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Crónica da CulturaCRÓNICA DA CULTURA
por Teresa Bracinha VieiraViver na vulgaridade é banalizar-se como utensílio da sua rotina A tentativa de ocultação do vazio e da própria morte cria um espaço de sombra no qual desejar é ser incapaz de desejo. Li hoje o texto que escreveu para o DN e transcrito para o nosso blogue, de Anselmo Borges e […]