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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

II. As divisões do território: o Norte Atlântico, o Norte Transmontano e o Sul

Apesar dos contrastes, os aspetos comuns e as influências diversificadas e entrecruzadas tornam difícil a definição das regiões. Percebe-se, aliás, a resistência à regionalização. No fundo, “o que caracteriza as regiões geográficas de Portugal é o padrão miúdo e a rica variedade de aspeto e contrastes” (p. 141). As transições são graduais e, de novo, […]

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I. Identidade e Cultura

Durante o mês de agosto, publicaremos este ano um conjunto de reflexões sobre Portugal, que complementam o que publicámos em anos anteriores. Começamos por lembrar a ilustração de Rafael Bordalo Pinheiro com a misteriosa pergunta sobre Zé Povinho – “Levantar-se-á?” I. Identidade e Cultura Quem somos? O que nos distingue uns dos outros? Qual o […]

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ABECEDÁRIO DA CULTURA DA LÍNGUA PORTUGUESA

C. CABO VERDE E «CLARIDADE» O fantasma que encontramos hoje chama-se “Chiquinho”, nasceu em Cabo Verde em S. Nicolau, estudou em S. Vicente, regressou como professor a S. Nicolau, mas teve de partir para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor… “A identidade cabo-verdiana não poderia ter sido decretada por nenhum poder: foi, […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XXVIII. UM PUZZLE COMPLEXO…   Ninguém melhor do que Almada Negreiros, num fragmento dos Painéis da Rocha do Conde de Óbidos, para nos guiar na reta final deste folhetim de folhetins. E porquê este puzzle de várias leituras e de diversos enredos? Para lembrar como a literatura pode ser mais do que um jogo […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

XII. DE SÚBITO, A ILHA DE MALTA… Continuo às voltas com as pilhas de livros da minha biblioteca. Desta vez, despedi-me por um pouco do fantasma de Camilo Castelo Branco, a quem voltarei em breve. Ontem à noite, depois do meu passeio higiénico, vislumbrei numa das esquinas do meu bairro um amigo do velho Calisto […]

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MAIS 30 BOAS RAZÕES PARA PORTUGAL

(XI) A ARRÁBIDA E FREI AGOSTINHO DA CRUZ Andando de norte para sul e de sul para norte, fixamo-nos hoje no centro, na Arrábida, santuário único do Mediterrâneo no Atlântico. E recordo Manuel Viegas Guerreiro a lembrar uma antiga excursão de estudiosos à Arrábida com Orlando Ribeiro (o grande revelador dos maiores enigmas desse lugar […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  UMA NOTA FINAL – OS TEXTOS ANTIGOS (XXXII) Italo Calvino disse que um clássico “é um livro que ainda não acabou de dizer o que tem para dizer”. Ao falarmos de trinta clássicos das Letras, lembrámo-lo, e fizemos uma escolha aleatória, considerando a vida contemporânea. Importa, porém, não esquecer as grandes obras da espiritualidade, que […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “LIVRO DO DESASSOSSEGO” (XXXI)   “O Livro do Desassossego” foi o resultado da descoberta e do estudo da célebre “arca pessoana”. A publicação é de 1982 e Jacinto do Prado Coelho, Maria Aliete Galhoz e Teresa Sobral Cunha são os artífices. É um conjunto de fragmentos, uma espécie de diário, pensamentos, reflexões, da autoria […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  “MONADOLOGIA” de G.W. LEIBNIZ (XXX)   É impressionante a pertinência e a atualidade deste que é um dos autores mais surpreendentes e ricos da história do pensamento de sempre. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) é um dos mais influentes criadores da modernidade. Muitos dos seus contemporâneos não compreenderam, porém, a complexidade da sua força inovadora – […]

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TRINTA CLÁSSICOS DAS LETRAS

  «ENSAIOS» DE MICHEL DE MONTAIGNE (XXIX)   Na célebre Torre de Montaigne, quando subimos à sala onde o pensador escrevia, olhando os campos de Bordéus, há uma pergunta fundamental, a que Michel Eyquem, Senhor de Montaigne (1533-1592), procurou responder, ao longo da vida: “Que sais-je?”. É essa a pergunta a que não podemos fugir – […]

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