estranhas cousas que vio & ouuio no reyno da China, no da Tartaria,no do Sornau, que vulgarmente se chama Sião,no do Calaminhan,no de Pegu,no de Marcauão,& em outros muytos reynos & senhorios das partes Orientais, de que nestas nossas do Occidente.

    Neste tempo defuntos & dos orfaós, veador da facontinuando o Ouvidor Gaspar lor, zenda de Malaca & das partes do ge pelas rigurosas execuçoés que ca Sul por el Rey nosso senhor, foy por da dia fazia nūs & noucros,deu mori, dom Antonio tratado desta maney. uo de muyto escandalo em toda a ra,le he verdade o que se diffe.Eviaterra, & não contente com isso, con da a moução,assi preso em ferros foy fiado nas largas prouifoés que o Vio mandado â India com búa fea deual sorrey lhe dera, se quis entremeter na fa que se tirou delle, a qual os lerajurisdiçao do capitão dom Antonio, dos da rolaçaó de Goa despois anuk & se apoderou tanco della que ao ca laraó,& mandaráð tirar outra de no pitão lhe não ficaua mais que uo a Malaca, & ao dom Antonio penome,& fer hum olheyro da fortale: lo que fizera mandou o Viforrey do za, o qual inda que elle o sintia muy;’ Pedro Mascarenhas, que jà a este cé to,todauia o começou a yr pairando po gouernaua o estado da India, vir com muyto sofrimento, porem cor preso,para estar a juizo co Gaspar lot. rendo estas demasias & folturas do ge,& dar razão do que lhe fizera. Q ouuidor por mais de quatro meses, qual dom Antonio fe veyo logo em que ouye muytos desgostos, de g India, onde andandose liurádo defte aquy naó etara particularmente por feico lhe mandarao na rolação que ser processo,infinito, vendo hum dia dentro em tres dias contrariasse hum o dom Anconio o tempo disposto feyo libello com que o Gaspar Jorge para effeituar o que já danres parece veyó contra elle, & porque a dom que cinha determinado, o prendco Antonio naturalmente era contrario hua sesta na fortaleza,onde por algus destes termas judiciais de replicas & que já para isso eftauão preftes, faytreplicas co que se dezia gos desembarga:

    Encontrei o erro Grosseiro na pagina 66 a 70, do livro Stemma regium Lusitanicum – Jacob Wilhelm Imhof · 1708.

    Mascarennas, aparece num único registo associado a Marchioni de Montalvan, quando Marchioni é muito diferente de Mascarenhas, no seu nascimento o sangue que é totalmente diferente. Um nascimento é de Reis e outro é de Comendador de Plebeu Mascarennas.

    Associaram o nome de Marchioni ou Marchione, como se fosse Mascarenhas quando isso é errado, é enganar meio mundo, enganar muitas famílias. Trago em latim, provas.

    Nobiliarium Petri Com. de Barcelos nec non Salazari Historia Silvanæ domus cognovimus , descendiffe à Martino Alfonso Domino de Mortagoa, illius nepote, & fratris fui Vasci Marciniadæ in terris avitis successore, Dominos de Mortagoa, de Goubea, de Beringel & de Alcoentre Caftellanos majores Tomarenfes, Comites de Prado, nec non Marchiones de las Minas. Comes Pratensis primus Petrus de Sousa fuit , à Rege Emanuele , apud quem supremi Oeconomi munus obiit , hac dignatione mačtus ; Marchionis verò de las Minas titulo nostra ætate auctus eoque fub nomine illustratus est Franciscus de Sousa Comes de Prado, I. Marchio de las Minas, Dn. de Beringel & Cuba, Confiliarius Status in Lusitania , cui primò uxor fuit , sed sterilis, Maria Manuel de Villena Georgii Mascarennas, primi Marchionis de Montalvan

    Legatus Petri 2. Lusitanorum Regis (dum adhuc effet Regni Gubernator nec adhuc Rex) ad CLEMENTEM X. Pontificem Maximum, tandem Præses consilii ultramarini , & primus Marchio das Minas. Duas uxores duxit , ex prima (quæ fuit D. Maria Manoel de Viglena filia D. Georgii Mascaregnas, Marchionis de Montalvao ) filios non suscepit, ex 2. quæ fuit D. Euphrasia de Norogna filia D. Ferdinandi MalCaregnas S. Comitis da Voffe habuit sequentes filios.

    João Felgar

  2. Mascarennhas ou Mascarenhas é muito diferente da casa Marchioni ou Marchione

    Intermendacia de attentato in Lufitania 1758 Regicidio, quae referuntur Francofortenfibus in Nouellis, vulgo Frankfurter Staats-Rifiretto, d. 5. Iulii, 3777, quatuor Iesuitae nominantur; nimirum fram ter Ducis Aveireplis, et tres fratres Marchionis et Marchioniffae de Tavora

    Nobilissimæ gentis de Tavora militibus cincta, fequentesque Proceres ad carceres raptati fuere: Dux de Aveiro fupremus Regiae Aulæ Præfectus unacum Filio fuo Marchione de Tavora, Marchio de Tavora Senior Regii Equitatus supremus Præfectus & antea Indiarum Pro-Rex unacum Marchione Ludovico & Josepho Maria de Tavora ejus Filiis, Emanuel & Jofephus Maria de Tavora ejus Fratres, unacum Comite de Atouguia & Marchione de Alorno ejusdem Generis. Præter hos insuper custodiæ dati funt Emapuel de Souza Calharis ; Da vida do Marquez de Tavora. Excellentiffimo Domino D. Ludovico Alverez de Tavira

    Refcribit Rex Marchioni, quod non ambigit, quin Dux infideliter debeat sibi inimicari. Magnifico Principi Domino Th. Inclito Marchioni de landesperch 1) affini fuo Karillamo 0, Dei gratia Rex Boemie

    Marchioni de landesperch. Henricus illustris Marchio Misnensis et Orientalis, Landgravius Thuringiæ et Comes Palatinus Saxoniæ, circa annum 1263 regiones et dominatum partitus, primogenito Alberto regundam tradidit Thuringiam, Theodorico vero natu minori ditionem Landsbergensem, et Ofterlandiam, unde hic nomen Marchionis de Landsberg fumpfit. Vid. HORN Henricus illuftris S. XXXXIX. p. 193— 202 et in Cod. diplomat. num. XLV.2)

    Marchiones Misnenses, patrem et filios, utpote terris Henrici Bavariæ Ducis viciniores, quam erant cæteri fuperftites Ottocaro amici, dire&as fuisse præsentes literas judico. Suffragantur subsequentes duæ epistolæ XVI et XVII de eadem Henrici Bavariæ Ducis perfidia tra&antes,

    DIVO LEOPOLDO AUSTRIÆ MARCHIONE NITV FERDINANDUM , DER I VATA IN SERENISSIMVM PORPHYROGENITVM ATQVE SUB AUSPICIIS INVICTISSIMI ROMANORUM .

    Præterea ECCARDUS nofter confunditur curs alio Eccardo , Saxoniæ Marchione , Ottonis Sveviæ ac Carinthia Ducia filio .

