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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

Terminou o Folhetim de Verão 2026. Agora queremos ouvi-lo.

Ao longo do mês de agosto, a Nau Catrineta que tem muito que contar… levou-nos por 31 capítulos dedicados à literatura, à cultura e a algumas das figuras que ajudam a pensar Portugal. No final desta viagem, deixamos-lhe um pequeno Inquérito-Relâmpago: apenas cinco perguntas para conhecermos a opinião dos nossos leitores. 👉 Participe aqui: Breve […]

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Afinal, tudo começou com Sophia

Folhetim de Verão – Capítulo XXXI Terminamos o Folhetim de Verão de 2026 com a referência a Sophia de Mello Breyner Andresen. Começamos por recordar a jovem a decorar o poema do romanceiro com seu Avô D. Tomás de Mello Breyner. Não poderia ser melhor esse começo… Clássica e moderna, encontra e prolonga Fernando Pessoa […]

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Original de António, no Metro do Aeroporto de Lisboa.

O país relativo de O’Neill

Folhetim de Verão – Capítulo XXX Nesta Nau Catrineta não poderíamos deixar de publicar o mais extraordinário texto do português moderno autêntico, da autoria de Alexandre O’Neill. Numa leitura pausada, descobrimos quem somos, usando a nossa própria língua. Se há um vozear em fundo quer em Alcântara quer na Rocha do Conde de Óbidos é […]

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Ruben A. nos estúdios da BBC, Londres.

O Espírito da Torre da Barbela

Ao percorrermos as perspetivas sobre a cultura portuguesa, a partir do Romanceiro de Almeida Garrett, e depois de termos evocado Agustina Bessa-Luís e o seu génio, vamos até Ruben A., um dos mais inteligentes intérpretes da arte de ser português. Pode dizer-se que o escritor pôde em “A Torre da Barbela” realizar uma fantasmagoria onde […]

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A Literatura como Renda de Bilros

Folhetim de Verão – Capítulo XXVIII António José Saraiva considerou Agustina Bessa-Luís com Fernando Pessoa um dos dois escritores verdadeiramente geniais que Portugal produziu no século XX (…). Para mim Agustina é o maior escritor em prosa de toda a literatura portuguesa.  «A sua escrita intensa e laboriosamente construída como uma renda de bilros – […]

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Paula Rego junto à obra "O Anjo". © Rémy-Pierre Ribière / LUSA

Um momento muito especial…

Folhetim de Verão – Capítulo XXVII O Anjo é uma das obras mais icónicas de Paula Rego, revelando-se como uma verdadeira síntese de toda a sua produção artística – a artista chegou a afirmar que esta seria a pintura que levaria quando partisse. De facto, no final da vida, cuidou especialmente do seu destino. Em homenagem […]

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"Procissão do Corpus Christi" de Amadeo de Souza-Cardoso

Glória, Glória Amadeo…

Folhetim de Verão – Capítulo XXVI Continuamos a ouvir Joana Cunha Leal no sítio do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian… «Também em 1914, antes de deixar Paris para passar o Verão em Portugal, como era habitual, Amadeo volta a mudar de atelier para a Vila Louvat, no nº 38 bis da rua Boulard. Não chegou […]

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Um génio chamado Amadeo…

Folhetim de Verão – Capítulo XXV A Fundação Calouste Gulbenkian salvou para a eternidade a obra de um dos maiores génios do modernismo europeu. Transcrevemos, no essencial a nota de Joana Cunha Leal sobre tão essencial autor.   «Amadeo de Sousa-Cardozo nasceu na quinta dos seus pais em Manhufe, no concelho de Amarante, a 14 de […]

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Mário de Sá-Carneiro, desenho de Almada Negreiros

De partida para Paris…

Folhetim de Verão – Capítulo XXIV «Um pouco mais de sol – eu era brasa,Um pouco mais de azul – eu era além.Para atingir, faltou-me um golpe de asa…Se ao menos eu permanecesse aquém… Assombro ou paz? Em vão… Tudo esvaídoNum baixo mar enganador de espumas;E o grande sonho despertado em bruma,O grande sonho – […]

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António Ferro © Fundação António Quadros

Um jornalista em ação

Folhetim de Verão – Capítulo XXIII Não compreendemos o período entre 1915 e 1945 em Portugal sem a presença de António Ferro, primeiro como jornalista e depois como responsável político. E António Quadros definiu com o rigor necessário seu Pai: “Porque está vivo ainda António Ferro? Se conseguirmos resolver os aparentes paradoxos do seu pensamento […]

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