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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS” de LEWIS CARROLL (XXVIII) “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” é uma novela de 1865 escrita por Charles Lutwidge Dogson (1832-1898), sob o pseudónimo de Lewis Carroll. Apesar do autor sempre tê-lo negado, a personagem parece identificar-se com Alice Pleasance Lidell (1852-1934), jovem que o autor largamente […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “O PODER E A GLÓRIA” de GRAHAM GREENE (XXVII)   “O Poder e a Glória” foi publicado em 1940 e constitui uma reflexão muito séria sobre o compromisso cristão. No final dos anos trinta, Graham Greene (1904-1991), então jornalista, foi enviado ao México para avaliar naquele país a situação das perseguições religiosas na região […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  «A INVENÇÃO DE MOREL» de BIOY CASARES (XXVI)   “A Invenção de Morel” (1940) é uma obra que ombreia com os grandes clássicos que temos vindo a analisar, com uma característica muito singular, a de ligar dois geniais autores. Tendo sido escrita por Adolfo Bioy Casares (1914-1999), um dos grandes nomes da literatura argentina, associa […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “HAMLET” DE SHAKESPEARE (XXV)   “A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca” é da autoria de William Shakespeare (1564-1616) e foi escrita entre 1599 e 1601, tendo lugar no Reino da Dinamarca. Conta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai, Hamlet, o rei, executado por Cláudio, seu […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “O SENTIMENTO TRÁGICO DA VIDA” DE MIGUEL DE UNAMUNO (XXIV)   “Del Sentimento Trágico de la Vida en los hombres y en los pueblos” de Miguel de Unamuno (1864-1936) é uma obra-prima do pensamento europeu. A obra foi terminada em 1912 e foi recebida com muitas incompreensões. Hoje apresenta toda a sua força e […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “AS VINHAS DA IRA” de JOHN STEINBECK (XXIII)   John Steinbeck (1902-1968) baseou-se numa passagem do célebre poema de Júlia Ward Howe (1819-1910) para intitular esta saga (“The Grapes of Wrath”, 1939), passada nos tempos negros da grande crise americana dos anos trinta do século XX. Não podemos compreender, aliás, o “New Deal” de Franklin […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “MEMORIAL DO CONVENTO” de JOSÉ SARAMAGO (XXII)   «Memorial do Convento» de José Saramago (1922-2010) foi publicado em 1982 e constituiu um grande sucesso literário, pelo tratamento do tema, pela vivacidade e ritmo da escrita, pelo domínio da língua portuguesa. É o retrato do rei D. João V e da sua magnificência, num tempo dominado […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  «MIL NOVECENTOS E OITENTA E QUATRO» (XXI)   George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair (1903-1950), é porventura o mais célebre dos cultores da literatura distópica no século XX, tendo escrito “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro” (1949) e “Animal Farm” (“O Triunfo dos Porcos”, 1945) obras referenciais ao lado de “Farenheit 451” de […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

    «O GRANDE GATSBY» DE SCOTT FITZGERALD (XX)   Os críticos são unânimes em considerar “O Grande Gatsby” como um dos grandes romances da literatura mundial. O seu autor, Francis Scott Fitzgerald (1896-1940), tornou-se, de algum modo, um símbolo do tempo que retratou no seu livro, mas (como muitas vezes acontece) a sua obra-prima não […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “O MITO DE SÍSIFO” DE ALBERT CAMUS (XIX) Albert Camus (1913-1960), Prémio Nobel da Literatura de 1957, representa uma das referências fundamentais do existencialismo. Com uma obra rica e multifacetada, o escritor franco-argelino foi, pela liberdade de espírito e pela orientação libertária, aquele que, na sua geração, melhor pôde corresponder à superação do espírito […]

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