    HENRICO PIO , Saxoniæ Duce ac Milniæ Marchione

    Serenislimo PRINCIPE LUDOVICO MARCHIONE BADENSI

    Q. B. V. D. DE CHRISTIANO MARCHIONE BRANDENBURGICO

    Princeps Portugalliæ Rex Domino Nonio de Mello Alvares Pereira Consanguineo suo Carissimo, Duci de Cadaval, Marchioni de Ferreira

    Marchioni não é Mascarennas.

    Os matrimónios de Portocarrero, Sousa, Ferreira, Tavora, Cadaval, Atouguia, Ataide, foram realizados com a casa de Marchioni e não Mascarennas. Enganaram meio mundo da grande mentira e trago tudo em latim e esse livro do Fernam Mendez Pinto, mente.

    João Felgar

  3. Fala aqui, dos Magistrados com grande sabedoria, falam do Sr. João Pacheco Pereira e hoje alguns ilustres não tem memória. Fala do processo dos Tavoras, fala de Marchioni e não de Mascarennas, trago em latim.

    ADDENDA, ” 15,3 Ad Tomum VIII. huius Diarii, pag. 127. Intermendacia de attentato in Lufitania 1758 Regicidio, quae referuntur Francofortenfibus in Nouellis, vulgo Frankfurter Staats-Rifiretto, d. 5. Iulii, 3777, quatuor Iesuitae nominantur; nimirum fram ter Ducis Aveireplis, et tres fratres Marchionis et Marchioniffae de Tavora. Sed nec fratrem hay buit yllum Dux de Aveiro. Filium reliquit, qui a patris obitu , primo apud PP, Carthusianos deten, tus, lepra ibidem infe&tus, ac dein mortuus dice. batur: at, quod certius eft, Iunqueirae aliis cum Nobilibus tot per annos vitam in carcere egit .miferrimam, in libertatem anno 1777 reftitutus.

    extra Marchioni de Tavora erant frattes tres; fed nullus fuit Iefuita. Vnus, Ludouicus Bernardus de Tavora, legionum duarum equeftrium dux fupremus, ex illis fuit infelicibus, qui 13, Lanuarii, 1759, extremo funt fupplicio adfecti. Alii duo fratres, pariter se primis ordinum ductoribus, ad Martium usque 1777. Junqueirenfi in ergaftulo feruabantur. Hi paulo ante noftrum e Lufitania disceflum iam ina nocentes funt declaraţi; eosque, palatii fui denuo exftruendi facultatem obtinuifle, perhibebant. Marchionem autem de Tavora babuiffe fratrem vel unum in Societate , negatur, ac pernegatur, multo minus duos, aut tręs. ***In tota doftra Luhtaniae prouincia (quae A. 1759 perfonas 86t aumerabat) quacuori erant illum ftri e profapia. De dqobus iam supra (ad A. 1776) iniecta eft mentio, nimirum de P. Joanne de Noronba, et P. Jacobo de Camera, iuxta cuius cubiculum plures per menses olim in Collegio ad S. Antonium Ulyffipone habitaui, eumque vifitaturus, ad Comitis de Ribeira palatium, quod eft Belemii, a. 1770, m. lunio me contuli. Tertius appellatur P, Franciscus de Portugal, frater Marchionis de Valenca, meus itidem praefato in Societatis domicilio quondam collega. Hic liberiorem in monasterio PP. Praedicatorum carcerem obtinuit, quod fitum est in oppido Amarante ad Durium fluuium in prouincia entre Doure & Minho. Coenobii huius templum celebre

    Ad Tomi VIII. paginam 128. Ex Iudicibus in caufia Ducis de Aveiro et Tavorarum , Petrus Gonsalvez , Cordeiro Pereira, (Juiz probitatis collegerat nomen: verum cum eft in hoc iudicium (da Inconfidencia) electus, ita fenio confe&tus erat, ut plane deliraret, nec, quae modo audiret, paullo poft recordati poffet.

    Joannes Pachecus Pereira, homo plane indoctus, ac praeterea ridendum in modum fuperbus, ubicumque magiftratum geffit, ridiculam fui memo riam reliquit, quare quum in Brasiliam cum pou teftate mitteretur, fimulque nefcio cuius opera Senator palatinus dictus effet, quefti funt apud Jóbannem V. Regem Senatores reliqui, Senatum ad eam diem clariffimum florentiffimumque tam in digno collega obfcurari, ac deturpari.

    Bacalhaus ideo inter Iudices designatus eft, qula fenex admodum, et Nobilibus parum acceptus, (nam eius praefertim opera Johannes V. Rex uti consueuerat ad Proceres cohibendos, et ubi opus fuiffet, comprehendendos) haud sane crede batur ‘Carvalhii voluntati restiturus , quod tamen fecit, ut qui unus eos abfoluit.

    Emanuel Ferreira Lima ibi femper ius et aequum putauit, unde utilitatis et lacri fpes fibi ac fuis oftenderetur.

    Souto, deliciae Carvalbanae, notam iftam do&trinam, quae fuperos fpernit , Carvalhano ex finu haufit.

    Iofepbus Antonius Oliveira Machado, Canonico Eborenfi, poftea Carvalho famulatus, ipfius dein gratia Senator factus, gradum fortunamque utcumque mutauit, mores vero, et animum feruilem res tinuit. Ille tamen ipfe Iesuitis in Arce S. Iuliani captiuis d. 10. Martii 1777, iubente Regina, liber rationem e captiuitate fignificarat.

    Ad paginam 190 Tomi VIII. P. F. Dominicus & S. Thoma, cognomento Caveirinka, magnae do&trihae integritatisque Dominicanus, in Senatu Quaefitorum Fidei, qui Malagridam iudicare ab initio no luerat, amicitiam, quae fibi cum ipfo intercefferat, aliaque Iesuitis non erubescenda caufatus, ftatim in Angolam miffus fuerat, fpecie huius regionis Antiftes

    NORONIANA. COMITUM DE VILLAVERDE ET MONSANTO, MARCHIONUM DE VILLAREAL ET CASCAES, DUCUMDE CAMINNA ET LINNARES IN LUSITANIA

    João Felgar

  4. Postquàm Lusitani à Rege Hispaniarum Philippo IV an. MDCXL desciffent, & alium fibi Regem, Johannem Ducem Bregantiæ, ė veteri Regia Lufitaniæ stirpe ortum,præfecis. sent,non eadem omnium, inprimis nobilium, erat mens & inclinatio, multis in fide Regis Catholici clàm pålàmque perfiftentibus. Iftis facem subdidit, & conspirationis autor fuit Archiepiscopus Bracarensis,vir animno constans,intrepidus,amore erga RegemPhilippuin non minus ac odio erga Bregantinum flagrans, qui cum ad illam solidè constituendam aliquem ducem ex fummatibus regni requireret, Averi Ducem & Villæ

    regalis Marchionem tanquam regio stipiti propiores, splendore divitiarum eminentes, & Bregantiniæ mulos maximè idoneos fore putavit. A Duce Averi tainen, qui potentia ac dignitatis fpecie faq miliæque amplitudine longè fuperior erat, imbecilla & gracili ejus ætate avocabatur ; & totus in Marchionem ferebatur, quem supra generis claritudinem &immodicas opes, rea rum etiam usus & decora canities & popularitas commendabant. Huic igitur Præsulis ftudio & industria, & ejusdem quoque in Regem Philippum propensione in partes facilè tracto, conjurationisque principi constituto, paulo post Dux Caminiæ filius ejus adultus, acceslit.

