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Crónica da CulturaCartas de setembro III
por Teresa Bracinha VieiraAvô, meu muito avô, meu saber, minha companhia, meu mar violeta, Quero dizer-te que pensei imensamente nas tuas palavras. Ando com elas em mim. Releio a tua carta sempre que posso e nunca me é o bastante. Dizes que só há de real o haver aspetos de uma realidade e eu, esta tua neta que […]