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Sobre o blogue

O blogue "Raiz & Utopia" é um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Retomamos o projeto da revista “Raiz e Utopia” fundada por António José Saraiva, Carlos Medeiros e José Baptista em 1977, cuja direção foi assumida por Helena Vaz da Silva, tornando-se uma referência na cultura portuguesa, pelo carácter inovador e inconformista, reunindo colaboradores como Edgar Morin, Eduardo Lourenço, António Alçada Baptista e Alberto Vaz da Silva.

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Lista de artigos

Original de António, no Metro do Aeroporto de Lisboa.

O país relativo de O’Neill

Folhetim de Verão – Capítulo XXX Nesta Nau Catrineta não poderíamos deixar de publicar o mais extraordinário texto do português moderno autêntico, da autoria de Alexandre O’Neill. Numa leitura pausada, descobrimos quem somos, usando a nossa própria língua. Se há um vozear em fundo quer em Alcântara quer na Rocha do Conde de Óbidos é […]

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"Procissão do Corpus Christi" de Amadeo de Souza-Cardoso

Glória, Glória Amadeo…

Folhetim de Verão – Capítulo XXVI Continuamos a ouvir Joana Cunha Leal no sítio do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian… «Também em 1914, antes de deixar Paris para passar o Verão em Portugal, como era habitual, Amadeo volta a mudar de atelier para a Vila Louvat, no nº 38 bis da rua Boulard. Não chegou […]

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Um génio chamado Amadeo…

Folhetim de Verão – Capítulo XXV A Fundação Calouste Gulbenkian salvou para a eternidade a obra de um dos maiores génios do modernismo europeu. Transcrevemos, no essencial a nota de Joana Cunha Leal sobre tão essencial autor.   «Amadeo de Sousa-Cardozo nasceu na quinta dos seus pais em Manhufe, no concelho de Amarante, a 14 de […]

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Mário de Sá-Carneiro, desenho de Almada Negreiros

De partida para Paris…

Folhetim de Verão – Capítulo XXIV «Um pouco mais de sol – eu era brasa,Um pouco mais de azul – eu era além.Para atingir, faltou-me um golpe de asa…Se ao menos eu permanecesse aquém… Assombro ou paz? Em vão… Tudo esvaídoNum baixo mar enganador de espumas;E o grande sonho despertado em bruma,O grande sonho – […]

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António Ferro © Fundação António Quadros

Um jornalista em ação

Folhetim de Verão – Capítulo XXIII Não compreendemos o período entre 1915 e 1945 em Portugal sem a presença de António Ferro, primeiro como jornalista e depois como responsável político. E António Quadros definiu com o rigor necessário seu Pai: “Porque está vivo ainda António Ferro? Se conseguirmos resolver os aparentes paradoxos do seu pensamento […]

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António Ferro no seu gabinete do Palácio Foz © Fundação António Quadros

Dos tempos do liceu…

Folhetim de Verão – Capítulo XXII O cenário é o Liceu Camões, acabado de fundar, sucessor do antigo Liceu de S. Domingos, instalado no velho Palácio Regaleira, onde se encontraram Mário de Sá-Carneiro e o jovem António Ferro. O poeta estava em 1911 de partida para Coimbra, onde iniciaria fugazmente o curso de Leis, mas […]

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O Senhor Engenheiro…

Folhetim de Verão – Capítulo XV Tudo leva crer que tenha nascido em Tavira, no dia 15 de outubro de 1890, à 1 e meia da tarde. Com uma educação vulgar de liceu, Álvaro de Campos foi enviado para a Escócia a estudar engenharia primeiro mecânica, depois naval. Viajou até ao Oriente, de onde resultou […]

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Um guardador de rebanhos…

Folhetim de Verão – Capítulo XIV Esta Nau Catrineta tem características especiais, uma vez segue ao ritmo da memória uma certa perspetiva do modernismo da geração de “Orpheu”. Almada Negreiros nos Painéis de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos seguiu a sua imaginação para representar o espírito inconformista na definição de Portugal. Pode […]

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Retrato da geração…

Folhetim de Verão – Capítulo X Há um mistério por esclarecer, apesar de aparentemente não ser mistério. Vamos aos factos insofismáveis. Há duas versões originais do retrato de Fernando Pessoa de José de Almada Negreiros, onde este retrata o poeta que foi o grande animador da Geração de Orpheu, de que Almada foi um dos […]

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A felicidade do artista…

Folhetim de Verão – Capítulo IX Esta história não se ficaria por ali. António Ferro não teve dúvidas sobre que a melhor solução era a de seguir as audácias de Almada Negreiros. Havia que compreender os novos tempos e as novas tendências. Almada não estava só, e a corrente modernista estava em movimento. A revista […]

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