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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

O COLISEU DOS RECREIOS VISTO NO FINAL DO SÉCULO XIX

  Já nos ocupámos aqui do estudo de Henry Lionnet sobre os teatros portugueses, escrito, recordo, em francês e publicado, em Paris no ano de 1898: “Le Théâtre au Portugal”, (2ª edição, Paul Ollendorf ed. 28 bis Rue de Richelieu). Recordo ainda que as cerca de 300 páginas do volume, adquirido num alfarrabista, contêm 45 […]

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DOIS TEATROS EM MONÇÃO

  Já aqui invoquei o chamado Teatrinho do Palácio da Brejoeira, em Monção: destacando a sala de teatro que valorizou o, já em si mesmo notável Palácio. Recordei então a relevância deste acrescento dedicado às artes do espetáculo, o que, na altura o referi, não é muito habitual, no histórico da arquitetura e da sociedade […]

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EVOCAÇÃO DE UMA ATRIZ E DOS TEATROS EM QUE ATUOU

  Um livro recentemente publicado, da autoria de Ana Isabel Vasconcelos, sobre a atriz Emília das Neves (1820-1883) chamada na época “a linda Emília”, retrata e analisa com grande qualidade, não só a biografia da atriz que tanto marcou o seu tempo, como refere, com detalhe e rigor histórico, os teatros em que se desenvolveu […]

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REFERÊNCIA HISTÓRICA AO THEATRO CLUB DA PÓVOA DO LANHOSO

  A referência histórica aos Teatros-Clube, assim designados e referidos a partir de inícios do século passado, merece em si mesma ponderação, pelo que revela e documenta de iniciativas a nível nacional de descentralização da infraestrutura e da atividade de espetáculo. E dizemos isto porque designadamente Sousa Bastos, no seu à época exaustivo Diccionário do […]

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HARMONIZAÇÃO HISTÓRICA DA MODERNIDADE: O CENTRO DAS ARTES DE SINES

  A tradição histórica de Sines, concilia-se muito bem com a modernidade urbana e arquitetónica, amplamente documentada no Centro de Artes, inaugurado em 2005.   Trata-se de um vasto edifício em corpos complementares. Projeto dos Arquitetos Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus, representa como a abertura de uma “porta para o mar” que liga […]

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BREVE NOTA SOBRE O ENCERRAMENTO DO TEATRO DA CORNUCÓPIA

  No momento em que escrevemos, é dado como certo o encerramento do Teatro da Cornucópia, pondo termo a uma atividade cénica e cultural que se prolonga em Lisboa desde pelo menos 1973. Naquele ano, Jorge Silva Melo e Luis Miguel Cintra lançam um projeto de companhia, precisamente, o chamado Teatro da Cornucópia, desde logo […]

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O TEATRO DE VISEU, MODELO DE SUCESSIVA MODERNIZAÇÃO

O Teatro Viriato de Viseu constitui de certo modo como que um modelo de infraestrutura cultural vocacionada para a descentralização e para a modernização. E isto porque o seu historial, independentemente de sucessivas alterações, representa bem o que tem sido o historial urbano destes teatros, que vêm, alguns deles, ainda do século XIX: e tal […]

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O PATRIMÓNIO DOS EDIFÍCIOS DE TEATRO E ESPETÁCULO EM GUIMARÃES

A tradição histórica e urbana concilia-se com a modernidade, desde que se harmonizem épocas e estilos arquitetónicos, dentro da malha urbana respetiva, e desde que se respeite a coexistência de estilos e funcionalidades. O que em rigor não é fácil e não é muito habitual. Mas quando ocorre valoriza a estética e a funcionalidade, desde […]

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NO TEATRO SÃO LUIZ, MEMÓRIA DA COMPANHIA DE TEATRO MUNICIPAL

Em novembro de 1971 inicia-se no Teatro São Luiz a primeira temporada do que se denominou Teatro Municipal de Lisboa: companhia patrocinada pela Câmara Municipal, que adquirira e  recuperara o velho Cine Teatro. Organizou-se então no próprio São Luiz um chamado Departamento Teatral dirigido por Luiz Francisco Rebello onde tive o gosto de colaborar como […]

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EVOCAÇÃO DO TEATRO MUNICIPAL DE SÃO LUIZ

  Chamam-me a atenção para um livro sobre Lisboa, publicado em Paris: “Lisbonne – Histoire, Promenades, Anthologie et Dictionnaire”, dirigido por Luísa Braz de Oliveira (ed. Robert Laffont) que evoca e analisa a cidade num pluralismo de aspetos e dimensões que efetivamente dão uma visão abrangente do historial mas também da realidade contemporânea e quotidiana: […]

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