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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

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Folhetins de Verão

EM BUSCA DE IDEIAS CONTEMPORÂNEAS

Folhetim de Verão | Capítulo 3   A PRESENÇA DE HELENA…  Que melhor modo de prosseguir esta caminhada, senão reproduzir ipsis verbis as palavras de Edgar sobre Helena Vaz da Silva? Na época da ditadura, em 1965 ou 1966, fui convidado a ir a Lisboa pela revista “O Tempo e o Modo”, dirigida por António […]

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Folhetins de Verão

EM BUSCA DE IDEIAS CONTEMPORÂNEAS

Folhetim de Verão – Capítulo 2   AS PALAVRAS DE EDGAR MORIN Edgar Morin tem uma ligação especial a Portugal e manifestou desejo de o deixar claro neste momento de sua vida, quando jubilosamente ultrapassa o limiar dos 100 anos de idade. Subscreveu, por isso, um testemunho singelo e impressivo, onde fica clara essa relação […]

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Folhetins de Verão

EM BUSCA DE IDEIAS CONTEMPORÂNEAS

Folhetim de Verão – Capítulo 1   Neste Verão de 2025 faremos uma deambulação diária pelas ideias contemporâneas, num tempo cheio de incertezas e dúvidas, em que a conjuntura internacional parece avessa à inovação e à esperança no futuro. Se o mundo parece estar uniformemente acelerado, a verdade é que o pano de fundo é […]

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XXXI.  História longa – Memória rica…

Recordando António Alçada Baptista, termino o Folhetim de 2024 com uma dedicatória à língua portuguesa ou ao livro da nossa língua que maior projeção mundial tem. De facto, é uma obra pioneira na literatura mundial. Mais do que um livro de viagens, trata-se de um modo inteiramente novo e original de fazer uma narrativa. Com […]

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XXX.  Recordar Camões no Quinto Centenário do seu Nascimento

 Camões é um todo que, se soubermos lê-lo, nos enche de ventura, não sendo por acaso símbolo pátrio. A sua obra multifacetada está na encruzilhada das grandes componentes culturais das nossas letras. A lírica é inultrapassável, na tradição trovadoresca, a épica ombreia com a melhor tradição clássica, e todos os géneros que o autor pratica […]

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XXIX.  A busca de uma identidade: que cultura portuguesa? (2)

Como disse Sophia de Mello Breyner: «Me dói a lua me soluça o mar / E o exílio se inscreve em pleno tempo» (Livro Sexto, 1962). Como Unamuno bem pressentiu e Eduardo Lourenço interpretou, com rigor e perfeição, somos feitos de lirismo e de história trágico-marítima – sem esquecer o picaresco, que salienta António Tabucchi, […]

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XXVIII.  A busca de uma identidade: que cultura portuguesa? (1)

De que falamos quando referimos a Cultura Portuguesa? De continuidades e de mudanças, de características singulares e de convergências, de identidades e diferenças, de desafios e respostas. Não basta um sobrevoo na cultura geral, que mais não significa do que um contacto superficial com a criação e a arte, esquecida da complexidade, do que avança […]

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XXVII.  O universalismo da cultura portuguesa: língua como fator de diversidade e de encontro

O idioma é essencial para a afirmação de uma identidade, mas também para enriquecer pelo diálogo culturas e civilizações. A língua portuguesa projetou-se em todos os continentes. Quando falamos dela, consideramos uma longa história, a partir do galaico-português, língua antiga, que cedo alcançou assinalável maturidade. O português ou o espanhol jamais foi dialeto um do […]

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XXVI.  Portugal hoje – que relacionamento com a Europa e o Mundo?

A cultura europeia é pluralista, dinâmica e renovadora. Longe de uma identidade harmonizadora ou de uma lógica de uniformidade, o “património comum” leva-nos, na lógica da herança e da tradição, ao bem comum europeu, como ação inovadora como fator de coesão, de harmonia e de emancipação. A identidade europeia é construída por várias identidades, é […]

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XXV.  Sophia de Mello Breyner – Símbolo do Portugal do século XXI

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) é uma das grandes referências da poesia contemporânea e da cultura portuguesa. Clássica e moderna, encontra e prolonga Fernando Pessoa por um caminho próprio e diferente. E Eduardo Lourenço afirmou que “desde os tempos de Pascoaes, a poesia portuguesa esforçava-se por conciliar Apolo e a sua mítica expressão solar […]

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