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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  180. DEBATENDO A DUALIDADE E A ESSÊNCIA DA CONDIÇÃO HUMANA Sempre, em qualquer parte, ao lado do Bem existiu o Mal. É impossível imaginar um sem o outro. Nos vários sistemas religiosos explicativos do universo, os espíritos do bem e do mal parecem ter nascido conjuntamente do caos, subsistindo sempre, num combate incessante e […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  179. GENERALIZAÇÕES SOBRE O CONSERVACIONISMO AMBIENTAL Perante o progresso científico, tecnológico e industrial, o conservacionismo ambiental apela à preservação de territórios e espécies naturais, mantendo-os libertos de mão humana.  Daí o apoio e incentivo a áreas protegidas, parques e reservas naturais.  Se assim é, e há necessidade que o seja para bem do nosso […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  178. VÍTIMAS “INDIGNAS” E “DIGNAS” Há pessoas que têm opiniões cruéis sobre as vítimas de países cujas políticas ou líderes não aprovam, distinguindo entre vítimas “dignas” e “indignas”.        As “indignas” são as que “estavam a pedir isso”. Ou que “estavam a jeito”.  É inaceitável que alguém não tenha empatia e haja […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

177. A ESPIRITUALIDADE E O SUBLIME Pode haver espiritualidade sem religiosidade e o inverso.  Há religiosidade sem espiritualidade quando a religião é um mero ritual de solenidades, costumes, formalidades e tradições.    A espiritualidade é o estado poético do espírito. O espírito num estado poético sublime transcende a realidade, quando ficamos de tal modo tocados […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  176. É MAIS DIGERÍVEL CONVERTER O MAL HUMANO NUM MAL NATURAL? 2 1. Ao tratarem, por exemplo, os seus bombardeamentos e dos aliados como choques de placas tectónicas e tempestades, as bombas ou mísseis como raios, relâmpagos, trovões, chuva, inundações ou tremores de terra, os alemães despiram a guerra de qualquer peso moral, evitando […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  175. É MAIS DIGERÍVEL CONVERTER O MAL HUMANO NUM MAL NATURAL? 1 A identidade de uma pessoa é maleável, em grau maior ou menor, segundo aqueles que nos acompanham. A sociabilidade de certas pessoas pode estimular a nossa compaixão, generosidade, humanidade e sensibilidade. A de outras, a nossa crueldade, frieza, desumanidade e indiferença. Para […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  174. O PODER DAS FÁBULAS São histórias literárias ou narrativas curtas, em verso ou prosa, que têm maioritariamente como protagonistas animais, que agem como humanos, no falar e comportamentos, sustentando sempre um ensinamento como um preceito moral. Ilustram estereótipos familiares e sociais que perduram, contrariando a ideia de que o progresso material trará inevitavelmente […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  173. A DESTRUIÇÃO DA PAZ E A NATURALIZAÇÃO DA GUERRA A mera ameaça ou a intenção de usar armas nucleares é imoral, dado ser ilícito o simples intuito de fazer mal? A dialética da guerra e da paz, idealizada para conflitos armados convencionais, pode ser aplicável à nova realidade da era nuclear? Abolindo, limitando […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

  172. O 25 DE ABRIL NÃO TEM DONOS Numa ordem mundial dominada por ditaduras não teria acontecido o 25 de Abril em Portugal, nem outros acontecimentos congéneres seriam possíveis pelo mundo fora. Só uma ordem mundial baseada na democracia poderia ser a sua génese. Sendo intrinsecamente democrático, na sua essência, o 25 de Abril […]

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CRÓNICAS PLURICULTURAIS

171. LER É VIVER VÁRIAS VIDAS EM LIBERDADE Extrapolando o excerto bíblico, é verdade que no princípio era o verbo, ou seja, a palavra falada, já que a palavra oral se antecipou temporalmente, em milhares de anos, no mínimo, à escrita. E se é possível imaginar um mundo sem escrita, sem esta pouco ou nada […]

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