    ANTONIUS Noronia, Petri, Marchionis Villæ regalis primi, filius natu minor , ab Emanuele Portugalliæ Rege claffi CC navium

    JOHANNES Noronia Sortelæ Dominus, uxorem accepit; eo matrimonio titulus Comitis Montis San&i , dominiumque Caleaesenfe in hanctranfire familiam, quæ in honorem memoriamque maternæ originis paterna appellatione abdicata Caftrensem affumfit,hodieque retinet. Ex ea ALVARUS Perez de Castro à Johanne IV Rege Lusit.axiomate Marchionis de Cascaes au&us, & legatione apud Regem Galliæ obita illustratus eft, quam spartam ejus quoque gnatus LUDOVICUS nuper ornavit; cujus fummæ humanitati genealogiam familiæ fuæ Tabula XVII exhibitam,in acceptis ferimus.

    Anna Maria Luisa Portocarrero, Marchionissa Alcala de Lameda & poft patruelium suorum mortem, IV Alcalæ Dux, VIIM. Tarifæ, IX C. de los Molares, nup. Antonio Jobanni de la Cerda, VII Dnci Medinaceli.

    Marchiones de Orlamunde, de Brunswic, de Wittin dicti sunt 16), quidni Henricus I. eodem iure, impetrata Marchionis vel Lusatiae vel Misniae dignitate et prouincia, Marchio de Ileburg diceretur? VIII. Henricum I. Lusatiae Marchionatum, quem, patre Dedone defuncto, Henricus Rex Vratislao Bohemo tribuerat, recuperasse, oftenditur. Saxonici belli contagio, sequenti fugam Henrici I. anno, Germaniam vniuersani, et plerasque Italici regni prouincias invasit, 15)v.c. Casp. SAGITTarivs Dill. ap. ANNAL. SAX, c. 477. 497 sq. et de Lufaria in HOFFMANNI Scr. R. 599. ap. eundem c. 496. Ecbertus Mar. La T. II. P. 255

    António Carvalho da Costa · 1712
    Marrim Vaz Mascarenhas ( irmao de Nuno Martins Mascare: nhas , Commendador de Almodouvar , progenitor das mais casas ile lustres da familia dos Mascarenhas ) foy Cômendador de Aljustrel na Ordem de Santiago, & cafou com D. Isabel Correa, filha de Marrim Correa, Guarda mòr do Infante D. Henrique, & de D. Leonor da Sylva, Dama da Rainha Dona Isabel, de que teve, entre outros filhos, a Fernao Martins Mascarenhas, que succedeo na casa, & Commenda de seu pay , casou com D. Isabel da Sylva, Dama da Infanta D. Maria, filha de Joao da Sylva o de Galindo, & de D. Branca Courinho, de que teve, entre outros filhos, a Martin Vaz Mascarenhas, que succedeo na casa , & Comenda de feu pay

    Como é possível uma família de Comendador conseguir ter títulos regis de Infantes ?

    Eu não entendo, não consigo perceber qual a necessidade em inventarem coisas, não entendo !

  5. Além desta situação dos Marchioni tem o meu sobrenome associado a esta casa, em França, Alemanha, Bélgica e Áustria. Pergunto para quê, certas pessoas pessoas inventam situações de passar Plebeus, homens ricos de Celorico de Bastos a títulos Regis ? Qual a necessidade em mentir, em inventarem situações que não ocorreram.

    Toulouse, I, n° 4. Original.) Instrumentum, per litteras alphabeti divisum, quo notum fit Bertrandum de S. Luppo, Isarnum de Villanova, Jordanum de Villanova, fratrem .ejus, Bonum-mancipium Maurandum, Oldricuin Maurandum et Pétrum de Escalquencis, testamenti Bernardi Willelmi de Brugariis spondarios seu testamentarios curatores, villam de Pontepertusato, et quicquid praefatus Willelmus in dicta villa et ejusdem pertinentiis possidebat, annuentibus dictæ villæ hominibus, illustri domino Ramundo comiti Tholosæ, marchioni Provinciæ, vendidisse. (Pretium venditionis non exprimitur). – « Hec supradicta vendicio fuit ita facta et concessa Tholose, in camera dicti domini comitis, xv. die introitus mensis aprilis, regnante Lodovico Francorum rege, et eodem domino Ramundo Tholosano comite, et Ramundo episcopo, anno mo Cco XL tercio ab incarnatione Domini. De laudatione et concessione Bertrandi de Sancto Luppo, Jordani de Villa

    RAIMVNDVM-BERENGARIVM Comitem Prouinciæ & Folcalquerij,qui terram suam de vltra Sturam vastauit & igne cremauit. Offerens se ipsa Comitissa præsens ipfi Dalphino patruo suo præsenti & intelligenti, quòd vbi velit ad prædicta facienda modo prosequi supradicto & rationato , quod in nobile & gentile feudum antiquum & paternum per fe & suos hæredes & fucceffores recognoscet, & inde homagium faciet, Marchionatum suum SALYCIARVM cum feudis & proprietatibus dicti Marchionatus, faluis tamen appellationibus & facris iuribus Imperialibus quibuscumque. Cui GVIGO Dalphinus presens & intelligens, attenta fanguinis affinitate & antiqua amicitiâ prædecefforum dictæ neptis suæ Comitiffæ, & suorum, prædictis omnibus acquieuit.

    Aqui neste registo em França por Francorum Reges, o Felgar é seu sucessor, tenho disto na Bélgica, Saxóniae, Baviera, Austria, Inglaterra, Portugal e Espanha

    egnante rege Philippo, II. nonas Augufti, presentibus Adaleisse comitissa, Arnaudo Ramundo vicario Carcaffonenfi, Guillelmo Affàlito vicario Reddensi, Rigaldo de Monteregali, Galliardo de Fangeain, Stephano de Serviano, Berengario de Lignano, Saiamone de Felgariis, Guillelmo de Cafulis, Petro Raimundo de Columbariis, Raimundo fratre ejus, Petro Raimundo de Corneliano, Berengario de Tefano, Ermengaudo de Fabrefano, Bernardo Pontio de Montadino, Bernardo de Biterri, Pontio de Be(fiano , Berengario de Comes. Mandamento omnium praedictorum in operatoria Bernardi Cotae, ipfo praefente, Bernardus Martini haec fcripfi,

    ΧΧΙ. Prioris tranfaéîionis confirmatio.
    Nno a Nativitate Chrifli M c x c 1 x. regnante

