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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

ANTOLOGIA

ATORES, ENCENADORES (XIII)OS 60 ANOS DO TEATRO DE ARTE DE LISBOApor Duarte Ivo Cruz O Teatro de Arte de Lisboa (TdAL), foi uma companhia que, em diversas temporadas, com irregularidade desde 1955-56 até ao início dos anos 70, levou ao Teatro da Trindade um repertório inovador e um elenco de primeira qualidade para o nosso meio […]

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ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (XII)DESCENTRALIZAÇÃO TEATRAL – O ÚLTIMO ESPETÁCULO DE AMÉLIA REY COLAÇOpor Duarte Ivo Cruz Há uma certa simbologia, perdoe-se o eventual exagero da expressão, na despedida de cena de Amélia Rey Colaço. Pensemos da sua vasta e exemplar carreira, e particularmente, nas dezenas de anos em que dirigiu a companhia do Teatro Nacional […]

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ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (XI)HOMENAGENS A UM GRANDE ATOR E A UMA GRANDE ATRIZpor Duarte Ivo Cruz   Nos anos 60, inauguraram-se em Lisboa dois teatros em homenagem a dois grandes nomes do teatro português. O que está longe de ser inédito, mas merece destaque pela quase simultaneidade mas sobretudo pela referenciação dos artistas homenageados. Referimo-nos ao […]

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ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (X)EVOCAÇÃO DO CINQUENTENÁRIO DO TEATRO MODERNO DE LISBOApor Duarte Ivo Cruz O Teatro Moderno de Lisboa representou uma inovação da atividade teatral no ponto de vista simultâneo de repertório, de elenco, mas também de organização dos espetáculos, de espaço e de acesso a um público de certo modo específico e menos habitual […]

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ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (VIII)EVOCAÇÕES, DESLOCALIZAÇÕESpor Duarte Ivo Cruz Faz-se hoje referência a dois aspetos distintos de uma política, digamos assim, de descentralização e deslocalização teatral: atores, encenadores, que ou fizeram a carreira fora de Lisboa, ou que foram devidamente homenageados fora de Lisboa. E tenha-se presente que esta circunstância não é despicienda, dada a secular […]

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ANTOLOGIA

ATORES, ENCENADORES (VI)A COMPANHIA REY COLAÇO-ROBLES MONTEIRO: QUALIDADE E LONGEVIDADEpor Duarte Ivo Cruz  Num meio cultural e profissional tão instável como é o teatro-espetáculo português, merece destaque a continuidade e a capacidade de renovação da Companhia Rey Colaço- Robles Monteiro, designadamente na sua longa permanência, ação cultural e capacidade de renovação, a nível de elencos […]

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ANTOLOGIA

  ATORES, ENCENADORES (V)DOIS EXEMPLOS DA TRANSIÇÃO DO SÉCULOpor Duarte Ivo Cruz Vimos no artigo anterior o papel essencial de Garrett na estruturação do teatro português, através da reforma de 1836. Nesse diploma, encomendado, recorde-se, por Passos Manuel e transformado em Portaria assinada por D. Maria II em 15 de novembro de 1836, estava prevista […]

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