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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A CRISE DO TEATRO PORTUGUÊS NO INÍCIO DO SÉCULO XX

  Num estudo muito recente, publicado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, sobre “O Teatro de Henrique Lopes de Mendonça”, tive ensejo de analisar o conjunto de mais de 30 títulos de peças e textos de maior ou menor vocação de espetáculo deste grande dramaturgo e escritor, que nos deixou designadamente a letra de “A Portuguesa”: […]

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OS TEATROS E OS INCÊNDIOS

  Faz-se hoje aqui referência a incêndios que atingiram dois teatros: um foi recuperado, o outro desapareceu. O primeiro continua em funções, se bem que o incêndio tenha destruído elementos artísticos obviamente irrecuperáveis. O outro deixou em definitivo de existir. E esclareça-se ainda que não se trata de situações inéditas ou mesmo inesperadas.   Trata-se […]

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OS TEATROS DAS COLÓNIAS NO INÍCIO DO SÉCULO XX

  Fazemos hoje aqui uma evocação de teatros em funcionamento nas colónias portuguesas a partir do início do século passado. E vale a pena desde logo referir que havia na época uma tradição de espetáculo, efetuado a partir de Lisboa por companhias que se deslocavam às colonias africanas, e que dessa forma reforçavam uma certa, […]

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EVOCAÇÃO DE ESPAÇOS TEATRAIS NA ILHA DA MADEIRA

  Faz-se hoje referência à tradição de edifícios vocacionados para a atividade cultural na Madeira. E desde já é de assinalar que para lá da indiscutível beleza natural e urbana, o meio em que se inscreve, independentemente da valorização socioeconómica respetiva e como tal também indiscutível, pode não parecer propriamente dominado pelas atividades e tradições […]

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QUANDO SE CANTAVA ÓPERA NO PALÁCIO DE QUELUZ

  Refere-se novamente a alternância entre teatros históricos, teatros românticos e neo-românticos, cineteatros e teatros contemporâneos, bem como a sequência de crónicas e evocações de edifícios de vocação de espetáculo e edifícios onde também se produziram espetáculos, mesmo que para tal não fossem especificamente concebidos e construídos.   E assim, nessa alternância de temas, descrições […]

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MEMÓRIA DO TEATRO DA GRAÇA

  Nesta alternância entre teatros históricos e teatros atuais, reforçada pela maior ou menor centralidade junto de meios urbanos de destaque cívico e cultural, referimos hoje especificamente o chamado então Theatro da Graça de Lisboa isto no século XVIII: e desde logo se esclareça que a própria designação contem indicador óbvio da própria centralização histórico-urbana […]

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NUM LIVRO RECENTE, TEATROS DO PASSADO AO FUTURO

  Fazemos hoje referência um livro muito recente: “100 Futurismo”, se intitula, organizado por Dionísio Vila Maior e Annabela Rita (Edições Esgotadas., 2018). Trata-se de um muito extenso volume de cerca de 650 páginas, que reúne textos de 50 autores, entre os quais com muito gosto me incluo com uma evocação crítica sobre “Almada Negreiros, […]

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NOVA REFERÊNCIA AO TEATRO DO PALÁCIO DA BREJOEIRA

  Há cerca de um ano e meio, referimos aqui o chamado Teatrinho do Palácio da Brejoeira de Monção, sala que, na altura dissemos, valorizou o imponente Palácio. Um livro muito recente, da autoria de Ernesto Português, intitulado precisamente “Palácio da Brejoeira. Dois Séculos de História” (ed. Palácio da Brejoeira 2018) descreve o Teatro e […]

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EVOCAÇÃO DO TEATRO NO PAÇO DA RIBEIRA

  Nesta alternativa de teatros históricos decorrentes da inovação romântica e pós-romântica e os teatros mais modernos, aí incluindo os do que chamamos a geração dos cineteatros e os teatros atuais, referimos hoje, precisamente numa “retrospetiva histórica”, o denominado Teatro do Paço da Ribeira em Lisboa. Mas será então oportuno situar uma cronologia que reforça […]

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