PAULA REGO (1935-2022)
Sempre interpretei nos seus quadros, astuciosos ferrões que a vida diária, só de modo doloroso deixa apreender. Neles a linguagem de muitas primeiras razões plenamente fundamentadas aos olhos do mundo. Um sinal enfim, de quem possui um domínio essencial da condição humana. Teresa Bracinha Vieira