    Philippo rege Francorum, ego Bcrengarius abbas Villæ-magnae per me & per omnes meos fucceffores, & ego Ramundus de Grazelis, & ego Bcrnardus de Brazill, & ego Guillelinus Marescots, & ego Aimericus de Labroca, & ego Sicardus Aimerici , & ego Guillelmus Coftauz, & ego Petrus Morgues, & ego Guiraudus Tolzanus, & ego Guilielmus de Vilaiglino, & ego Ramundus Malerius, & ego Ugo de Born, & ego Stephanus Maurelli, & ego Johannes Rafeire, nos omnes fupra fcripti per nos & per omnes homines & populum Villæ-magnae communi confilio, & voluntate damus, laudamus, & concedimus tibi Salomoni de Felgariis & tuis in perpetuum, ut omnia quae debcnt dare guifàticum, fecundum quod ex altera parte hujus inftrumenti continetur, tranfeuntia ex hac die inantea in eundo five veniendo per caftrum de Altiniaco & infra rivum de Tauron, ficuti ipfè rivus includit vcrfus orientem ab………. propinquorum, eft dc caflro Altiniaco, defcendendo ufque in ffumen Orbi & ufque ad Biterrim, & tranfèuntia infra caftrum de Caucio, & ejus terminia, ficuti caminus, qui indc afccndit verfus Villam-magnam, includit verfus occidentem , tranfeant per caftrum de Felgariis, & donent guifàticum quod ftatutum eft ex altcra parte hujus chartae. Sed quaelibet transeuntia per terminium Caucionojoh vel Cabrairole, vcl etiam per caftrum dc Autiniaco

    Eu peço vos por favor, não inventem histórias, não inventem genealogias, por favor

      1. Olhe Senhora Rosário, quando vocês abriram a vossa empresa, lutaram, mesmo contra muitas adversidades, lembras te disto ? Os vossos sonhos realizaram se, tenta acompanhar me. Eu não te critiquei pois não !

        Se eu te digo a ti que o meu 8 avô paterno foi mesmo Rei em Portugal, tem o meu sobrenome numa casa em Hohenthal isto é na Saxónia, tem uma casa chamada Vimaranes na Alemanha com o título de Ducis de Guimaranes, em Barcelos anno 1711. A minha 8 avó materna era Joanna Mathilda Fez, era filha do Rei Buhazon V de Marrocos, de Nuremberg e Hesse na Bohémia, estes vem da linhagem de 1195 dos Templários por Rei Jacob último templário que era primo de D. Dinis I Rei de Portugal por Limburg.

        Eu insisto na minha verdade, eu não preciso de ter títulos, não preciso da Fantasia como tu dizes, mas a Verdade, ela existe, não posso fugir dela, o meu ADN é igual 21 avô paterno Radulfos IV de Habsburgo.

        Eu não sou nada nesta Republica, somos todos iguais, somos todos cidadãos de pleno direito na República.

        Se as casas, da Bélgica, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Helvéticos, tem o meu sobrenome, com registos em latim, eu não sou cego Senhora Rosário, existindo Monarquia Portuguesa, a minha família não é só o meu sobrenome, são todas as outras casas de filhos de Infantes que vou receber de braços abertos, também são a minha família.

        Hoje eu sou o João, sou um cidadão que não vota em nenhuma eleição pertenço aos 60% da População Portuguesa em não votar nesta festa republicana que nós estão a desgraçar a todos nós, vemos empresas que não conseguem suportar os encargos, fazem sacrifícios para pagar os seus salários e muitos empresários são pessoas de Palavra e Gente boa, a Republica vive às custas de todos nós, vive. Vocês fizeram a vossa Moradia custou centenas de milhares de euros, o Estado Português, recebe 8% de Siza, recebe imposto de IMI, se não pagar o Estado fica no direito de penhorar a tua casa e se não pagares penhoram tudo, é a tua liberdade em votares, a tua democracia de pagar asneiras de outros e continua a votar.

        Na Monarquia tu compras um Imóvel rustico, urbano ou misto, não pagas imposto, é teu, é teu da tua família.

        Eu acredito no meu sonho, eu acredito no meu sonho, eu tenho um livro da casa de Habsburgo, com as caras da minha família, eu mostrei ao meu sobrinho uma foto de 1611 e outra de 1415, e o puto diz me a mim, tio sou eu. E fiquei a olhar para a foto e diz isto, mas eu não tenho aquelas roupas, e ficou a pensar, não lhe disse que ele tem o mesmo ADN que a figura de 1611, ele não ia entender.

        Eu acredito no meu sonho, não preciso de inventar nada, não preciso de usurpar nada, não preciso desta fantasia, porque estamos num Estado de Direito. Todos os outros são duques, condes, marqueses e viscondes, não tem uma gota de sangue de um rei Português, mas essa gente são gente ilustre que muitos Portugueses Iluminados acreditam, deixa los, somos livres.

        Gosto de sonhar, o sonho comanda a vida.

        João Felgar

  6. Senhora Rosário vou lhe contar uma história, sabe porquê é que todos os reis Portugueses sempre ajudaram Marrocos e Fez, sempre os ajudamos, sempre porque era nossa família, o meu bisavô paterno, o avô paterno e meu pai sempre gostamos de Tâmaras de um lugar especifico em Marrocos, das outras que existiam de outras terras, não interessava, mas eram Tâmaras de Fez. E sempre gostei de Marrocos e não entendia este gosto por aquela terra. Fez, sempre pertenceu à Bohémia, Espanha e Portugal, sempre.

    Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuiado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal

    D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

    Anno 1607
    Jacob, premier Roi de la famille des Benimerinis.;Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris

    Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l’Espagne contre cet ennemi commun. Les Lecteurs me sçauront, je crois, bon gré de remonter à l’origine des rois de Fez, de Maroc, & à celle des Cherifs, pour leur faire part ici de ce que nous sçavons des Princes qui règnent aujourd’hui en Afrique. J’ai remarqué que Paul Jove, exact d’ailleurs dans ce qui concerne les faits étrangers, n’en parle point dan*, ses histoires, & fort peu dans ses éloges.

    GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia

    Falei recentemente com o presidente do Vox Sr. Abascal, em Espanha e disse lhe tu quieres Melinde, eu quiero Marrocos e Fez, Portugal y Espanha com o meu ADN somos um único reino, pelos acordos de 1700 da Áustria, Portugal e Espanha, trago tudo em latim, para calar todos os iluminados portugueses. E disse ao Sr. Abascal que quiero todos los Judeus em Portugal y Espanha e que o seu chefe da casa de boubon e bourbon é turco e este Abascal não gosta de Turcos e então eu postei lhe isto, ficou calado. O que diz aqui em latim que o Solimanus é Sultão Turco e é pai de Bourbon.

    HISTORIÆ ECCLESIASTICÆLIBER CXXVIII. ADRIANUS VI PAPA., CAROLUS V. OCCIDENTIS IMPERATOR

    S. XV. Solimanus ob finiftrum asaltus fruce cellum in rabiem a&us. Jac Bolius Solimanus ob adversum hujus expedi & feq. tionis fucceffum spe in rabiem versa, Jacques de tam impotenti ira commovebatur, ut Borbon.l.cit. parum abfuerit, quin furore ac indignatione abreptus ipsum Mustapham S
    ororium fuum hujus belli auctorem neciSæeal.XVI. addixiffet. Referunt Scriptorum non- A.C.1522
    Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon.

