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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  O sujeito artístico no final dos anos sessenta   No final dos anos sessenta, uma nova vanguarda define-se ao afirmar o artista como homem comum que procura o momento, o agora, o local. É importante criar segundo as circunstâncias do momento. O momento, todo o momento, mais nada senão o momento. Criar implica um […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

    A crítica ao Modernismo – a introdução ao Pós-Modernismo   Será o Pós-Modernismo uma nova face do Modernismo? O final de sessenta apresenta condições revolucionárias paradoxais, ao desejar erradicar a ideia de progresso, surgem fenómenos que voltam a olhar para o passado, para a tradição e até por vezes negando o processo de […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  Forma e Interpretação   O conceito de arte como forma, oposto ao conceito de arte como visão foi afirmado por Umberto Eco no texto ‘A Estética da Formatividade e o Conceito da Interpretação’ (ver ‘A Definição da Arte’, Edições 70, Arte e Comunicação, Lisboa, 2008), através da estética de Luigi Pareyson. Toda a vida […]

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ana ruepp

A FORÇA DO ATO CRIADOR

  “Arte e Vida” ‘O conteúdo de qualquer formação artística é a pessoa do artista.’ (Umberto Eco: 2008)   No final dos anos sessenta, refunda-se uma prática da arte dentro da prática da vida. O artista é o próprio objecto – o artista produz forma (como acontece por exemplo em Eva Hesse), escolhe objectos que […]

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ana ruepp

A Força do Ato Criador

  Aldo Rossi, Passado, Memória e Continuidade Aldo Rossi, através do livro ‘L’architettura della città’ (1966), constrói uma metodologia própria com grande repercussão internacional – quase como um novo tratado. É o início do Neo-Racionalismo italiano ou Tendeza. A reconciliação com o passado, a introdução da memória e a sugestão para uma construção da cidade […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

The Economist Building ‘Tomorrow will inherit only space.’, Peter Smithson   Em 1959, Alison e Peter Smithson começaram a desenhar o quarteirão destinado à sede da revista The Economist, em Piccadilly, Londres. The Economist Building preconiza relações formais claras com a envolvente e oferece ao lugar o poder do análogo. Indica categorias carregadas de sentido […]

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ana ruepp

A força do ato criador

  O minimalismo expressivo de Eva Hesse   Eva Hesse (1936-1970) move-se entre dois mundos, trabalha com transições.  O trabalho de Eva Hesse estabelece-se de algum modo a partir do minimalismo mas densifica-o–  utiliza noções de ordem serial, repetição modular, tirando partido de grelhas e tramas. As suas formas não são universais, apesar de puras […]

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ana ruepp

A força do ato criador

  O Realismo da imaginação. René Bertholoe a Nuvem com Superfície Variável III (1967)   ‘Cada vez encontro mais relações entre o que faço e a realidade exterior.’, René Bertholo, 1958   Após uma breve e fecunda experiência informalista em finais dos anos cinquenta, René Bertholo (1935-2006) iniciou a partir de meados dos anos sessenta […]

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A FORÇA DO ATO CRIADOR

A Ausência do Corpo. Lourdes de Castro e a Sombra Deitada (1970).   ‘We name ‘soul’ to be a ‘thin insubstantial human image, in its nature a sort of vapour, film, or shadow… mostly palpable and invisible, yet also manifesting physical power.’, Edward B. Taylor, Primitive Culture, vol.1 (London 1871)   Lourdes de Castro (1930) […]

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