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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A VIDA DOS LIVROS

De 15 a 21 de outubro de 2018.   O início da publicação de Escritos sobre Cinema de João Bénard da Costa (Cinemateca, 2018) constitui um momento especial na vida cultural portuguesa.   UM MARAVILHOSO DICIONÁRIOO autor é um dos melhores escritores portugueses contemporâneos, não apenas pela forma, mas pela substância, numa abordagem dos diversos […]

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cinema

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A Vida dos Livros

A VIDA DOS LIVROS

  De 2 a 8 de abril de 2018.   «Correspondências» (2016), o filme de Rita Azevedo Gomes, parte de uma amizade e de uma fecunda relação epistolar entre Sophia de Mello Breyner Andresen, Francisco de Sousa Tavares e Jorge de Sena.     DIFERENTES E COMPLEMENTARESA cineasta usou o título no plural para deixar […]

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DO MELHOR DO ANO 2017 NA CULTURA

  Livro português: Jalan Jalan, Afonso Cruz (Companhia das Letras)   Livro traduzido: 145 Poemas, Konstantinos Kavafis (Flop)   Ficção Internacional: Lincoln in the Bardo, George Saunders (Random House) Há tradução portuguesa: Lincoln no Bardo (Relógio d’Água)   Cinema: Silêncio, Martin Scorsese   Cinema – Portugal: Peregrinação, João Botelho   Televisão: Handmaid’s Tale, Bruce Miller […]

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A PALAVRA DE JOÃO BÉNARD DA COSTA

  PARA AS BANDAS DA “PLAYBOY”   1 – Uns artiguitos, por aqui e por acolá, informaram-me que a “Playboy” fez 50 anos. Primeiro pensei: “Meu Deus, como o tempo passa!” Depois, melancólico, realizei que as mais tenrinhas das “bunnies” de há 50 anos têm hoje a minha idade. Marilyn – na celebérrima foto nua […]

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I DANIEL BLAKE, Digo: NÓS DANIEL BLAKE

  Afinal depois da usurpação do viver em dignidade, depois do oxigénio em que se movimenta plenamente a violência, a máquina corrompida, robotizada, automática, insensível, que atua em nome de uma igualdade de tratamento entre os homens, depois de tudo ser nivelado ao subsolo, local de uniformizações abjectas, implacáveis, resta o Estado, essa conquista de […]

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