    João Felgar

  7. O que é que é preciso, para acabar com as controvérsias

    1. O conde Henrique o pai de D. Afonso Henriques tinha um irmão o Conrad e chamava se Felgarum

    Abbas Ciftercienfis Conradus, cu- jus fupra meminimus, a Sede Apoftolica mise fus ad Valdemarum Daniæ regem, ipfi imperii jura offerr. Ille Frederici potcntiam veritus obic latum imperium refpuit, relicta Dania Frisian adiit, Abbatem Felgerum vetere amicitia no. tum in via falutat. Hinc Thuringiam profe &tus Lantgravio Henrico id ipfum, quod Palo demaro repræsentat. ; Romanorum. Francorum.Anglorum. gionis antequam rex transfrecaret minus obtemperauerant præceptis reginæ,& vt dicitur facramento se obligauerant , vt le comiter defenderent,fi aliquis eorum grauaretur.Rex ad libitum suum eos & castella eorum tra&auit, & congregatis exercitibus suis ferède omni potestate sua circa mare castrum Felgerarium obfedit, cæpit, & funditus deleuit. Inde præloquuto quodá imaginario connubiode Gaufrido filiosuo & Constantia Conam comitis Britanniæ & de Ri. chemont comes Conanus concessic regi quasi ad id opus filij sui totum ducatum Britanniæ,excepto Comitatu de Gigunix

    Castella era Felgarium, Gallia (França) tem sobrenome Felgarum (isto tudo em latim), Thoringorum Reno pertence à Alemanha é Felgarum.

    Sed Civili avia Felgarum circumibat:dum Claudium Labeonem capere,aut exturbare mititur. Quid, quaefo , Givilis , fi Transrhenanus ex Germaniae folo inter Galliæ duces.
    Chlogio Francos protri igitur Dispargum caftrum habitauerit in Gallia quidem cis Rhenum fitú, tos ab VVanda feu illud Asciburgium fuerit, seu aliud ; in termino tamen Thoringorum, id est lis fex eorumnon longe à Rheno Thoringorum & Felgarum termino conftitutum. focijs in Gal.

    Os Philippes de Espanha os Pulcher tem Felgarum ou Belgarum, como sobrenome.

    Philippo. Valesio. Eono. (1) Burgundionum. Felgarum. et. Christiani. orbis. Maximo. Principi. Indulgentissimo. Domino. Qui. postquam. Brabantia. Limburgo. Luxemburgo. Namurco. Hannonia. Hollandia. Zeelandia. Frisia. Belgicæ. provinciis. Imperium. Burgundicum. propagasset. Augustissimum. aurei. Volieris, Ordinem instituisset, fatis. concessit, an. M. CCCCLXVII.

    Regiæ Philippi IV. ad Marchioncm de Caracena Belgii Hifpanici Gubernatorem;Jus Felgarum circa Buliarum Pontificiarum Receptionem : y el otro : Defenfio Belgarum confra Evocationes , & Peregrina judicia

    A Áustria e Bélgica tem o meu sobrenome Felgarum, o pai de Maximiliano I, o Frederico III & IV tem o meu sobrenome, como o Alberto.

    Felgarum §. XII, Omnes illi Principatus deinceps fingulis: £e&iones, parebant Principibus. Sed feculo labente XV. magna ex parte per Pacta, per Nuptias, aliosque Donminii transferendi titulos, post mortem c A R o LI Burgundici , a. I477. per filiam unicam MARIAM, MAXIMILIAN o Archiduci Aufbriaco

    Avtohet, cio fururi sunt felices , qui ita vivent. Felicitatem illam non invidit vobis, sed vobilçunn ama. vit Potentiffimus Hispaniarum Indiarumquc Monarcha Philippus ill. qui purpuram quam, paulo ante obitum,io Ordinis veftri vchcm commutavit,in eaque respiravit & expiravir. Amavie illam Corcaillimus Archidux idcnique Felgarum.

    honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio ,delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v. Exemplaire très beau , avec le portrait de l’Infant Ferdinand à cheval & en bufte

    Os Helveticos ou Suisse tem sobrenome Felgarum ou Thuringen ou Dudingen

    Eorum una pars, quam Gallos obtinere diximus initium capit à flumine Rhodano;contineturque Garumnå flumine, oceano, finibus Felgarum: attingit etiam, à Sequanis & Helvetiis , flumen Rhenum: vergit ad so, ptemtriones

    Tenho muito mais coisas destas em latim, dezenas de livros

    João Felgar

    1. Tenho lido alguns comentários teus alguns interessantes outros nem tanto…
      Mas deves continuar a sonhar sim
      R.

      1. Obrigado por entender, o sonho é enorme e quando envio alguns dados a genealogistas, a historiadores franceses, ingleses, espanhóis, a fundações, a políticos, a movimentos de causas da monarquia que lhes digo que não conto convosco para nada.

        Se o povo mandou embora o Rei D. Manuel II de Portugal, o povo tem que pedir novamente que o Rei volte, eu não fazer nenhum golpe de Estado, como os senhores republicanos o fizeram em 1910, o meu lema é pacifico, sem violência.

        O povo Português tem que pedir que o legitimo volte, não é um movimento de doutores, mestres e de grandes individualidades que foram Presidentes da Republica neste Portugal, que são alguém que representem Portugal, não o são.

        O povo Português é aquele que está em Portugal e que pagam impostos, vivem cá, mas os políticos na sua orientação política e como estão a ver que abstenção sobe a olhos vistos, decidiram à uns anos fazer com que mais de 1 milhão e meio de emigrante pudesse votar, quando só os residentes votam 2 milhões mais ou menos, são os familiares da função pública que deve totalizar isto. Num universo de 11 milhões de Portugueses, corresponderá a uma abstenção de 78% da população residente e por isso vão buscar os votos dos emigrantes que tiveram que sair porque em Portugal convidaram nos a sair, os políticos. A festa continue, quando não existir empresas, quando não existir PIB, já foram 25 mil milhões destruídos dos 180 mil milhões euros, continuem senhores políticos a vossa grande Obra.

        Quando não existir salários para a função pública, ai esse núcleo privilegiado de portugueses, vão sentir na pele a vossa perda, votaram na vossa festa republicana, quando não existirem reformas, vão ter com os políticos, com todos os partidos, são os vossos patrões.

        O português que trabalha no privado, empresários, não querem saber da festa republicana, como eu também não quero saber, somos cidadãos para pagar impostos, isto sim, somos obrigados é isto a democracia Portuguesa. Mas a Senhora Rosário não sabe que das 13444 fundações em Portugal , não pagam impostos, de irsc irc, rama, imi, não pagam nada, estes ainda são mais privilegiados, são muitos reis, muitos duques na Republica.

        Quando o dinheiro acabar, quando a vergonha acabar dos portugueses, quando a falta de respeito perante as instituições acabar, vai ser uma grande confusão, vai. A UE está a comprar divida Portuguesa com juros, os juros que vencem mensalmente chega aos 10 mil milhões por mês, isto é só juros, mais nada.

