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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

CRÓNICAS COM MEMÓRIAS DE SÃO TOMÉ

  6. OBÔ, CASCATA SÃO NICOLAU E CASA MUSEU ALMADA NEGREIROS 1. Nas áreas de maior altitude da ilha, onde o meio não facilita a intervenção humana para atividades agrícolas, mantém-se o tipo de vegetação primitiva ou dela próximo. É a zona do Obô, uma floresta de nevoeiros, densa e húmida de montanha, ocupando o […]

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XXIII.  Almada Negreiros: A Força da criação

É fundamental sermos capazes de nos vermos projetados no espelho da crítica e a poesia encarrega-se de perscrutar diversos caminhos. Mais do que encontrar soluções, que não cabem à arte, trata-se de iluminar e de ajudar a ver. Impõe-se, porém, cuidar do entendimento dos símbolos, o que obriga à consideração, segundo Pessoa, da simpatia, da […]

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UM ÍCONE PORTUGUÊS

  Num especial aperitivo para o renovado Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian deparamo-nos nestes dias com “Histórias de Uma Coleção”, uma extraordinária reunião de obras de arte do último século cujo regresso encheu de emoção quantos acorreram à inauguração da exposição. Sentia-se o “espírito Gulbenkian”, como nos grandes momentos de uma vida […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XXVIII. UM PUZZLE COMPLEXO…   Ninguém melhor do que Almada Negreiros, num fragmento dos Painéis da Rocha do Conde de Óbidos, para nos guiar na reta final deste folhetim de folhetins. E porquê este puzzle de várias leituras e de diversos enredos? Para lembrar como a literatura pode ser mais do que um jogo […]

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PEDRAS NO MEIO DO CAMINHO

  XXIV. NOME DE GUERRA   O nome de Judite estava riscado pelo autor na capa da primeira edição desta obra. Para muitos, a começar no Ricardo Reis retratado por Saramago no “Ano da Morte”, estamos perante uma das obras mais importantes na renovação da literatura portuguesa contemporânea, ao lado de “Viagens na Minha Terra” […]

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30 BOAS RAZÕES PARA PORTUGAL

  (XXIV) FERNANDO PESSOA, ALMADA E AMADEO   Fernando Pessoa representa o seu tempo de um modo singularíssimo, ligando a leitura do universo à circunstância de ser português – esse curioso casamento entre a história de um povo que o escritor procura interpretar e uma reflexão cosmopolita e universalista, que assume com todas as consequências, […]

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CINQUENTENÁRIO DA MORTE DE ALMADA NEGREIROS (II)

  Começo com uma nota pessoal.   Este artigo assume-se a vivência direta e imorredoira da amizade que uniu as famílias de Almada Negreiros e a minha própria família, ao nível de Almada e dos meus pais: o que permitiu um relacionamento direto e constante, que hoje constitui referência existencial e cultural, o que muito […]

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CINQUENTENÁRIO DA MORTE DE ALMADA NEGREIROS

  Assinalamos aqui os 50 anos da morte de Almada Negreiros (1893-1970). Importa desde já destacar o relacionamento pessoal-familiar decorrente de uma longa amizade de família em que desde sempre participei. E que de certo modo reforcei através de contactos especificamente destinados a acompanhar toda uma vasta série de artigos e de textos publicados na […]

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UM SÉCULO SOBRE A PRIMEIRA PEÇA CONHECIDA DE ALMADA NEGREIROS

  Nesta alternativa entre teatros-edifícios e teatros-textos, fazemos hoje referência ao “Antes de Começar” de Almada Negreiros, escrita há exatamente um século e que constitui a mais antiga peça “sobrevivente” do teatro criado pelo autor. Isto porque antes Almada teria escrito em 1912 dois textos teatrais desaparecidos, “O Moinho” e “23, 2º Andar” , tal […]

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NUM LIVRO RECENTE, TEATROS DO PASSADO AO FUTURO

  Fazemos hoje referência um livro muito recente: “100 Futurismo”, se intitula, organizado por Dionísio Vila Maior e Annabela Rita (Edições Esgotadas., 2018). Trata-se de um muito extenso volume de cerca de 650 páginas, que reúne textos de 50 autores, entre os quais com muito gosto me incluo com uma evocação crítica sobre “Almada Negreiros, […]

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