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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Arquitetura portuguesa no final dos anos sessenta. ‘Modernos ao aplicar e criticar os princípios na realidade concreta, histórica, cultural, política, física, geográfica. Isso é que fez os anos sessenta e setenta. Aconteceu isto em todos os sítios.’ (Manuel Tainha, 2008) No contexto da cultura arquitetónica portuguesa, o período final dos anos sessenta representou um momento […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Ana Hatherly e a palavra ilegível.   ‘A palavra escrita (…) venda e desvenda o sentido do gesto.’ Ana Hatherly em ‘A Palavra-Escrita’   A obra de Ana Hatherly (1929-2015) enfrenta a impossibilidade e a incomunicabilidade. Apesar de em 1959, ter publicado o primeiro poema concreto em Portugal (a poesia concreta desenvolve a tensão das […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

A proposta nº 5 de Eugénio dos Santos. ‘O rigor não é um limite à dinâmica do processo. O rigor deve estar estritamente ligado à real possibilidade de progresso, à maturidade e à capacidade de responder ao processo e sempre presente. O rigor não é um limite à imaginação.’, Álvaro Siza, 1976 A reconstrução de […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

O Racionalismo e a História: Fernando Távora e a Pousada de Santa Marinha da Costa (1972-85) Fernando Távora (1923-2005) atravessou várias etapas da arquitectura portuguesa e desde cedo compreendeu que a arquitectura moderna é a única que pode trazer autenticidade e sinceridade sempre que associada à cultura, à história e ao saber popular. Arquitectura para […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

A complexidade e o valor do contexto: Álvaro Siza e o Banco Pinto & Sotto Mayor (1971-74)  Álvaro Siza (1933) procura por uma ordem não universal mas uma ordem única que consiga responder à singularidade irrepetível de cada projecto. Álvaro Siza passou a ser conhecido por um público mais alargado a partir do texto de […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

(Neo) Dada  A nova vanguarda que se deseja definir por estes anos, busca referências no surrealismo, mais propriamente no dadaísmo através da figura de Marcel Duchamp. Duchamp ainda exerce uma considerável influência sobre a geração de artistas dos anos sessenta. Em 1966 terminou a sua última obra ‘Étant donnés’, vindo a morrer dois anos mais […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Nouveau Réalisme: A poética do real   ‘What do we propose instead? The passionate adventure of the real perceived in itself and not through the prism of conceptual or imaginative transcription.’, Pierre Restany em ‘The New Realists’, 1960   Ao concentrar-se no início da década de sessenta, é importante referir o Nouveau Réalisme pela sua […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Colin Rowe: Inside Out, Outside In   ‘Let’s evaporate the object, let’s interact with the people, the object should decompose itself, make some concessions to the circumstance. The object should be encouraged to become digested by a prevalent texture or matrix. Nor object, nor space are the only viable attitudes.’, Rowe, 1976   Colin […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

Morfologia, Tipologia e Forma Urbana. ‘O espaço é algo em que o que se deixa é tão importante como o que se preenche.’, Fernando Távora, 1962   É essencial, reforçar a ideia de que a cidade como sendo constituída por momentos materiais e não materiais (preenchidos e não preenchidos), apresenta tempos de duração diversos. Conhece-se […]

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