        Se estamos na Republica num Estado de Direito, como é possível termos portugueses que não pagam impostos pelas fundações, existem exceções para todos os gostos e devíamos ser todos iguais, mas não somos, vivemos na democracia deles, hoje com o covid19, não se podia usar mascara isto no principio, depois já era obrigatório, as vacinações temos os tais chicos espertos, uns podem fazer reuniões e comícios, podem andar na rua porque são privilegiados, os outros tem que ficar confinados e se saírem apanhamos multa, é tua democracia, repara nisto, tu votas para levares na cara, outros fazem o que querem e são todos os partidos, porque podem, é democracia desta gente.

        Os outros sustentamos toda esta gente. O muito obrigado a todos os partidos desta Republica Portuguesa, obrigado por me abrigarem a pagar impostos para outros viverem às minhas custas. Obrigado

  8. Voltando aos Senhores que são condes e sei lá mais o quê, eu já falei com essa gente e pedi lhes provas em latim, provas documentos que os tais Mascarennas são condes de Santa Cruz, pois, então eu vou postar aqui algo de interessante, vem em Francês e em latim

    Então repare Senhora Rosário que a casa que posto aqui é Portuguesa e chama se Mascaron é muito diferente de Mascarennas, é.

    A casa de Mascaron trás o meu sobrenome (Felgar ou Velgar ou Fauge ou Fauga ou Falgar) que muda de terra para terra por causa da questão fonetica)

    La Maison de Mascaron nef pas originaire de France; elle es de Portugal : les Comtes de Sainte Croix qui en portent le nom Familiam de Falgario sanguini de Mascaron junctam fuisse constat ex anliquissimis manuscripiis fide dignissimis. Hugonem de Mascaron prima pietatis et doctrines hausisse rudimenta sub disciplina Raymundi de Falgario ipsi affini pro certo habetur. Ainsi le docteur en droit Mascaron pouvait être parent de l’autre docteur de Miremont, et tous deux étaient de la famille des évêques Raymond de Falgar_une ancienne Nobleííe de nom & d’armes, originaire du Piémont, qui est venue s’établir à Marseille, & ensuite à Niímes

    La famille de Fauge est originaire de Savoye. Alexandre de Fauge eut pour fils Guigues, Ecuyer, marié en 1fz1 à Antoinette de Chapelle, de laquelle il eut Claude <ìe sauge, Sgr de la Chapelle, qui testa en 1487, ayant éte allié en 1511 à Claudine Bernard , fille d’Ignace, Sgr de Coííy, de laquelle íl eut entr’autres Jean-Antoine de Tauge, qui épousa en 1599 Philippe-Suzanne des Cbavannes, fille de Philippe, Seigneur de Reigney, Gentilh. du Duc de Savoye

    Real bando de »p de Enero de 1733 publicado en Ja plaza de las ¿alhucemas , señalando límite, <5 par age para dar por consumado el delito de los que se pasea á los moros. Don Francisco Felgar , capitán del regimiento de infantería de Sabaya, y en ínterin Gobernador , alcayde y jutticia mayor de la plaza y presidio de las ¿alhucemas. fecha en Alhucemas y Enero jp de 1733.:= Don Francisco Velgar

    Marguerite d’Aigrefeuille, femme de Jean de Falgar, fils de noble et puissant seigneur Guigues, baron de Falgar, dioceze de Beziers, et d’Izabeau de Roquefeuile.

    Roi Charles VII. & fut ensuite premier Ecuyer du corps ; & maître de l’écurie de Charles , Dauphin de Viennois, fils du Roi de France. Son frère aîné , qui continua la lignée , épousa en 1443. Misene Isalguier, laquelle institua pour son héritier , par son testament du 3. Juillet 1483. son fils aîné , Manaud, Seigneur de Noé , de Saveres, d’Audars, de Fauga ou Hauga k de Montesquieu

    21 mars 1232 – Raimond du Falga ou de Felgar, né au château de Miremont et provincial des frères prêcheurs, est élu évêque de Toulouse. Il est le quarante-deuxième évêque de Toulouse. Il marche sur les traces de Foulque, son prédécesseur, poursuit avec vigueur les hérétiques et défend avec ardeur les droits de son église Notes sur l’histoire du Languedoc-Tome 4 P 355-

    Cela estant , il faudroit qu’il eût esté marié trois fois j car il avoir épousé auparavant l’an 1106. une Princesse du Sang 1106. Royal d’Angleterre, à laquelle on ne donne pas d’autre nom que celuy de Reine,parce qu’en ce temps-là les filles de Roys, quoy que leurs maris ne fussent pas Roys, confervoient toujours la qualité de Reyne. Cette Princesse estant morte fans enfans, il épousa en secondes ou en troisièmes nôces Ine ou Agnès de Barcelonne, fille de Raimond Berenger Comte de Barcelonne, & de la Comtesse Adalmode , de laquelle il eut Guigues III. dit Dauphin , qui luy succeda:

    Mathilde ou MAHAut , qui épousa Amé III. Comte de Savoye, & qui fut mere de huit enfans , & entr’autres d Humbert III. Comte de Savoye, de Piémont & de Maurienne ; & de Mahaut de Maurienne ou de Savoyè, femme d’Alphonse Roy de Portugal.

    Portanto temos o Dauphin de Viennois e Savoie, irmãos, e vem o Felgar como filhos e a Mathilda após ter tido 8 filhos com Amé III de Savoie, foi casar com D. Afonso Henriques o Rei de Portugal, porque ambos são primos direitos, porque este Afonso Henriques é sobrinho a Conrad com o Felgarim. A mesma família.

    Tenho de Inglaterra a mesma situação com D. João I. Tenho de João IV a mesma situação, mas trago provas, dados em latim em muitas cartas de forais temos o meu sobrenome.

    O meu sonho continua.

      1. A senhora Rosário como deve calcular, o email são restritos às pessoas e um dos itens nos sites, dizem simplesmente não divulgar email. Eu tenho o meu o Centro Nacional de Cultura, tem para eu poder comentar sobre vários assuntos. A Senhora Rosário, não posso como deve compreender.

        João Felgar

      2. Olhe Senhora Rosário para discutir o tema, faça o aqui, existem pessoas neste Portugal com importância muito maior dentro de Organismos Militares, Historiadores e Genealogistas, alguns políticos, alguns organismos de gov. internos e externos a Portugal, conhecem esta realidade, e essas pessoas tem o meu email, tem.

        A Cultura é tudo isto, é genealogias, poesia, autores, musica, dialetos, histórias do mais variado, documentos probatórios, teatros, artistas, somos todos nós que fazemos a Cultura e tenho que dar as minhas Felicitações ao Centro Nacional de Cultura, que divulga todas estas coisas.

