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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

OS MAIS ANTIGOS TEATROS DE LISBOA – I – O PATIO DAS ARCAS E OUTROS TEATROS DOS SECULOS XVI- XVII

  A evolução do teatro, no sentido de dramaturgia e espetáculo, liga-se obviamente à definição de espaços e à evolução da própria arquitetura e do urbanismo: sendo certo que a tradição de espaços/edifícios de vocação para espetáculo publico, documentada em Portugal no que resta dos teatros romanos – e é pouco, como temos visto no […]

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HERCULANO, GARRETT E O TEATRO

A obra e a imagem de Alexandre Herculano não é propriamente a de um escritor e homem público especialmente ligado ao teatro, ao contrário dos seus contemporâneos Garrett e mesmo Castilho – os três, como sabemos, são adequadamente considerados os introdutores/ iniciadores do romantismo na literatura dramática portuguesa. Mas há as obvias diferenças, e no […]

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GARRETT NAS ORIGENS DO TEATRO BRASILEIRO

  Voltamos a Garrett, agora na perspetiva da sua influência na formação da dramaturgia romântica brasileira. Mas começamos a análise numa época bem anterior ao início incontestado do romantismo no teatro do Brasil.`´ Com efeito, já em 1816, na primeira versão do “Bosquejo da Poesia e da Língua Portuguesa”, obra restruturada exatos 10 anos depois, […]

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JOÃO OSÓRIO DE CASTRO, DRAMATURGO E HOMEM DE TEATRO

Bem se pode dizer que João Osório de Castro é uma figura atípica do teatro português. Pela dramaturgia em si mesma, pela ação e iniciativa no meio teatral português, mas também, ainda, pela forma como conciliou essa atenção e vocação pelas atividades do teatro, com uma vida empresarial  em áreas bem distintas e bem definidas […]

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O ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 8 – EVOCAÇÃO DE MARIA GERMANA TANGER

  Termino esta série de evocações do ensino no Conservatório Nacional com Germana Tanger. Mas seja-me permitido uma vez mais referir a minha passagem direta ( e não só familiar) no Conservatório, depois  Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, onde fui aluno ouvinte nos anos 50 e professor  de História do Teatro desde […]

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O ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 7 – CARLOS DE SOUSA E EURICO LISBOA FILHO: A VOCAÇÃO DO ENSINO

No conjunto de professores do Conservatório, nos anos que frequentei a Escola como aluno-ouvinte, talvez os dois mais “concentrados” na sua atividade e vocação didática e pedagógica tenham sido Eurico Lisboa Filho e Carlos de Sousa. E de ambos, só há que elogiar essa concentração profissional, e o primeiro citado, numa cadeira ingrata e pouco […]

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O ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 6 – GINO SAVIOTTI, DA TEORIA À PRÁTICA TEATRAL

    Neste conjunto de evocações da minha passagem e formação teórica no Conservatório Nacional é altura de recordar as aulas de Gino Saviotti na cadeira de Filosofia do Teatro, e lembrar a sua atuação e criação no meio teatral português da época, através designadamente da Companhia de Teatro de Sempre, que dirigiu no Teatro […]

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ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 5 – ALVARO BENAMOR OU O ENSINO DO PROFISSINALISMO

Em 1959, Álvaro Benamor é nomeado professor da cadeira de Arte de Representar e Encenação no Conservatório Nacional. Desde o ano anterior, frequentava eu, como aluno-ouvinte, as aulas até então ministradas por Fernando Amado, titular da cadeira de Estética Teatral, mas acumulando as duas disciplinas desde a aposentação de Samuel Dinis: na semana passada evoquei […]

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O ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 4 – FERNANDO AMADO, PROFESSOR

    Já nos referimos longamente a Fernando Amado como dramaturgo. Agora, faremos a referência a Fenando Amado como professor. E essa deve ser entendida em duas dimensões, digamos assim: porque professor foi ele a vida inteira – e a atividade e colaboração direta no Centro Nacional de Cultura comprova-o amplamente. Mas estas crónicas situam-se […]

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O ENSINO DO TEATRO EM PORTUGAL 3 – A EXPERIENCIA COMO ALUNO

  Permita-se, a partir de agora, uma certa a evocação da experiencia pessoal. Em 1958, com 17 anos, ingressei na Faculdade de Direito de Lisboa, nesse mesmo ano instalada na Cidade Universitária: foi o primeiro curso lá iniciado. E no mesmo ano, matriculei-me, como aluno ouvinte – estatuto e expressão usada à época – na […]

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