
Só a verdade pode servir um processo de libertação, sobretudo, quando se tem conhecimento que há coisas muito essenciais que só individualmente podem ser vividas. Assim também interpretei o grande escritor Juan Marsé.
Deixa-nos Juan Marsé, uma luz sempre a decifrar: um pensamento de quem regressava à palavra vindo do fundo das coisas, enquanto Barcelona sempre o interpelou.
Teresa Bracinha Vieira