        João Felgar

        1. Senhor João Pedro
          Claro que existem nesse Portugal pessoas com importância muito maior, e também as há que na realidade não são seres tão pequenos, pessoas sem escrúpulos que vivem de manipular os outros e que se alimentam do sofrimento alheio tentando tirar proveito de pessoas de bom coração, na sua arrogância valorizam se em demasia quando na maioria das vezes essa arrogância toda é apenas um reflexo de um complexo de inferioridade.
          A cultura é um todo.
          Existem os que comentam tanta blasfémia, que são até bloqueados nos blogs.
          Enfim seres que se acham.
          Considero sim, este blog interessante como tantos outros
          CARTOLA CULTURAL
          COMUNIDADE CULTURA E ARTE
          CULTURA DE BORLA
          e tantos outros, que nesta fase de confinamento é um bom aliado.
          R.

          1. Relativo aos Bourbons e Bourbons em Espanha, eu também quero o Filipe VI de Bourbon na rua e eu sou Monárquico, e facultei dados a organismos estatais de Espanha, a orgãos de comunicação social à Prisa para lhes mostrar de onde vem os supostos Reis de Espanha, com Juan Carlos, Philippe VI, V, Carlos VI e Afonso XI, são todos Bourbon e milionários e deixam o povo na miséria. Eu não aceito isto, eu concordo com as pretensões de Barcelona.

            Eu sou contra Injustiças, e sabe quantas vezes Espanha expulsou os Borboni de Espanha ? três vezes e nessas situações, foi provado que roubavam ao Povo de Espanha, eu não aceito os Borboni em Espanha, são bastardos à Corona de Espanha e já os desafiei e pedi lhes o teste de ADN ao Carlos II de Espanha da casa de Habsburgo e Schönenberg e até agora, nada.

            O povo de Espanha como o Povo Português, não merecem ficar na miséria, aquilo que existe em Espanha, não é monarquia, é um estado totalitário dos Bourbons e se todos estudarem a história encontram muitos exemplos destes Borboniis.

            Estes Bourbons tem sangue Caucasiano, nascimento de Nativita da Turquia. Não gosto de injustiças, tem que existir liberdade de expressão, o cantor que foi preso, por falar da riqueza dos Borbonis, das contas de offshore e do roubo indiscriminado e o povo a passar mal.

            Este que se diz Rei, não é gente, é outra coisa. Espanha não é dele, Espanha é dos Espanhóis.

            Como Portugal é dos Portugueses

          2. Então a Senhora Rosário tem um blogue na Cultura de Borla, engraçado e é de Lisboa, julgava que fosse de outra terra.

            Sim a cultura é um todo, umas com verdades e outras situações menos claras, não estou a falar Teatro, nem de Artistas, não, de outros assuntos que me interessam, a panca, todos aparentemente temos uma forma de estar.

            é engraçado o seu blogue, está em movimento

            João Felgar

          3. Não estou a fazer confusão, de fato existe um blogue com o seu nome de Rosário em Lisboa e tem a letra R, na qual se identifica, não faço confusão, não devo colocar o link, mas se a Senhora Rosário tiver a oportunidade em visualizar, vai ver que o digo, é a verdade.

  9. Genealogia Comitium Brigantino ; Ludouico fecundo Françorum & Germaniae rege; Hugonem fecundum ,& filiam Eberhard ocomiti à Sünneberg

    Hvgö,progenuit ex Elifabetaà Vuerdenberg Hugonem fecundum ,& filiam Eberhard ocomiti à Sünneberg locatam.citaturin literis â Rudolpho Habsburgenfe Caefare, de anno falutis 1280.

    D. Eberhrdus Vernardus Comes de Kiburg, et Anna ejus uxor, Ducissa de Zäringen hoc monasterium Fratribus Minoribus una cum ecclesia ædificârunt ac fundârunt. (Litteræ fundationis asservantur in Archivio cancellariæ et curia Friburgi.) Historici variant nomen Comitis Eberhardi, alii vocant Vernardum, alii Vernherum, alii Eberhardum; sed lis est tantùm de nomine. 1237. Monasterium amplius et munificentissimè fundárunt et auxerunt B. Elisabetha Comitissa de Kiburg filia prædicti Comitis Eberhardi , et Illustrissimi Dni Clementes, ità dicti ex perantiqua familia et prænobili stemmate Clementum. La tradition porte encore que les PP. Cordeliers, dans les premiers temps de leur fondation, en descendant le Grabsal et en longeant le rocher au-dessous du couvent actuel des PP. Capucins

    la famille Velga, qui avait un château derrière la forêt du Schönenberg, au bord de la gorge du Gotteron, était la fondatrice d’une messe matinale, et que les moines devaient la sonner au moins un quart d’heure à l’avance, afin „ que les habitants du manoir eussent le temps de s’y rendre, ce qui s’est long„ temps pratiqué à notre connaissance; cependant nous n’avons pas pu nous en , procurer une preuve historique. Kuenlin, loc. cit., 1re part., p. 320.

    Familiæ Velgensis insignem memoriam exhibet prægrandis lapis muro sacristiæ, quæ ab eorum sepultura dicitur capella Velgarum, appositus, in eoque excisa imago Equitis loricati suppositam capiti galeam habentis et scutum sustentantis femore, illique inscriptum anno Domini 1325 16 Calendas Januarii obiit Joannes de Tudingen dictus Velga. Item calix argenteus deauratus, et magna monstrantia argentea facta 1476.

    Duque Marquez de Ferreira (L. S.) F. Schonenberg. (L. S.) Marquez de Alegrete. L. S.) Conde de Alvor. (L. S.) Roque Monteiro Paym. (L. S.) José de Faria. 1703 Maio 16

    Regi Portugalliæ Fædus inire cum eodem Serenissimo ac Potentissimo Principe Leopoldo Romanorum Imperatore, ut cui Successio Hispanica mortuo sine liberis Catholico Rege Carolo hujus nominis secundo, gentilitio jure pactisque obvenerit, atque una cum ejus Federatis et in eam causam conspirantibus, nempe cum Serenissima ac Potentissima Principe Anna Magnæ Britanniæ Regina et Celsis ac Præpotentibus Dominis Ordinibus Generalibus Fæderatarum Belgii Provinciarum, ut conjunctis animis et viribus communi Securitati, Hispanorum Libertati, Legitimaque in Regna succedendi juri quam firmissime consulatur. Qua de causa ad id Fædus ineundum Plenipotentias suas et Mandata dederunt ab una parte Sacra Cæsarea Majestas Domino Carolo Ernesto Comiti à Waldstein Aurei Velleris Equiti, Consiliario suo Arcano, suoque et Serenissimi ac Potentissimi Romanorum et Hungariæ Regis Camerario, ac Legato suo Extraordinario in Lusitania, Serenissima ac Potentissima Princeps Anna Magnæ Britanniæ Regina Domino Paulo Metwen Armigero et Ablegato suo Extraordinario in Lusitania, Celsi ac Præpotentes Domini Ordines Generales Federatarum Belgii Provinciarum Domino Francisco Schonenberg, ab altera vero parte Serenissimus ac Potentissimus Princeps Portugalliæ Rex Domino Nonio de Mello Alvares Pereira

    El arzobispo de Reims consagró al nuevo príncipe el dia 8 de enero de 893. El conde Valgario, unido á Eudes por vínculos de familia, hizo traicion á su causa, y le quitó la ciudad de Laon.

