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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (X)

Teatro Variedades (fachada), 1961, fot. C. Madeira [Museu Nacional do Teatro, cota: 57625].   BREVE NOTA SOBRE AUTORES INESPERADOS Uma breve nota final sobre este ciclo de evocações sobre o teatro de revista em Portugal. Como temos visto, o teatro de revista, na sua componente global texto/espetáculo, representa, desde meados do seculo XIX, uma das […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (IX)

  UMA DRAMATIZAÇÃO DA HISTÓRIA DA REVISTA Temos recorrido com frequência aos estudos de Luiz Francisco Rebello sobre a história do teatro português, e designadamente, da revista. É pois oportuno evocar aqui uma das últimas peças de Rebello, “Portugal, Anos Quarenta” (1982), pois precisamente concilia, com forte expressão dramática, uma abordagem histórico-politica dos anos 40 […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (VIII)

DOIS GRANDES AUTORES DE REVISTA: SOUSA BASTOS E EDUARDO SCHWALBACH Num livro recente, Maria Helena Serôdio enfatiza a relevância da opereta e da revista na produção teatral portuguesa  da transição dos séculos XIX/XX. Cita designadamente, entre outros autores de drama e comédia, os originais ou as adaptações de André Brun (que aqui já foi evocado) […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (VII)

ALFREDO CORTEZ, AUTOR DE DUAS OPERETAS? Sem preocupações cronológicas rigorosas, mas com rigorosas exigências de qualidade, evocamos agora as duas peças musicadas de Alfredo Cortez: “Terra e Mar”, espetáculo episódico levado á cena, sob pseudónimo, no Teatro Foz (1918) e “S. Paio” manuscrito datado de 1922, que em parte incluí no estudo elaborado em 1983 […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (VI)

EÇA DE QUEIROZ AUTOR DE UMA OPERETA Vimos aqui como o austero e exigente Alexandre Herculano não desdenhou, antes pelo contrário, escrever o libreto de uma peça musicada por António Luís Miró, “Os Infantes de Ceuta” datada de 1844: já não era pois uma obra de juventude. Nesse mesmo artigo, referi a existência de uma […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (V)

HERCULANO, AUTOR DE UMA OPERETA Comecemos por um ponto prévio de análise dramático-musical, perdoe-se o tom enfático da expressão. É que, em rigor, não haverá uma distinção absoluta entre géneros de espetáculo: até que ponto uma peça de teatro musicado é ópera, é opereta ou revista? Quantas óperas existem, ao longo de séculos de criação […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (IV)

André Brun, caricatura de Francisco Valença    ANDRÉ BRUN, DA COMÉDIA E DA REVISTA À TRAGÉDIA DA GUERRA Há um paradoxo, e não é pequeno, nesta evocação das comédias e das revistas de André Brun: é que a oportunidade e a calendarização surge no contexto das comemorações do início da Primeira Grande Guerra: e no […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (III)

  GUERRA JUNQUEIRO, INESPERADO AUTOR DE REVISTA Em 17 de janeiro de 1879 o Governo Civil de Lisboa proíbe a representação, no Teatro Ginásio, da “revista do ano” –  como então se dizia – “Viagem à Roda da Parvónia”, de um tal Comendador  Gil Vaz, estreada na véspera, em ambiente de escândalo. E de tal […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (II)

GIL VICENTE, AUTOR DE REVISTAS? O tema desta crónica não é tão absurdo como possa parecer. Afinal, a revista,  género teatral iniciado entre nós, como já vimos, em 1851, pode definir-se a partir de algumas características bem claras: espetáculo dramático-musical, de cariz predominantemente mas não exclusivamente cómico, com vocação critica de costumes e de atualidade, […]

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O TEATRO DE REVISTA EM PORTUGAL (I)

O QUE É UMA REVISTA? A tradição do teatro de revista em Portugal vem de meados do século XIX, e a própria designação do género aponta desde logo a expressão de conteúdos a nível de texto: trata-se, na origem, de uma evocação, memorização ou descrição dos eventos relevantes passados em determinada época – daí, a […]

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