3. A GALLA PLACIDIA AUGUSTA
Choraste, Galla Augusta, o teu império
mesmo antes de morrer, às mãos do Huno,
teu Cristo, tua Roma, teu mistério,
teu ser antigo, tão perene e uno…
Gemeste em ti o peso dessa cruz,
desse fado de divisões fraternas,
das ilusões em que parecia luz
qualquer ouro escondido nas cavernas…
Dos jogos e enganos do poder
também tu trataste. Dando, esperaste
alianças, uniões… Mas bem querer
não se compra nem vende, nem se pensa :
foi sempre vão o amor que conquistaste
e só destruição a recompensa…
Camilo Martins de Oliveira

Olá meus amigos, como é maravilhoso encontrar sites com este seu. Parabéns pelo belo trabalho, já estou seguindo.
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Atenciosamente
Josiel Dias
http://josiel-dias.blogspot.com
Rio de Janeiro
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