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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Nikias Skapinakis e Os Quatro Críticos (José-Augusto França, Fernando Pernes, Francisco Bronze, Rui Mário Gonçalves)   Nikias Skapinakis (1931) começou por estudar Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Insatisfeito acabou por desistir. Começou então a pintar a partir de final dos anos quarenta. Durante o período que foi desde de 1948 […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Thomas Nozkoswki e a pintura da vida real ‘There is so much that crosses our minds as we paint, so much I think it’s folly to imagine another person being able to even come close to the richness we create for ourselves in our work.’, Thomas Nozkowski, 2009  Na conversa de Thomas Nozkowski (1944) com […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Fluxus e a pujança da banalidade.Em Wiesbaden, na Alemanha, o primeiro de uma série de eventos internacionais organizado por George Maciunas, marca a formação do movimento FLUXUS e a fixação deste nome. Esta palavra está associada à palavra latina fluxus (de fluere – fluir) mas também ao processo médico da catarse bem como à […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Pierre Soulages e a luz reflectida  ‘Le geste véhicule généralement des états d’âme‘, Pierre Soulages, 2002  No livro ‘Pierre Soulages. Noir Lumière. Entretiens avec Françoise Jaunin.’ (2002) afirma-se Soulages (1919) como o pintor do negro. Mas o seu material primeiro é a luz – ‘Negra luz’. O negro de Soulages faz nascer o espaço e […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Rothko e o ato de pintar. ‘Je souscris à la réalité concrète du monde et à de la substance des choses.’Rothko, 1945   Mark Rothko em ‘Écrits sur l’art, 1934-1969’ (2007) escreve que a satisfação do impulso criador é uma necessidade biológica de base, essencial para o homem. O homem absorve e naturalmente exprime. Os […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

Modrian e a Verdade que Ascende a Natureza.   ‘For every form, even every line, represents a figure, no form is absolutely neutral.’ Piet Mondrian, 1937   Segundo Mondrian, no texto ‘Plastic Art and Pure Plastic Art’ (1937), existem duas inclinações humanas, diametralmente opostas, para produzir arte: uma que é expressão de uma beleza universal […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Robert Venturi e a Força do Pop   ‘Os velhos clichés que envolvem tanto a banalidade quanto a confusão continuarão sendo o contexto de nossa nova arquitetura, e, significativamente, a nossa nova arquitetura será o contexto deles.’ Robert Venturi, 1966   Robert Venturi (1925) é discípulo de Louis Kahn e logo após de estadia […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Cinco factores associados à emergência do Movimento Moderno   O Movimento Moderno, em arquitectura, surge associado à ideia de vanguarda, como resposta formal social ao processo de industrialização e à crença no progresso que pode transformar a finalidade da arte. Emergiu, em certa medida, de acordo com a articulação dos seguintes factores: 1. Definição […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

A Vanguarda e a Nova Vanguarda   O processo de negação do passado traz as formas novas, as formas do futuro e traz a vanguarda. A vanguarda cultiva o espírito novo, conquistando uma nova forma de linguagem acessível (por ser abstracta e racional), inteligível e passível de ser utilizada por todos, no presente e no […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Etty Hillesum (1914-1943)   “Etty Hillesum  e Carl Gustav Jung e a importância do eu desconhecido”   ‘Eu costumava achar que tinha de produzir muitos pensamentos geniais por dia e agora, por vezes, sou como um terreno em pousio, onde nada cresce, mas sobre o qual paira um céu baixo e sereno.’ Etty Hillesum, […]

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