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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

Memória de cinco séculos…

Folhetim de Verão – Capítulo XI Em 1970, ano da sua morte, Almada Negreiros assistiria ao leilão de Retrato de Fernando Pessoa, 1954; o valor da venda, invulgarmente alto para a época, confirmou a reputação do pintor na fase final da sua vida. Com a dissolução do Restaurante “Dois Irmãos” por insolvência, teria lugar um leilão […]

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Retrato da geração…

Folhetim de Verão – Capítulo X Há um mistério por esclarecer, apesar de aparentemente não ser mistério. Vamos aos factos insofismáveis. Há duas versões originais do retrato de Fernando Pessoa de José de Almada Negreiros, onde este retrata o poeta que foi o grande animador da Geração de Orpheu, de que Almada foi um dos […]

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A felicidade do artista…

Folhetim de Verão – Capítulo IX Esta história não se ficaria por ali. António Ferro não teve dúvidas sobre que a melhor solução era a de seguir as audácias de Almada Negreiros. Havia que compreender os novos tempos e as novas tendências. Almada não estava só, e a corrente modernista estava em movimento. A revista […]

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Funâmbulos e folgazões…

Folhetim de Verão – Capítulo VIII Esta história conta-se em poucas palavras. Como já dissemos, Almada Negreiros abraçou com mãos ambas o projeto de realizar os painéis das duas Gares Marítimas. O espírito que presidiu aos dois casos era o mesmo: homenagear o povo português e a sua cultura genuína. Houve, por certo, uma conversa […]

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Varinas à espera do pescado…

Folhetim de Verão – Capítulo VII A Gare Marítima de Alcântara, projetada por Pardal Monteiro, onde se encontram os painéis alusivos à Nau Catrineta de Almada Negreiros, foi inaugurada em 1943, apesar do edifício ainda ficar em obras mais dois anos. O contrato com Almada Negreiros envolvia oito pinturas a fresco (dois trípticos e duas […]

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Auto-retrato de Almada Negreiros

Almada põe “o público em cena”

Trata-se aqui de uma das menos conhecidas e estudadas peças de Almada Negreiros, escrita em Madrid em 1931 e durante anos dada como perdida, exceto numa versão publicada na revista inglesa “Adam” numa inesperada tradução em inglês de Charles David Ley e ao que parece publicada por engano: o que se propunha era a publicação […]

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Fernando Amado dramaturgo

Não se pretende analisar ou sequer referir o conjunto da dramaturgia de Fernando Amado (1899-1968) num só artigo. A sua obra é vasta e, no que se refere ao teatro, abrange a globalidade da criação, desde as peças propriamente ditas à encenação, à doutrina e estética teatral, à pedagogia e ao ensino e à direção […]

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CRÓNICAS COM MEMÓRIAS DE SÃO TOMÉ

  6. OBÔ, CASCATA SÃO NICOLAU E CASA MUSEU ALMADA NEGREIROS 1. Nas áreas de maior altitude da ilha, onde o meio não facilita a intervenção humana para atividades agrícolas, mantém-se o tipo de vegetação primitiva ou dela próximo. É a zona do Obô, uma floresta de nevoeiros, densa e húmida de montanha, ocupando o […]

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XXIII.  Almada Negreiros: A Força da criação

É fundamental sermos capazes de nos vermos projetados no espelho da crítica e a poesia encarrega-se de perscrutar diversos caminhos. Mais do que encontrar soluções, que não cabem à arte, trata-se de iluminar e de ajudar a ver. Impõe-se, porém, cuidar do entendimento dos símbolos, o que obriga à consideração, segundo Pessoa, da simpatia, da […]

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UM ÍCONE PORTUGUÊS

  Num especial aperitivo para o renovado Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian deparamo-nos nestes dias com “Histórias de Uma Coleção”, uma extraordinária reunião de obras de arte do último século cujo regresso encheu de emoção quantos acorreram à inauguração da exposição. Sentia-se o “espírito Gulbenkian”, como nos grandes momentos de uma vida […]

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