    Fromundum filium quon di & Raymundi , & ipse Fromundus fucceffedam Petri de Morgiis ex altera quæ tales tit, & hæres existat fuprad. d. Petro quona funt : coram nobis d. Guigone Dalphino as dam patri fuo, asserit & proponit contra diet, serit & proponit Raymundus Berengarii con Raymundum filium quondam dict, Guigonis

    Todos estes são minha família Velga ou Velgarum ou Felga ou Walgario ou Felgarum, veio a Republica e alteram as histórias, no Estado Novo e na atual Republica e temos os Matosos, e muitos Doutores nobres com sabedoria Supra, o que é que esta gente fez ?

    E os Iluminados Portugueses, decidiram colocar um caucasiano na cadeira de meus antepassados.

  10. Se existisse a Monarquia em Portugal, todos estes Doutores, professores, Mestres, Militares da arte da História tinham que ter uma reciclagem de dezenas de anos, perderiam todos os seus títulos académicos e voltavam a estudar para conhecer a verdadeira história de Portugal.

    Tenho pena que tive que descobrir a verdade, como diz a Senhora Rosário a minha Luta, descobri tudo o que possam imaginar. Famílias que usurparam património de Reis aquando do Estado Novo, descobrir que campo de Besteiros, não era em Santa Comba Dão, nem lá perto, pertencia ao Alto Douro, e todos Besteiros serviam para proteger o Rei.

    Terei os meus Besteiros novamente, para proteger o Rei.

    BESTEIROS do monte. V. Cod. Afonsino. Nas Cortes de Lisboa de 1498 extinguio El Rei D. .Manoel Qs Aconthiados , e Besteiros, tanto os do Conto, como da Camará, e todos os Oificiaes Maiores, e menores , que delles tinhão cargo; deixando só os Besteiros do monte em alguns lugares da Beira alta , AlemTéjo , e no Reino do Algarve, com hum só Anadel Mór.

    Tom. II. ‘ tos d’ ElRei , com conhecimento dos Documentos, e/Irestos, que se acha’rão nos Archivos mais antigos deste Reino , mandados examinar para este ƒim pelo. Senhor Rei D. illanoel ; e pela qual se julgou que os Cidadãos de Lisboa devião gozar dos Privilegios dos Iuƒançcoens: E que os Inƒançoens nada mais erão, que os Netos dos Reis, e filhos dos Inƒantes , Irmãos do Princepe herdeiro , e successor na Coroa: ou mais breve: os Infanƒoens era’o sobrinhos do Rei, ou que foi, ou que era, ou que h’a’via de ser. Acha-se esta Sentença nos Doc. de Silves , e a transcreve Pegas Tom. 7. a’ Ord. L. I. Tit. 91. §. 2. glass. 4. , H Po*

    Sabem o que fazia o meu 8 avô paterno o Joannem V aos escribas e doutores que inventavam coisas, vão descobrir. É o passado.

    Mas eu já sou mais democrático, sou mais maleável, e tenho melhor entendimento das coisas, são seres humanos que erram deliberadamente, isto é muito mau Senhores, mas nada vós acontece, nada.

  11. A cultura é isto, a divulgação de arte, Jovens Solistas da Metropolitana apresentam-se no Museu do Oriente

    Programa

    P. Telemann |Concerto para 4 Violinos, TWV 40:202 (arra. para 4 flautas) (1)
    Crusell| Divertimento para Oboé e Cordas, Op. 9 (2)
    C.-P. Taffanel | Quinteto de Sopros (3)

    Arnold| Divertimento para Flauta, Oboé e Clarinete, Op. 37 (4)
    Debussy| 2 andamento do Trio com Piano em Sol Maior (5)
    Koechlin| Quatro Pequenas Peças para Piano, Violino e Trompa, Op. 32 (6)

    (1) Ana Clara Sousa, Gonçalo Reis, Catarina Silva, Hélio Santos (flautas)
    (2) Pedro Capelão (oboé), Carolina Duarte (violino), Beatriz Tomás (violino), Ana Russo (viola), Beatriz Lousan (violoncelo)
    (3) Beatriz Marques (flauta), Rodrigo Marques (oboé), Guilherme Duque (clarinete), Sara Maia (fagote), César Luís (trompa)
    (4) Carolina Rosa (flauta), Guilherme Cruz (oboé), Joana Neves (clarinete)
    (5) Bernardo Sousa (violino), Tiago Mirra (violoncelo), André Rodrigues (piano)
    (6) Ana Ferreirinho (piano), Cristiana Herculano (violino), Helena Gabriela (trompa)

    METROPOLITANA | O Testamento de Mozart > com Nuno Inácio | 16 JAN. 11H. THALIA

    É com música de Wolfgang Amadeus Mozart que a Metropolitana brinda o primeiro mês do ano. Trata-se de um dos compositores mais consensuais de toda a História da Música. Existe, porém, uma enorme variedade no seu extenso legado que passa por vezes despercebida. Encontramos aí obras que se distinguem pela ligeireza expressiva e por uma jovialidade contagiante. Mas também outras em que sobressai a comoção expressiva, por vezes majestáticas. Ainda que possam parecer comportamentos incompatíveis, sempre se sobrepõe uma irrepreensível coerência estilística. É essa, afinal, uma das principais qualidades da música da segunda metade do século XVIII, quando eram exaustivamente exploradas as possibilidades técnicas dos instrumentos, o planeamento formal da partitura, encadeamentos harmónicos complexos e efeitos dramáticos de pendor teatral. Nunca compromete, porém, a fluência do discurso musical que tanto apreciamos e que temos agora a oportunidade de revisitar em três fins de semana seguidos, com sinfonias, concertos e música de câmara do génio de Salzburgo.

    O Testamento de Mozart
    [Mozart em Janeiro]

    Orquestra Metropolitana de Lisboa
    Nuno Inácio Flauta e Direção Musical

    W. A. Mozart Concerto para Flauta e Orquestra N.º 1, KV 313
    W. A. Mozart Sinfonia N.º 41, KV 551, Júpiter

    Este tipo de acontecimentos era recorrente na Áustria, em Mine, Schoenberg e em Berna e esta cultura de violinos e violoncelos que deram obras de arte, como Adágio de Albinoni em cordas e órgão, Schubert, Mozart, Haendel, Beethoven, são alguns exemplos de maestria.

    Ajudem as pessoas que trabalham estas artes, como pintores em exposições, em Teatro fecham tudo em nome do Vírus, andar de avião é tão mais perigoso estarmos todos confinados e como os restaurantes, depois inventam horas de fecho, arranjam todos os argumentos para combater o vírus e nada resultou.

    Foi preciso os Militares, o Senhor Brigadeiro tem realizado um excelente trabalho na redução de todo o processo logístico, de monitorização de todos os processos para reduzir o número de pessoas que falecem. Em meu nome, agradeço lhe a si a muitos anónimos terem salvaguardado a vida humana.

    O meu muito Obrigado aos Militares

    João Felgar

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