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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  160. A AVENTURA DA FILOSOFIA, DA CULTURA E DA DEMOCRACIA Na filosofia, na cultura e na democracia deve imperar o incerto, o imperfeito, o impermanente, a descoberta, a diversidade, a dúvida, o que nos interpela, o que promove o diálogo, o estudo, a investigação, o que nos estimula e atrai a criar, a continuar, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  159. O NÃO PODER E O SUPERPODER DA CRIAÇÃO ARTÍSTICA Rareia alguém querer que os seus filhos sustentem permanentemente as suas vidas como escritores, desenhadores, pintores, escultores, compositores, músicos, fotógrafos, ilustradores, através do cinema, do teatro, da dança, da moda, de experiências artísticas que possibilitem misturar imagens, movimentos, sons, textos, pela via digital ou […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  158. A ROTINA FELIZ DOS DIAS PERFEITOS Será que a mesma rotina e o ritual repetitivo do trabalho diário nos fazem felizes, fazendo perfeitos os nossos dias?        Dependendo a felicidade essencialmente de condições interiores e, em parte, de condições exteriores, pode dizer-se que, em princípio, todas as pessoas que gozam de […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  157. TURISTA E VIAJANTE O turista não vai além daquilo que está à vista, do que vê nos postais, guias, revistas, vídeos de viagens e o que publica nas redes sociais, planeando e fazendo o que está certo, observando ao longe e privilegiando selfies e fotos, para aparecer, provar que existe e dizer: “Vejam, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  156. QUERER SABER É QUERER TER PODER O poder de determinação e a vontade que têm determinadas pessoas em acreditar que são capazes de ultrapassar obstáculos, por meios legítimos e pacíficos, para alcançar um fim que têm como missão para si próprias e o bem comum, é gratificante e louvável, por maioria de razão […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  155.   OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO E A SUA HUMANIZAÇÃO   1.   À medida que a taxa de natalidade diminui nos países mais desenvolvidos, o envelhecimento aumenta e a solidão se instala, os animais de estimação são tratados como filhos, em especial os patudos e os felinos.Há um processo de humanização em que se transfere […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  154. VISIONÁRIOS SONHOS QUE PODEM MUDAR O MUNDO A 28 de agosto de 1963, no famoso discurso “I Have a Dream” (Eu Tenho um Sonho), proferido em Washington, o pastor norte-americano Martin Luther King declarou: “Tenho um sonho de que, um dia, nas rubras colinas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

153. ENIGMAS ENTRE O RACIONAL E O IRRACIONAL Como foi possível que quando a Alemanha reunia o que existia de melhor no Ocidente, em termos culturais e científicos, quando o génio alemão irradiava civilização e era uma fonte civilizacional, Hitler tenha subido ao poder?    Escreveu um sociólogo berlinense: “Li mais de dois mil livros, […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  152. ALEGRIA NA ARTE GÓTICA E RECOLHIMENTO NA ARTE ROMÂNICA A infância, juventude e a idade adulta plena precisa de expandir-se, correr, gritar, perguntar, rir, saltar, indagar mil e uma coisas, numa curiosidade gradual e permanente, num sucessivo otimismo alegre, em paralelo com a visualização de contentamento e abertura que inspira igrejas, basílicas e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  151. A ORALIDADE, A LITERACIA E O VISUAL  No princípio era o verbo e a oralidade da palavra falada foi anterior à escrita e ao visual. Na sua oralidade, a palavra falada é um fenómeno natural, instantâneo, um produto da nossa evolução biológica, podendo nós, humanos, viver sem ler e escrever, por isso mais […]

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