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Crónicas PluriculturaisBibliotecas pessoais e ecrãs viciantes
por Joaquim M. M. Patrício1. Porque pessoais, tais bibliotecas pretendem ser o retrato mais credível e fidedigno do seu criador, nomeadamente sendo um leitor de livros comuns, e não de bibliófilos colecionadores de raridades. Em todas há um padrão, podendo ser universalizantes, multidisciplinares, de direita ou de esquerda, entre várias linhas divisórias, associadas a espólios onde pontuam figuras da […]