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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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London Letters

LONDON LETTERS

Horse trade ahead, 2015   The past is a foreign country: they do things differently there. Com estas palavras abre Mr L. P. Hartley o seu clássico do pós-guerra The Go-Between. Talvez que como o jovem Leo Colston do romance de 1953 se possam tomar as presentes promessas partidárias como os seus versos, construídos como […]

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

De 20 a 26 de abril de 2015   «Moradas do Castelo Interior» permite-nos entender a riqueza espiritual de Santa Teresa de Jesus (1515-1582), uma das grandes escritoras europeias de sempre. Por ocasião do centenário do nascimento da Doutora da Igreja, ocorrido a 28 de março, lembramos Manuel de Lucena, autor, em língua portuguesa, da […]

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OLHAR E VER

UMA NOVA HISTÓRIA? Nas CNRS Editions, do Centre National de la Recherche Scientifique, Bertrand Badie publicou, em 2012, um opúsculo intitulado Quand l´Histoire commence, pequeno ensaio sobre o desafio da globalização: E se o fim das relações internacionais clássicas, as dos diplomatas e soldados de antanho, fosse na realidade o princípio de uma nova história? Se […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  A Ordem e a Ambiguidade: Raúl Hestnes Ferreira e as Duas Habitações Geminadas em Queijas (1968-73)   ‘Entretanto fui para a Finlândia, antes de acabar o curso. Naquela altura lia o Aalto, lia o Wright. Havia muito a questão do Zevi, da Arquitectura do Zevi. O que para mim tinha mais interesse na revista […]

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ana ruepp

SONETOS DE AMOR MORDIDO

«O Príncipe Perfeito» de Oliveira Martins   INTERVALO – III  O meu soneto A Antero de Quental  vai à condição bipolar do pensador e poeta açoriano, que se suicidou em 1891, num banco talvez voltado para o mar. Mas dialoga sobretudo com um soneto do  mesmo Antero, composto em Maio de 1885, e considerado o último do último período dos […]

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REFLEXÕES SOBRE LÍNGUA PORTUGUESA NA CPLP, UE E MUNDO LUSÓFONO

Estátua «Bandeirantes» S. Paulo.   1. As línguas, à semelhança dos organismos vivos, nascem, crescem, vivem, morrem, expandem-se e definham, adoecem e reconvalescem, procriam e esterilecem. Podem ser vistas como um organismo que se alimenta por via de um processo de expansão dos seus falantes, combinado com o seu desenvolvimento económico, cultural, científico e tecnológico, em […]

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PORVENTURA VERSOS

25. Foste nomeado glória No tempo de tu em nós Tanto me amares   Sem receios De cessar o depois cuidando Do inevitável onde já não morarias   Conhecerias aquela estranha história Do não sempre? Quando outrem ou em ti eu Era já de alheio esforço?   Ou saberíamos no não dizer O medo de […]

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GÜNTER GRASS

Dos desafios não teve medo, vestiu o seu universo cumprindo na saliência dos penhascos a palavra que poucos diriam. No pós-guerra alemão nunca se cansou de satirizar a motivação que levou à reconstrução dos países beligerantes na terra que se houvera feito palco de sangue de irrecuperáveis vidas. Não sei explicar de outro modo, mas […]

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