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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

     Albert Camus  203. ABORRECIMENTO E AGITAÇÃO Tendo em atenção que há uma permanente rotina diária na nossa vida, transversal a todas as vidas, através de condutas, pessoais e profissionais, monótonas, repetitivas, cansativas e necessárias, conclui-se que o aborrecimento não pode ser evitado e faz parte do destino natural do homem.    O aborrecimento, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  143. SÍSIFO E A ACEITAÇÃO DA ORDEM ESTABELECIDA A mesma rotina diária: acordar, levantar, higiene pessoal, vestir, pequeno almoço, adquirir legumes, fruta, flores, plantas, abrir e montar a banca, pôr tudo à vista, para comerciar e vender, vender, vender. Almoçar, a meio do dia. No fim, arrumar o que sobra, desfazer a banca e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  59. O ABSURDO EM CAMUS   Albert Camus, filósofo do absurdo, defendia que levamos vidas costumeiras, entediantes, monótonas e repetitivas.    Até que um dia nos interrogamos: a vida faz sentido? Percebeu que era impossível responder à pergunta: porque estamos aqui?  Diz que fazemos as coisas de modo rotineiro, como Sísifo, uma personagem mitológica […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “O MITO DE SÍSIFO” DE ALBERT CAMUS (XIX) Albert Camus (1913-1960), Prémio Nobel da Literatura de 1957, representa uma das referências fundamentais do existencialismo. Com uma obra rica e multifacetada, o escritor franco-argelino foi, pela liberdade de espírito e pela orientação libertária, aquele que, na sua geração, melhor pôde corresponder à superação do espírito […]

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CARTAS DE CAMILO MARIA DE SAROLEA

  Minha Princesa de mim:      Subi à cidade, num qualquer destes dias. Digo subi, sem ofensa para ninguém, até me parece que Lisboa está lá mais em baixo. Mas faço sempre um exercício de alpinismo, por vezes quase acabrunhante, para lá chegar. E de vez a vez me vou sentindo mais ligeiro no regresso, deve ser alívio […]

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